
terça-feira, outubro 25, 2011
Caminhada do Manecas - 2011

segunda-feira, setembro 26, 2011
Press Release João Fonseca_Vitória de João Fonseca na Rampa da Penha (Guimarães)





Gratos desde já pela atenção.
Os melhores cumprimentos
Gigarte Design e Comunicação
quarta-feira, setembro 21, 2011
APRESENTAÇAO LIVRO CAMINHOS DE LIBERDADE 5 DE OUTUBRO 2011

sexta-feira, junho 17, 2011
Waydip, instalada no Parkurbis vence Prémio Nacional de Inovação Ambiental 2011

quinta-feira, junho 09, 2011
Covilhã Cup 2011 (Homenagem a Rui Leite)_Complexo Desportivo da Covilhã, Covilhã_10/11 e 12 Jun'11

quarta-feira, maio 04, 2011
Projectos da ASTA premiados em Espanha

O espectáculo foi apresentado no passado dia 10 de Abril na cidade de Ourense e a decisão do júri foi comunicada na passada sexta-feira na cerimónia de encerramento do festival onde este presente Rui Pires, encenador do espectáculo, para receber o galardão principal do festival.

O programa do festival contemplava a apresentação de cerca de 30 espectáculos, sendo ainda distinguido outro trabalho encenado por Rui Pires, ‘Passagem de Nível’, que recebeu uma menção honrosa por parte do júri do festival. Este projecto da ASTA foi realizado em parceria com o Agrupamento de Escolas do Teixoso.
Alinhar ao centro

- Pola versatilidade do elenco e a mestura de técnicas conseguindo unha perfecta harmonía no espectáculo...
- Pola complexidade dun texto duro e fermoso, sensible e agresivo, ferinte, doloroso, real...
- Pola maxia das imaxes, dos corpos, da danza, da auga e da chuvia.
O premio do xurado “Carlos Couceiro e Begoña Muñoz” é para a obra: ‘son[h]o dor-mente’, do grupo Teatr’UBI e ASTA de Covilhá, Portugal
- Pola valentía do director...
- Pola sinxeleza do espectáculo...
- Polas actrices e actores , por ser tan novos e ter esa forza e valor para enfrontarse a un traballo tan duro e amosalo con esperanza e ilusión.
A nosa mención é para a obra: ‘Passagem de nível’, do proxecto Palco Pief, Proxecto de formación en teatro e cidadanía da ASTA, de Covilhá, Portugal.

Cumprimentos,
Mafalda Morão
quinta-feira, março 17, 2011
Rui Cardoso profile by Portugal Night
Rui Cardoso, proprietário das discotecas Companhia Covilhã e Indústria Porto, aqui em sociedade com Tó Pereira, depois de provocar a diferença através da qualidade no que diz respeito a qualquer uma das suas casas, começa agora a caminhar para um pleno que o irá naturalmente posicionar na galeria dos melhores. Sendo verdade, que existindo meios qualquer um pode escolher entre o que existe de melhor disponível no mercado – não é bem assim, mas há que para já não complicar muito – começa a tornar-se delicioso, constatar que em cada palpite, Rui Cardoso acerta em cheio, sinal evidente de que mais importante do que mandar é saber mandar.
Detentor da ideia que estes são sonhos que só podem ser levados como negócios, este empresário tem vindo a apostar no sentido de conseguir colocar os seus dois espaços no topo das zonas em que estão instalados e nos segmentos a que se destinam. Com a Companhia refastelada no sofá e o Indústria a subir como mandam as regras, é de acreditar que a partir de Dezembro este empresário do norte comece a pensar em Lisboa e como é dos que só manda fazer o que vai pagar...será garantidamente uma gigante mais valia.
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Coluna de Moda de Daniel Casteleira_cnoticias.net
E porque esta é a primeira entre muitas colunas, nada melhor que revelar já um cheirinho das novas tendências que se avizinham numa Primavera que se espera mais colorida, afável e de esperança.
De esperança está envolta a filosofia Hippie que regressa com largos e longos vestidos numa miscelânea de cores fortes aplicadas em motivos florais, com destaque para o verde-esmeralda, o encarnado-paixão e o azul, usado em todo o género de peças, de forma integral, misturado ou em largas riscas marítimas.
A moda reinventa-se, voltando à inspiração planetária, apostando em pormenores oriundos do Oriente e continuando nas diferentes estampas de animais selvagens.
Transparências, cabedais, néons e tecidos extravagantes saiem às ruas numa profusão e mistura perfeitamente admissível num próprio coordenado.
Etilista Libanês, o artista na mestria de confeccionar vestidos de gala, emprega em todas as suas criações uma verdadeira mistura de técnicas e matérias. Os seus vestidos são considerados verdadeiras obras de arte, cheias de detalhe e bom gosto.
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Histórias (In)Confessáveis da nossa Terra e da nossa Gente_"Mestre Abílio, seu amigo Carriço e o prego do Montalto"

- Mestre, o de sempre?

