
"A nossa vizinha Covilhã apostou na promoção da cherovia (!) - uma espécie de pequeno nabo com sabor a cenoura- dedicando-lhe um festival que termina amanhã. Só conheço uma única receita com cherovia: passa-se por um polme e frita-se. Mas como a cherovia, pelos vistos, só se dá na Cova da Beira, a vizinha Covilhã agarra-se a ela com unhas e dentes."
Como sabem, na Covilhã tudo serve para "promover" a cidade e o seu grande líder, o mais populista, demagogo político da região. É a cherovia mas também poder ser a reedição de um livro de Manuel Silva Ramos*, um escritor que vive da fama nacional de ter sido "marginal" e que, a nível local, não deixa de ter uma grande proximidade com o poder do Pinto (ora, isto é quase incompreensível, pois se há terra onde não há política cultural... essa terra é a Covilhã). Enfim, avancemos. Dizia eu que a nossa vizinha, provincianamente ou não, promove a cherovia a nível nacional. Também se promove como "destino de neve", mas nós, que somos da Guarda, sabemos como o marketing é, por vezes, mentiroso.
A Covilhã gasta milhões de euros com campanhas nacionais, com mensagens, no mínimo, equívocas. Mas há sempre quem acredite que há neve na Covilhã e que a terra da cherovia pode ser um destino interessante. No meu caso, cada vez que lá vou só me quero vir embora. Outra seria a minha ideia se, por exemplo, a Universidade e os agentes culturais fossem mais respeitados e chamados a intervir mais activamente nos destinos da cidade...
Pronto, a Covilhã tem a cherovia para promover-se. Antes a cherovia que a cultura, não é???!!! Outras cidades promovem o chícharo, a pêra rocha, a cereja, a castanha, o nabo sexy e a bolota transgénica. E a Guarda? Que tubérculo, fruto ou semente nos promove? No outro ano, pasme-se, a Guarda escolheu a... abóbora porqueira. Por ser um produto endógeno? Ná! Por dar umas boas caveiras de Halloween! Isto é que é cultura, não é? Estrangeira, mas cultura, e a Guarda é uma terra de cultura,não é? Mas os da cultura, costumam aprender com os erros.Esperemos.
* Pese, embora, a admiração que tenho por ele, como pessoa e escritor.
Como sabem, na Covilhã tudo serve para "promover" a cidade e o seu grande líder, o mais populista, demagogo político da região. É a cherovia mas também poder ser a reedição de um livro de Manuel Silva Ramos*, um escritor que vive da fama nacional de ter sido "marginal" e que, a nível local, não deixa de ter uma grande proximidade com o poder do Pinto (ora, isto é quase incompreensível, pois se há terra onde não há política cultural... essa terra é a Covilhã). Enfim, avancemos. Dizia eu que a nossa vizinha, provincianamente ou não, promove a cherovia a nível nacional. Também se promove como "destino de neve", mas nós, que somos da Guarda, sabemos como o marketing é, por vezes, mentiroso.
A Covilhã gasta milhões de euros com campanhas nacionais, com mensagens, no mínimo, equívocas. Mas há sempre quem acredite que há neve na Covilhã e que a terra da cherovia pode ser um destino interessante. No meu caso, cada vez que lá vou só me quero vir embora. Outra seria a minha ideia se, por exemplo, a Universidade e os agentes culturais fossem mais respeitados e chamados a intervir mais activamente nos destinos da cidade...
Pronto, a Covilhã tem a cherovia para promover-se. Antes a cherovia que a cultura, não é???!!! Outras cidades promovem o chícharo, a pêra rocha, a cereja, a castanha, o nabo sexy e a bolota transgénica. E a Guarda? Que tubérculo, fruto ou semente nos promove? No outro ano, pasme-se, a Guarda escolheu a... abóbora porqueira. Por ser um produto endógeno? Ná! Por dar umas boas caveiras de Halloween! Isto é que é cultura, não é? Estrangeira, mas cultura, e a Guarda é uma terra de cultura,não é? Mas os da cultura, costumam aprender com os erros.Esperemos.
* Pese, embora, a admiração que tenho por ele, como pessoa e escritor.
5 comentários:
Aqui estão os "mentecaptos" egitanienses no seu melhor...
Não fazem nada...
Não pensam em nada...
Só sabem criticar e criticar...
Coisa feia a inveja...
Gente pequena a que a tem...
sou egitaniense e n critico nd do que se faz na covilhã, sou a primeira a dizer que na ha rigorosamente nada na guarda, se n fosse capital de distrito e cidade nos designios que lhe coferem, diria que não passa de uma insignificante aldeia, que nem p se fazer turismo ao domingo serve, pois está tudo fechado...
na covilhã, mal ou bem, faz-se, por la diz que se vai fazendo ou nem isso!
Na guarda nao se passa NADA! é um deserto autentico.. na Covilhã faz-me bem ou mal mas faz-se e ultimamente acho que se faz mais de bem do que de mal...
sou da Covilhã e n critico nd do que se faz na Guarda, sou a primeira a dizer que na ha rigorosamente nada na Covilhã, se n fosse capital de concelho e cidade nos designios que lhe coferem, diria que não passa de uma insignificante aldeia, que nem p se fazer turismo ao domingo serve, pois está tudo fechado...
Pelos vistos é fácil chegar à conclusão que nos permite ver que ambas as cidades têm grandes lacunas a variadissimos niveis, são quase cidades "espelho" tal o número de caracteristicas iguais, e que o caminho certo seria o da complementariedade e não o da guerrilha.
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