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quinta-feira, outubro 27, 2011

João Fonseca fecha época com novo 2º lugar e é vice-campeão


Ainda que o título de vice-campeão do Campeonato de Portugal de Montanha 2011 estivesse assegurado desde a última prova, o piloto da Covilhã foi a Guimarães na expectativa de se despedir da temporada com mais um bom resultado. E foi o que fez. João Fonseca arrecadou, novamente, um 2º lugar no último fim-de-semana, na Rampa Expo-Clássicos (Penha).

A 1ª posição escapou-lhe para Paulo Ramalho, o vencedor do Campeonato, por apenas cerca de 1,5 segundos. “Tenho consciência de que até poderia ter feito melhor, mas como já estava tudo definido em termos de Campeonato não quisemos arriscar. Tivemos algumas dificuldades de aderência com os pneus e não conseguimos alcançar os tempos desejados, atingidos na anterior passagem pela Penha que nos deu a vitória”, refere o condutor do SilverCar CM08 da MTC-Team.

O piloto ficou satisfeito com o 2º lugar: “Foi mais um excelente resultado a juntar aos muitos desta época, com a diferença de que desta vez não havia qualquer tipo de pressão e estivemos descontraídos, exactamente por já estar tudo decidido no Campeonato. ”. “Assistiu-se a mais um bom espectáculo”, afirma o agora vice-campeão.


Melhor classificação da sua carreira

O 2º lugar da geral no Campeonato de Portugal de Montanha 2011 e também 2º na sua categoria representam, para João Fonseca, “um importante marco” na sua carreira, já que se assumem como os seus melhor resultados de sempre na competição. O melhor que tinha conseguido até aqui foi um 5º lugar da geral e um 4º na sua categoria, no ano passado, ao volante do Radical SR3.Recorde-se que sua estreia no Nacional de Montanha foi em 2003, na Rampa Serrada Estrela, aos comandos de um Ford Sierra XR4i.

Nesta temporada, o piloto da Covilhã conseguiu duas vitórias absolutas, uma no Caramulo e outra na Penha, dois segundos lugares, nas Rampas de Cerceira e Expo-Clássicos, uma 3ª posição, em Paços de Ferreira, e ainda um 4º e um 5º lugares, em Bragança e na Falperra, respectivamente. “Esta época superou todas a expectativas, até porque andámos sempre ‘colados’ aos primeiros lugares”, avalia João Fonseca, ao destacar “o excelente trabalho realizado ao longo da temporada por todos os elementos da equipa”. O vice-campeão salienta ainda “o bom ambiente existente no seio do grupo do Campeonato, que se criou entre os pilotos”.

João Fonseca aproveita o momento para “dirigir um agradecimento muito especial à família, ao público em geral e a todos os que de uma forma ou outra foram dando o seu apoio, bem como aos patrocinadores”. “A verdade é que sem os patrocinadores nada teria sido possível, pelo que os bons resultados também lhes pertencem”, afirma. Este ano o piloto contou com os patrocínios das seguintes empresas: Cadeinor, Interprev, Fluxoibéria, Cicol,Raio, ENI, Carlos Barata, Sharp, Decotelife, Quinta dos Termos, F13, RicardoTorrão Seguros, Gigarte Design e Comunicação, Quinta da Maria Neta e J. Ranito Design.


Por Gigarte Design e Comunicação

segunda-feira, outubro 17, 2011

João Fonseca com grande andamento na Rampa de Cerveira

O piloto da Covilhã voltou a mostrar, no último fim-de-semana, que está em grande forma esta época. Depois de duas vitórias consecutivas, João Fonseca arrecadou um 2º lugar na Rampa de Cerveira, naquela que foi a 8ª e penúltima prova a contar para o Campeonato de Portugal de Montanha. Ficou a apenas 0,374s do vencedor, Paulo Ramalho, o 1º classificado do Campeonato.


“Foi um grande fim-de-semana, com uma grande corrida”, afirma o condutor do SilverCar CM 08 da MTC-Team, ao referir que o que se viu em Vila Nova de Cerveira foi “uma vez mais uma luta muito renhida com Paulo Ramalho pelo 1º lugar”. João Fonseca até foi quem conseguiu os melhores tempos nas subidas de treino, com uma prestação muito regular, mas o condutor do Juno viria a conseguir ser mais rápido.


“Este era um traçado desconhecido para mim e muito difícil de memorizar”, explica o piloto da Covilhã, que volta a destacar “o grande trabalho de toda a equipa”. João Fonseca realça ainda o “bom ambiente que se vive entre os pilotos”. “Há bons amigos no seio do Campeonato, e, como tal, foi muito bonita a festa que se fez fim da prova”, conta.