Quando era ele que atendia o Mestre, fazia-lhe sempre a mesma pergunta:
- O prego, vai comer bem passado ou mal passado?
Pacientemente, o Mestre repetia:
- Bem passado!
No outro dia, lá vinha de novo o Madeirense:
- O prego, vai comer bem passado ou mal passado?
O Mestre andava sem paciência ultimamente, e cansado de ouvir sempre a mesma pergunta, começava a perder as estribeiras. Mas respondia:
- Bem passado!
Entre um assunto e outro, disse para o amigo:
- Éh pá ó Carriço, este gajo anda a gozar comigo. A próxima vez, vou-lhe perguntar se tem tia. E se tiver, já sabes pra onde é que o vou mandar...
Na semana seguinte, lá vem o Madeirense, parecia que o Mestre tinha mesmo razão, o gajo estava mesmo a gozar com ele:
- Olhe lá, o prego, vai comer bem passado ou mal passado?
Aí, o Mestre muito irritado com o gajo, não aguentou e gritou:
- Olhe seu ordinário, quem vai ser comido mal passado é você, se me voltar a fazer essa pergunta!!! (...)continua em Histórias (In)Confessáveis da nossa Terra e da nossa Gente
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quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Histórias (In)Confessáveis da nossa Terra e da nossa Gente_"Ena pá!!! Olha o Zé aqui!!! O Café Primor estava de empregado novo"
"Ena pá!!! Olha o Zé aqui!!! O Café Primor estava de empregado novo. O António, completara 18 anos, tinha sido chamado para o serviço militar, e o Sr.Cunha – dono do estabelecimento - teve que contratar um substituto. O Café Primor, ou simplesmente Primor, era para nós muito mais que um café, era realmente um ponto de encontro. Qualquer intervalo entre as aulas, qualquer cabulada de aula, enfim qualquer sobra de tempo, lá íamos nós para o Primor. Lá namorávamos, estudávamos – por incrível que pareça – fazíamos cábulas para as provas e eventualmente tomávamos café.Quando saíam as notas de final dos períodos, se não eram más de todo, lá íamos nós, comemorar para o Primor, bebendo uns finos sempre acompanhados dos tremoços. O Sr.Cunha, era um sujeito de uns cinquenta anos, sisudo, tinha uma simpatia que se limitava ao bom atendimento. Atendia-nos com competência e atenção, mas não passava muito disso.
Havia um respeito recíproco entre nós. Ele sabia, que cada vez que nos deixava insatisfeitos, trocávamos o açúcar dos pacotinhos, por Alka-Selzer, para “ferver” os cafés dos “fregueses”, ou por sal, para as bicas ficarem mais salgadinhas, ou deixávamos as bisnagas da mostarda semi abertas, que obviamente provocavam uma grande lambuzeira no cliente desavisado. O Zé, o novo empregado, tinha chegado há quatro dias da Peraboa – aldeia localizada perto da Covilhã, onde o Sr.Cunha nasceu e foi criado, e onde habitualmente seleccionava os seus empregados.
O empresário, deu-lhe ali dois dias de treinamento, tendo lhe ensinado o básico: tirar um café, fazer umas sandes, abrir as garrafas e “põe-te a andar que prá frente é que é o caminho”. - Ó Zé “tás” a ver aquela malta na mesa do canto lá do fundo? Toma cuidado com eles, hein... Não lhes dês muita conversa, que os gajos não são “flor que se cheire” – alertava o Sr.Cunha. Aquela malta a que ele se referia, era eu, o Paulo Jorge, o Nuno Ramos, o Pedro Ramos, o Ilídio, o Jorge Carrilho...sempre os mesmos, os do costume, sentados na tal mesa do canto, a fumar um SG Gigante cravado ao Pedro Ramos, pois o nosso já tinha acabado. Lá vem o Zé, com um jeito matarruano, ainda meio pacóvio, todo sisudo, de cabelinho empastelado, e a cara cheia de espinhas, a tirar o pedido: - “Atão” boa tarde, façam o favor de dizer o que vossemecês querem.
-Olha ó Zé são quatro bicas, e um batido Maria Amália, mas não demores que estamos atrasados “prá” aula, ouviste? – digo-lhe eu. O Zé chega perto do balcão e grita, todo senhor de si: - Sr.Cunha, saem quatro bicas e um batido Maria Amália, e já foi se dirigindo a outra mesa para tirar novo pedido. Dali a uns minutos, já estavam no balcão as quatro bicas. O Zé pega o pedido e serve as bicas na mesa dos “bonzinhos”.
- Ó Zé, e o batido Maria Amália? – perguntou o Nuno. - Ó Sr.Cunha, e o batido Maria Amália, sai ou não sai? – gritou o Zé cá do fundo do Café, com a voz toda empostada. - Já vi que acabei de contratar um burro...esse Zé acredita em tudo! – pensa o Sr.Cunha, já emendando uma resposta: - Ó Zé diz lá aos distintos, que a Maria Amália, está agora a batê-lo!!! É melhor irem à aula, que na volta “tá” pronto!!! E assim fez o “obediente” Zé, conosco todos a partir o côco a rir...
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segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Histórias (In)Confessáveis da nossa Terra e da nossa Gente_As procissões dos Passos e da Sexta-Feira Santa

