sábado, abril 02, 2011
"Sócrates made me do it"
«Estou seriamente a pensar votar neste rapaz:»

"Incomensuravelmente menos indigesto que este, carregado que está de toxicidade, necroses e sabor a ranço:"
How low can one get?
(retirado daqui)
quarta-feira, março 16, 2011
sábado, março 05, 2011
Deolinda – Parva que sou
Em tempos como os actuais, esta é uma canção que se encaixa perfeitamente. É sem dúvida um espelho do descontentamento pelas políticas capitalistas que afectam um pouco todos os países que se auto-proclamam desenvolvidos, e do modo como estas afectam as gerações mais jovens.
“Parva que sou” – Deolinda
Música e letra: Pedro da Silva MartinsSou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
segunda-feira, janeiro 10, 2011
"Que bela surpresa no convento de Belmonte!"
quinta-feira, novembro 18, 2010
quinta-feira, outubro 14, 2010
sexta-feira, julho 23, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
segunda-feira, junho 21, 2010
«É por estas, e por outras, que só são precisos engenheiros civis & afins..! »
«E, será ponte ou aqueduto?! Será!?»
quarta-feira, maio 26, 2010
quinta-feira, maio 13, 2010
ENCONTRO DE BLOGGERS E LANÇAMENTO DO LIVRO “ALDEIAS HISTÓRICAS DE PORTUGAL – GUIA TURÍSTICO”_10 de Junho, Dia de Portuga

Todavia, na Aldeia da minha vida não fazemos as coisas por menos e acrescentamos mais uma razão para celebrar. Trata-se de algo exclusivo (e revelamos: é o prémio que os vencedores de Abril e os das próximas blogagens irão receber). No intuito de dar valor ao património histórico e cultural português de uma forma refrescante, inovadora e criativa, a Olho de Turista (recente empresa de produção e edição de publicações de informação turística) apresentará no dia 10 de Junho: o primeiro Guia Turístico das Aldeias Históricas de Portugal!!! Esta original obra promove as mais diversas áreas das 12 emblemáticas aldeias: infra-estruturas, recursos turísticos, património, artesanato, produtos típicos, tradições.... Curioso? A partir do dia 10 de Junho, poderá adquiri-lo em diversas bancas lusas.
quinta-feira, abril 08, 2010
quinta-feira, abril 01, 2010
2 milhões de portugueses no Facebook (e publicidade extremamente barata)
quarta-feira, março 17, 2010
Mafia 0 - Mafia Wars 1
terça-feira, janeiro 12, 2010
quinta-feira, janeiro 07, 2010
«Estrela do Desnorte I»

À hora do jantar, fatalmente, não havia nem mesas nem mãos suficientes, atropelavam-se os hóspedes, e uma empregada embaraçada, pedia que voltassem minutos depois enquanto tomava nota dos nomes. E todo o jantar foi uma demonstração das consequências de deixar andar: empregados cansados, acorrendo a pedidos simultâneos e múltiplos, com irritação dos hóspedes e extremo stress deles. Empregados ainda assim simpáticos e prestáveis, mas correndo a remediar uma trapalhada que um módico de organização e planeamento nunca teria deixado acontecer."
A Serra da Estrela é um microcosmos representativo do problema português. Na Serra da Estrela neva muito, neva frequentemente, a Serra da Estrela é mesmo (ou, mais exactamente, com facilidade poderia ser) a única estância de Inverno do País.Mas sempre que neva na Serra da Estrela a neve é uma surpresa, uma fonte de aflição, um perigoso embaraço. O local paralisa, as estradas fecham. Ontem, mais uma vez, nevou na Serra da Estrela e, mais uma vez, as estradas fecharam. É a resposta portuguesa, perplexa, impreparada, insatisfatória, ao mais normal e previsível dos fenómenos (um fenómeno desejável, mesmo, se acaso se pretende explorar um centro de desportos de Inverno).
Mas, pior, esta resposta mantém-se imutável e perra há décadas. E, pior ainda, é tida como normal. Nevou ... Ó, surpresa! Fecho de estradas ... É a vida!