O Campeonato de Portugal de Montanha prossegue nos próximos dias 22 e 23 de Outubro com a Rampa Expo – Clássicos (Guimarães). Esta será a última prova da temporada.



Os melhores cumprimentos

Gigarte Design e Comunicação

BIZINÃO_18 Out_17h_Covilhã_Rotunda do Operário

segunda-feira, setembro 26, 2011

Press Release João Fonseca_Vitória de João Fonseca na Rampa da Penha (Guimarães)

Mais uma vitória para João Fonseca

Após o triunfo no Caramulo, o piloto da Covilhã voltou no último fim-de-semana a vencer mais uma prova do Campeonato de Portugal de Montanha, desta vez a Rampa da Penha (Guimarães). João Fonseca bateu Paulo Ramalho, o seu adversário mais directo, por 1,429 segundos, e deixou Tiago Reis, o terceiro classificado, a mais de 12s de distância.


“Queríamos um lugar no pódio e o objectivo era, à partida, o 2º lugar, pelo que esta vitória deixa-nos muito satisfeitos”, afirma o condutor do SilverCar CM 08 da MTC-Team . Sendo o traçado da Penha mais de perícia do que de velocidade, estreito e com muitas curvas, “sabíamos que era mais favorável ao carro que conduzo do que ao Juno do Paulo Ramalho e, felizmente, isso traduziu-se no resultado”, constata o vencedor.

João Fonseca refere ainda que foi “uma luta muito renhida” com Paulo Ramalho, o 1º classificado do Campeonato, sendo que ganhou com “mais vantagem em relação ao Caramulo”. O piloto destaca, uma vez mais, o bom trabalho da equipa. Segundo relata, “o carro estava um pouco instável nas subidas de treino e, depois de um bom entendimento entre piloto e equipa, foram feitas algumas alterações que acabaram por ser determinantes”. “Foi um excelente trabalho”, acrescenta.

Com mais esta vitória, João Fonseca consolida o 2º lugar no Campeonato. Faltam agora duas provas para o fim da temporada: a Rampa de Vila Nova de Cerveira (8 e 9 de Outubro) e a Expo-Clássicos (22 e 23 de Outubro), em Guimarães. O piloto da Covilhã só tem budget para realizar mais uma prova e está neste momento a tentar reunir mais apoios.



Recordamos que o piloto está disponível para a Comunicação Social através do telm. 961 445 044. Para quaisquer esclarecimentos podem ainda contactar a Gigarte Design e Comunicação (965 383 595).

Gratos desde já pela atenção.

Os melhores cumprimentos

Gigarte Design e Comunicação

segunda-feira, setembro 12, 2011

Junta do Ferro apoia crianças nascidas na Freguesia com oferta de vacina

No concelho da Covilhã, a Junta de Freguesia do Ferro, tem implementado, desde o final do ano de 2010, um conjunto de medidas de apoio financeiro e social às famílias da freguesia, no sentido de tentar minimizar as dificuldades com que muitas se debatem nesta época de crise que, nos últimos anos, se tem acentuado.

De entre estas medidas, destaca-se aquela que é disponibilizada aquando do nascimento de um filho, e que consta num apoio de 306,84€, consubstanciado na oferta integral das quatro doses vacinais necessárias à imunização das crianças contra as doenças pneumocócicas, como a meningite ou a pneumonia bacteriana, entre outras, que se traduzem na principal causa de morte entre as crianças até aos 5 anos, em Portugal.

"Estas vacinas (Prevenar e Simflorix)", refere o Presidente da Junta Paulo Tourais, "são actualmente prescritas pelos médicos a todos os bebés, mas, por não estarem integradas no Programa Nacional de Vacinação, não contam com qualquer comparticipação por parte do Estado e custam cerca de 300€, traduzindo-se, portanto, numa sobrecarga para o cada vez mais magro orçamento familiar, por esse motivo a Junta de Freguesia do Ferro, através de um grande esforço e rigor financeiro, optou por oferecê-la aos recém-nascidos", na medida em que, face aos constrangimentos financeiros que assolam as famílias portuguesas, as mesmas poderiam deixar de ser adquiridas e administradas às crianças.


"Pese embora, a diminuição acentuada das verbas próprias da Junta, transferidas através do Orçamento do Estado, levada a cabo pelo anterior governo socialista, e apesar desta medida inovadora, não resolver, as dificuldades que, na sua maioria, as famílias estão a atravessar, a mesma não deixa de constituir um apoio que permite a todos darem aos seus filhos os melhores cuidados de saúde, numa fase em que ainda são apenas bebés, o que, pelos problemas financeiros e desemprego acentuado, sentidos por todas as famílias, mas, principalmente pelas mais jovens, poderia não acontecer", refere ainda.

A Junta de Freguesia do Ferro, apoiou até esta data 7 crianças, o que se traduziu já na oferta de 28 doses de vacina, num encargo estimado em 2.100€, cuja receita é conseguida através dum programa que a própria Autarquia do Ferro instituiu, e que resulta da recolha gratuita de sucatas de grande volume, (colchões, fogões, etc) de que as famílias têm dificuldade em se libertar, e que vende a recicladores licenciadas pelo Ministério do Ambiente.

Paulo Tourais conclui, referindo que "não diminuirei os esforços, na defesa intransigente dos interesses das pessoas que me elegeram, mesmo numa altura em que, erradamente, se equaciona a extinção das Juntas de Freguesia"

Junta de Freguesia do Ferro
Rua do Espírito Santo, 34 6200-571 Ferro
Tel. 275 341 255 Fax 275 341 253

segunda-feira, junho 27, 2011

C.M.COVILHÃ: PASSIVO ULTRAPASSA 135 MILHÕES DE EUROS

São estas as contas efectuadas pela bancada do PS depois de conhecidos os resultados da autoria externa ao perimetro de consolidação orçamental efectuado à autarquia pela empresa “Grant Thornton e Associados”
Na última reunião pública da autarquia, os socialistas ainda solicitaram o agendamento posterior do tema uma vez que, alegam, não tiveram tempo para analisar os documentos. Argumento que o presidente em exercício da autarquia não aceitou. Pedro Silva refere que "os docuimentos estavam disponiveis para consulta mais de uma semana antes da reunião e portanto houve tempo mais que suficiente para a sua consulta; por outro lado há aqui uma questão legal que obriga à sua aprovação antes do final do mês e não está prevista a realização duma nova reunião da câmara em Junho".

Para o líder da bancada socialista "apesar da falta de tempo para a análise deste docuimento o relatório é bem claro; o passivo da câmara da Covilhã ultrapassa os 135 milhões de euros". Vítor Pereira considera que estes números "vem comprovar todas as reservas e preocupações que sempre manifestámos em relação à situação financeira da autarquia que ficam confirmadas desta forma".

Preocupações que o vereador com o pelouro das finanças na autarquia desvaloriza. Luís Barreiros considera que "o PS está a fazer mal as contas uma vez que está a somar parcelas e a contabilizar deferimentos e não é dessa forma que se apura o passivo que é aquilo que o PS quer analisar". O autarca sublinha que o passivo da câmara "tem actualmente os mesmo valores que foram apresentados na última assembleia municipal; 93 milhões de euros, menos 40 milhões do que as contas que a oposição está a fazer".

Rádio Cova da Beira

quarta-feira, junho 22, 2011

Autarquia da Covilhã elabora Plano Pormenor para o Aeródromo

A Câmara Municipal da Covilhã vai avançar de imediato para a elaboração do documento, que tem como principal base a construção, do novo "Data Center" da PT.

A decisão foi tomada por unanimidade na última reunião pública do executivo e vai permitir «para além da questão do data center, definir todas as medidas preventivas que a equipa que vai elaborar o plano entenda que sejam úteis para toda a zona envolvente; esta é mais um passo para que esse investimento possa ser concretizado e que é muito importante para o nosso concelho». Pedro Silva, presidente em exercício da câmara unicipal da Covilhã acrescenta que «a elaboração deste plano não deve trazer atrasos aos prazos de construção do equipamento uma vez que só depois da assinatura do contrato é que a PT escolheu esta localização, das alternativas que foram propostas pela Câmara, para construir o data center; a empresa está agora a elaborar o projecto e nós vamos avançar para a elaboração deste plano». Com o início das obras de construção do “Data Center”, o actual aeródromo municipal vai ser desactivado, mas Pedro Silva garante que «a Câmara da Covilhã continua a envidar todos os esforços no sentido de o actual aeródromo ser substituido por uma nova estrutura aeroportuária tal como já há muito tempo temos vindo a defender» na zona do Terlamonte.

sexta-feira, junho 17, 2011

LANIFÍCIOSdoc_Documentário sobre os Lanifícios da Serra da Estrela

"No LANIFÍCIOSdoc, podem acompanhar através de fotos alguns textos, eventualmente vídeos, o novo projecto de dois amigos, Luís e Pinhas. Pretendemos com este documentário, falar sobre o que já foi a grande força motriz da nossa Serra da Estrela em termos sociais, demográficos e de emprego. O Luís (realizador) com experiência em documentários e reportagens. O Pinhas, é ajudante de campo (assistente de realização)."
















Luís Silva Facebook

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Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios

O primeiro documento público, de carácter geral, emanado do poder de El-Rei, para organizar a indústria de lanifícios em Portugal, data de 1573 e chama-se REGIMENTO DA FÁBRICA DOS PANOS. (Aqui a palavra "fábrica" significa fabrico, fabricação ou indústria e não fábrica, oficina ou local para laboração de tecidos). Mandou-o publicar El-Rei D. Sebastião. A ANIL possui um tríptico que retrata o facto e cuja fotografia aqui reproduzimos:

Mais tarde, em 1690, D. Pedro II, "sendo informado que o Regimento que o Senhor Rei D. Sebastião mandou dar á Fábrica dos Panos deste Reino no ano de 1573, se não guardava”, mandou promulgá-lo novamente na integra, para que "se cumprisse e guardasse" exactamente em todos os seus 96 capítulos.

No século que mediou entre a promulgação do Regimento de 1573 e a do Regimento de 1690 deram-se acontecimentos históricos nacionais - a batalha de Alcácer-Kibir, a dominação filipina, a restauração de Portugal, as guerras da independência - que influíram profundamente na política, na administração pública e na indústria da Nação. A indústria de lanifícios ou a fábrica dos panos, sofrera também, como outras indústrias, nesse período histórico, as consequências da ruinosa administração filipina.

Após a restauração de Portugal era urgente reorganizar essa indústria que florescera já bastante nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião e decaíra lamentavelmente na dinastia dos Filipes. Com esse intuito o rei D. Pedro II, ao promulgar o Regimento de 1690 mandou acrescentar ao Regimento precedente de 1573 os onze capítulos finais (97 a 107) para o tornar mais conforme á "mudança e variedade dos tempos e á experiência do que melhor convinha".

E assim o REGIMENTO DA FÁBRICA DOS PANOS, promulgado por D.Sebastião (96 capitulos) acrescentado com onze capítulos (97 a 107) do Regimento de D.Pedro II , foi a Magna Carta da indústria dos lanifícios em Portugal. Esteve em vigor durante mais de dois séculos e meio, exactamente 261 anos, - até que foi ab-rogado em 1834, na monarquia constitucional.

A primeira associação industrial de lanifícios surgiu em 1820, com a denominação de Grémio da Covilhã, cidade onde já existia um número considerável de fábricas. Este Grémio tinha a sede em Lisboa, por óbvias razões.

Sucedeu-lhe em 1889, a Associação Industrial e Comercial da Covilhã, de que foi primeiro Presidente da Direcção o Comendador José Maria da Silva Campos Melo, industrial e filantropo, grande impulsionador da modernização da Industria de lanifícios e que criou a primeira Escola Industrial em Portugal, onde se formaram durante oitenta anos os técnicos desta Indústria.

Esta associação durou até 1936, quando após longas conversações com o governo e depois de serem aceites as condições que os industriais exigiram, de autonomia de gestão e de independência económica, se transformou em Federação e nos seus respectivos grémios.

A Federação Nacional dos Industriais de Lanifícios, a que presidiu durante 33 anos o Dr João Ubach Chaves, dispondo de importantes valores, criou a Caixa de Previdência da Industria de Lanifícios, com benefícios especiais, mandou construir um bairro social para trabalhadores da indústria, possuía 2 centros de férias de praia para filhos de trabalhadores e construiu um edifício para armazenamento, condicionamento de lãs e outros laboratórios de análise. O custo total do investimento, em 1949, foi superior a 25 000 contos, totalmente provenientes de fundos próprios.

A FNIL, consciente do deficit académico dos quadros da indústria, a Escola Industrial Campos Melo não dava já resposta às novas exigências da modernização tecnológica, criou, em 1956, bolsas de estudo no valor total anual de 500 contos, para técnicos da indústria se licenciarem em engenharia têxtil, nomeadamente na Inglaterra, na Bélgica e em França o que trouxe a muitas fábricas a mais-valia técnica em falta.

Com a assinatura do tratado da EFTA em 1960 ( European Free Trade Association) a FNIL tentou antecipadamente incentivar as empresas a fundirem-se em unidades de maior dimensão, com o fim de melhor enfrentarem a acrescida concorrência externa que o acordado progressivo desmantelamento das barreiras alfandegárias iria eventualmente causar.

Muitas das mais de trezentas e cinquenta fábricas de lanifícios, então registadas na FNIL, tinham dimensões muito reduzidas e parecia razoável acreditar que não poderiam sobreviver face à concorrência da poderosa indústria de lanifícios britânica. No entanto, e por votação realizada nos diferentes grémios, a ideia foi rejeitada por maioria.

Salvo negócios esporádicos e alguns ruinosos, as fábricas de lanifícios não exportavam e, abrindo-se nesse momento as fronteiras de países como a Áustria, a Dinamarca, o Reino Unido, a Suécia, a Noruega e a Suíça, havia que dotar as empresas, nisso interessadas, do know-how necessário.
Não tendo resultado a concentração de empresas, a FNIL incentivou, comparticipando nas despesas, 5 empresas a constituírem uma sociedade de exportação e importação, que funcionou durante 7 anos, que foi a pioneira da exportação sistemática de lanifícios portugueses e a origem do necessário conhecimento que aproveitou a toda a indústria.

O industrial, jornalista e político, José de Bastos Rabaça, nomeado em 1969 para presidir à FNIL, após a reforma do Dr Ubach Chaves, revitalizou a pesada estrutura em que se tinha, entretanto, transformado a FNIL, aliviou a burocracia e democratizou a gestão da Federação.
Em 1970, um grupo de covilhanenses, à frente dos quais estava Manuel Mesquita Nunes, então Presidente do Grémio da Covilhã e que se destacou como grande industrial nos anos 60 do século XX, lançou as bases para a fundação do Instituto Politécnico da Covilhã, que se destinou principalmente a formar técnicos e gestores para a indústria têxtil e que veio a dar origem à Universidade da Beira Interior.

Com o desmantelamento do sistema corporativo em 1974 e após várias assembleias gerais com a presença de centenas de industriais, ficou decidido por grande maioria, fundar a Associação a que se deu o nome de Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios, decidindo-se também, após votação cerrada, localizar a sede na Covilhã. José de Bastos Rabaça como último presidente da FNIL presidiu a estas reuniões, mas decidiu desligar-se deste movimento associativo, pelo que foi Manuel Mesquita Nunes que impulsionou a realização da escritura de fundação em 20 de Dezembro de 1974 na secretaria notarial da Covilhã e que foi assinada por representantes de várias fábricas.

Em 1975, o governo português nacionalizou todos os bens da FNIL e dos seus grémios. Nesta sequência e não tendo ainda havido eleições para os órgãos sociais, foi formada uma comissão de industriais, a que presidiu o industrial Paulo Nina de Oliveira, com o principal objectivo de recuperar o património e ainda de gerir as negociações com os sindicatos, recusando perante os sucessivos governos constituir formalmente a Associação até à devolução do património, pela razão de a FNIL nunca ter recebido dinheiros públicos.

Tornando breve o que foi uma luta muito dura e que se prolongou por uns exaustivos 5 anos, o património da FNIL foi devolvido em 1979, foram promovidas as eleições para os órgãos sociais e a Associação começou a funcionar com normalidade.

Foi primeiro Presidente da Direcção, Paulo Nina de Oliveira, sucessivamente reeleito até 1994. Foi Presidente da Interlaine entre 1995 e 1997 e Presidente da Comissão de Tecelagem da IWTO entre 1994 e 1996. Actualmente é Presidente da Assembleia Geral e do Conselho Geral da Anil.

Com um curriculum extraordinário e único, como Industrial de Lanifícios, o Comendador Paulo de Oliveira emprestou à Anil toda a sua competência, realizando uma obra notável como dirigente associativo.
Da sua gestão destacamos:

-Filiação na Interlaine (1980)

-Filiação na IWTO (1981)

-Filiação na Federação da Industria Têxtil e do Vestuário Portuguesa (1986)

-Reestruturação da Indústria de Lanifícios (1987)

-Acordo protocolar com o ICEP para apoio ao design das colecções de fios e tecidos (1989)

- Fundação do CITEVE em Vila Nova de Famalicão e na Covilhã (1990)

-Fundação do CILAN (1992)

-Construção do Pavilhão de Exposições (1992)

Sucedeu-lhe em 1995 o Dr Joaquim Mota Veiga, membro da Direcção desde 1979 e influente vice-presidente da Anil entre 1986 e 1995.

Para além de continuar as acções iniciadas pelo seu predecessor, dedicou muita atenção à luta contra a globalização desgovernada do comércio que já se previa vir a acontecer, intervindo amiudadas vezes junto do governo, numa defesa brilhante e aguerrida da indústria de lanifícios portuguesa, contribuindo decisivamente para proteger até ao limite, as principais posições pautais alfandegárias dos lanifícios.

Dedicou especial atenção ao desenvolvimento das feiras realizadas no pavilhão de exposições no que teve o apoio e entusiasmo do Engº Robalo, então vice-presidente da Direcção e que se tornaram durante os seus mandatos num dos principais rendimentos da Anil. Tiveram especial sucesso comercial os encontros têxteis com fábricas de confecção espanholas nos anos de 1999 e 2000, com resultados bem visíveis no aumento das exportações laneiras para aquele país.

Uma doença grave no ano de 2000, obrigou-o a abandonar as suas actividades como industrial e como dirigente associativo. Foi vogal 7 anos, vice-presidente 9 anos e Presidente da Direcção 6 anos, num total de 22 anos de dedicação à vida associativa. Foi ainda vice-presidente da Interlaine entre 1993 e 1995 e membro do Conselho de Administração do Citeve desde a sua fundação até 2003. Eleito pela 1ª vez em 2003, o engº José Alberto Robalo actual Presidente da Direcção, tem dado uma sequência importante à obra dos seus antecessores, destacando-se com intervenções de grande coragem junto dos poderes públicos, nacionais e da União Europeia.

Membro do actual Conselho de Administração do Citeve, é também Presidente da Federação Textil e do Vestuário de Portugal, que reúne, para além da Anil, a Anit-Lar e a Anivec/Apiv e é nessa qualidade que frequentemente interpela os grupos parlamentares e o Governo, chamando a atenção para a destruição da indústria transformadora a que as politicas governamentais e europeias conduzem. Foi já na sua presidência da Federação e por pressão desta, que foi criada uma subcomissão económica do parlamento para a têxtil e vestuário, com as vantagens inerentes.

A presente Direcção tem mandato até Setembro de 2009.

APPACDM DA COVILHÃ CERTIFICADA EM QUALIDADE


O distrito de Castelo Branco já tem duas instituições de solidariedade social ligadas ao apoio a deficientes com certificado de qualidade europeu. Depois da escola de Castelo Branco foi agora a vez da Covilhã.

Waydip, instalada no Parkurbis vence Prémio Nacional de Inovação Ambiental 2011



A Waydip, empresa da Covilhã promotora do projecto Waynergy, venceu a edição de 2011 do Prémio Nacional de Inovação Ambiental, promovido pela revista Industria e Ambiente, que tem como objectivo reconhecer as entidades portuguesas que contribuem para um bom desempenho ambiental através das suas inovações.

O projecto Waynergy consiste num sistema inovador de aplicação no pavimento que permite captar a energia cinética libertada pelo movimento de pessoas e veículos sobre a sua superfície e converter esta energia em energia eléctrica, permitindo a espaços de grande afluência de pessoas ou veículos gerarem a sua própria energia e tornar-se em muitas das situações auto sustentáveis do ponto de vista energético.

No seguimento do Prémio Nacional de Inovação Ambiental, a Waydip irá agora representar Portugal na final europeia do EEP Award – Environmental Innovation for Europe, tendo ainda a oportunidade de estar presente na Pollutec, um dos maiores e principais salões europeus de soluções energéticas e ambientais, que irá decorrer em Paris, no próximo mês de Novembro.
Para os promotores, Francisco Duarte e Filipe Casimiro, mestrados em Engenharia Electromecânica pela Universidade da Beira Interior, este prémio representa um grande reconhecimento do seu trabalho e uma excelente oportunidade para apresentarem o seu projecto além-fronteiras, através da participação num salão europeu de elevada dimensão e reconhecimento.


Os Nomes do Tempo_de José Manuel Ferreira Morão


quarta-feira, junho 08, 2011

Feira de São Tiago a pagar

Este ano paga-se "preço simbólico" diz a Câmara
A Câmara da Covilhã vai, este ano, implementar entradas pagas na Feira de São Tiago, que se realiza em Julho no espaço do Complexo Desportivo. A confirmação foi deixada na passada sexta-feira, 3, pelo autarca covilhanense, Carlos Pinto.
“Em princípio será assim. Vamos alterar um pouco um processo, como aliás, hoje em dia, em feiras que tenham espectáculos que envolvam um certo custo, isso acontece” afirma o autarca. Que promete “um preço simbólico” nos dias normais do certame e um custo um “pouco mais significativo” nos dias dos espectáculos. “Isto tem custos e temos que os minimizar” afirma Carlos Pinto, que contudo lembra que existem também alguns patrocínios que ajudarão a emagrecer o orçamento do certame, como por exemplo, do Continente, que patrocinará um concerto, à partida, com Tony Carreira. A feira terá um cartaz “mais significativo” de espectáculos ao fim-de-semana, com “músicos de nomeada que serão apresentados oportunamente”.
Ao que se sabe, em cima da mesa estão nomes como os Deolinda, José Cid e Quim Barreiros, para além do já citado Tony Carreira.

Notícias da Covilhã

É ridículo cobrar entrada para se passear numa feira que a única coisa que oferece aos seus visitantes são tendas de produtos de contrafacção e roulotes de farturas, que certamente já pagam uma taxa para ali estar. Uma coisa é cobrar para assistir a um concerto/espectáculo outra coisa é cobrar uma entrada num recinto que mais parece um mercado semanal à segunda feira numa qualquer vila portuguesa. Aliás a Feira de S. Tiago tem sido um evento na cidade que tem decaído nos últimos anos e primado pela falta de qualidade. Lembro-me de há uns anos ter associada a Covifeira onde as empresas da região tinham uma montra para os seus produtos/serviços, para além de torneios desportivos que se organizavam para as crianças da cidade. Por mais simbólica que seja a entrada cobrada é simplesmente ridículo.

terça-feira, junho 07, 2011

Covilhã encerra aeródromo para instalar centro de dados da PT

O encerramento do aeródromo da Covilhã para instalação de um centro de dados (data center) da Portugal Telecom é contestado por alguns pilotos, professores e alunos de Engenharia Aeronáutica da Universidade da Beira Interior (UBI).
O investimento da Portugal Telecom (PT) vai rondar 30 a 50 milhões de euros e, segundo o presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto (PSD), «não há alternativa» para a construção daquela infra-estrutura.

O empreendimento será um dos maiores centros de armazenamento de dados da Europa e vai apostar na exportação de capacidade de armazenamento e aplicações, anunciou a PT em Fevereiro.

Um total de 1.813 pessoas já assinaram uma petição criada na Internet pelo Núcleo de Estudantes de Engenharia Aeronáutica da UBI contra o encerramento do aeródromo «que os alunos usam regularmente», refere o documento.

Entre outras actividades, as duas pistas são palco de exercícios da Força Aérea, acolhem meios de combate a fogos e servem para testar aeronaves criadas na universidade - a única para além do Instituto Superior Técnico com formação em Aeronáutica no país.

Pedro Gamboa, presidente do Departamento de Ciências Aeroespaciais da UBI adiantou à Lusa que estão a decorrer «conversas com a PT para tentar conciliar o aeródromo e o ‘data center’» e lamenta não ter recebido «nenhum contacto da autarquia».

O docente considera que o investimento da PT é pretexto para a Câmara aproveitar uma área maior para fins urbanísticos, desprezando «um dos melhores locais do país para planadores, voo à vela e instrução».

A universidade, o Aeroclube da Covilhã e investidores «quiseram criar um centro de voo à vela no aeródromo há dois anos, mas a Câmara não autorizou», lamenta, numa queixa partilhada por Júlio Diniz, director do Aeroclube.

A associação recebeu uma carta do município para abandonar o aeródromo até 15 de Setembro, à qual vai responder que «não faz sentido que se perca esta infra-estrutura».

José Aguiar, arquitecto, piloto e instrutor de planadores, campeão nacional e em Espanha, pede «bom senso» e recomenda que, mesmo que as obras arranquem, «seja poupada a pista principal do aeródromo até que haja uma pista alternativa», que diz custar «cerca de 200 mil euros».

A Serra da Estrela confere à Covilhã «um microclima único para voo e instrução na Península Ibérica e na Europa, uma localização que não se pode perder e que tem todas as condições para se desenvolver».

Contactado hoje pela agência Lusa, Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, recusou-se a falar sobre o assunto.

No entanto, em declarações a órgãos de informação local no último mês, assegurou que «não há alternativa: a lei dos solos não permite que haja» a área necessária urbanizável para a PT se instalar, sem que isso implique «processos burocráticos que demoram anos».

Para Carlos Pinto, «não se brinca» com o investimento «que mais de cem municípios desejavam» e acredita que até final do ano poderá ser lançado concurso para um novo aeródromo no concelho, na zona de Terlamonte.

Entretanto, o presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, anunciou também em Maio que tem financiamento garantido para construir um novo aeródromo na capital de distrito.


Queremos saber a sua opinião sobre este assunto e por isso criámos uma votação online.

quarta-feira, maio 25, 2011

"O Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto, recebeu nos Paços do Concelho, o Candidato a Primeiro-Ministro de Portugal"


O Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto, recebeu nos Paços do Concelho, o Candidato a Primeiro-Ministro de Portugal e Presidente do Partido Social Democrata, Dr. Pedro Passos Coelho.

Na cerimónia, agendada para as 17h00 do dia 24 de MAIO no Salão Nobre, estiveram também presentes os Candidatos à Assembleia da República nas listas do PSD pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.

No dia 02 de JUNHO [Quinta-feira] o Senhor Presidente da Câmara da Covilhã irá receber os Candidatos do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Castelo Branco, pelas 12h00 no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

quarta-feira, maio 18, 2011

APPACDM DA COVILHÃ CERTIFICADA EM QUALIDADE

A APPACDM da Covilhã vai receber no próximo dia 19, às 15 horas, nas instalações da Associação, o Diploma de Certificação em Qualidade pela EQUASS (European Quality Assurance for Social Services), um sistema europeu de reconhecimento, garantia e certificação da qualidade dos serviços sociais prestados.

Estarão presentes o Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Valter Lemos, o Vice-Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Luis Barreiros, o Director do Centro Distrital da Segurança Social, Joaquim Antunes e representantes das entidades parceiras da instituição, designadamente a UBI, Inatel e Agrupamentos de Escolas.

Recordo que o sucesso deste objectivo, assumido como tal pela Direcção na sequência de uma candidatura ao POPH, Programa Arquimedes, é o culminar de um intenso trabalho desenvolvido ao longo dos dois últimos anos pelos colaboradores da Associação, que contou com a colaboração de diversas entidades, designadamente os nossos parceiros do Concelho da Covilhã.

O Presidente da Direcção
António José Marques

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APPACDM - COVILHÃ
Rua António Augusto Aguiar, 60
6200-050 COVILHÃ
Tel: 275315500 Fax: 275315502
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www.appacdm-covilha.pt

Nova Barragem na Serra da Estrela gera polémica entre Município da Covilhã e Propriatário_Vídeo_Report minuto 22:48

quarta-feira, maio 04, 2011

TEDxCovilhã 2011_14 de Maio_Universidade da Beira Interior



Projectos da ASTA premiados em Espanha

O espectáculo ‘son[h]o dor-mente’ co-produzido pela ASTA e TeatrUBI acaba de ser distinguido com o prémio do júri em Ourense, Espanha.


O espectáculo foi apresentado no passado dia 10 de Abril na cidade de Ourense e a decisão do júri foi comunicada na passada sexta-feira na cerimónia de encerramento do festival onde este presente Rui Pires, encenador do espectáculo, para receber o galardão principal do festival.


O programa do festival contemplava a apresentação de cerca de 30 espectáculos, sendo ainda distinguido outro trabalho encenado por Rui Pires, ‘Passagem de Nível’, que recebeu uma menção honrosa por parte do júri do festival. Este projecto da ASTA foi realizado em parceria com o Agrupamento de Escolas do Teixoso.
Alinhar ao centro



Aqui ficam as palavras do Júri do Festival:

- Pola versatilidade do elenco e a mestura de técnicas conseguindo unha perfecta harmonía no espectáculo...
- Pola complexidade dun texto duro e fermoso, sensible e agresivo, ferinte, doloroso, real...
- Pola maxia das imaxes, dos corpos, da danza, da auga e da chuvia.

O premio do xurado “Carlos Couceiro e Begoña Muñoz” é para a obra: ‘son[h]o dor-mente’, do grupo Teatr’UBI e ASTA de Covilhá, Portugal

- Pola valentía do director...
- Pola sinxeleza do espectáculo...
- Polas actrices e actores , por ser tan novos e ter esa forza e valor para enfrontarse a un traballo tan duro e amosalo con esperanza e ilusión.

A nosa mención é para a obra: ‘Passagem de nível’, do proxecto Palco Pief, Proxecto de formación en teatro e cidadanía da ASTA, de Covilhá, Portugal.



Ourense, 15 de Abril de 2011

Cumprimentos,

Mafalda Morão

ANA MONTEIRO - NOVOS TALENTOS FNAC 2011 LITERATURA


Está em votação o conto, a concurso nos NOVOS TALENTOS FNAC LITERATURA 2011" - "UM HOMEM PRAGMÁTICO" DA AUTORA ANA MARIA MONTEIRO

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