Naquela Sexta-feira Santa, o cortejo, como sempre, saiu da Igreja da Misericórdia, e foi desfilando vagaroza e compassadamente pelas ruas centrais até chegar ao seu término - a Capela do Calvário. Como na época, a cidade não contava ainda com iluminação, os homens carregavam tochas acessas, que provocavam um ambiente ainda mais realista ao momento representado na celebração religiosa.
Na chegada ao Calvário, no momento mais dramático e solene da procissão, o Padre Manel Moleiro, olhando muito sério para a multidão de fiéis, declamava emocionado, aproximando a tocha da figura do Cristo:
- Fostes vós que o açoitaste!
Aproximando de novo a tocha do Cristo, bradava:
- Fostes vós que lhe cuspiste!
Dando mais emoção à cena, chegava a tocha cada vez mais perto do Cristo, e continuava clamando:
- Fostes vós que o crucificaste!
Grita lá de trás o ainda muito jovem, mas já muito bebâdo, Cinco Réis:
- Ó Senhor Prior ande queime-o e depois diga que fomos nós...
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sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Histórias (In)Confessáveis da nossa Terra e da nossa Gente_O "Mestre Abílio"

O Mané era do Dominguiso, e fazendo jus às origens, era negociante de farrapos e afins, e, muito merecidamente, tinha-se tornado um bem sucedido empresário do ramo. No início, tempos de sacríficio, percorria as ruas da Covilhã, apregoando: “peles de coelho ou farrapos que queiram vender”. Mas esses, eram tempos que já iam longe...
Bom de conversa e bom contador de histórias, o Mané desata a contar mais uma, ali à malta:
- Vejam só como são as coisas. Na semana passada, dei uma escapada a Lisboa, que, como vocês sabem que gosto de fazer de vez em quando, e encontro o Mestre Abílio a passear no Rossio, com o seu inseparável charuto no canto da boca.
- Ficamos ali à conversa, fomos beber umas ginginhas e o Mestre convida-me para irmos até ao Casino do Estoril jogar umas partidinhas de chichon, roleta... – vai contando o Mané todo entusiasmado.
- E tu gostas pouco disso, não é? – comentava o Zé Luis.
- Pois é, e vocês sabem como é o mestre. É no tudo ou nada. E vocês já imaginam no que acabou:
- No nada!!! Saíram de lá tesos que nem uns carapaus – adivinha o Zé Luís, dando uma sonora gargalhada.

- Metemo-nos no comboio de volta para Lisboa, logicamente numa carruagem de primeira classe, e eu pergunto ao mestre: “então ó mestre e o bilhete?” “Fica aí quietinho, que se aparecer o revisor, eu conto uma história triste “pró”gajo, fazemo-nos de parolos e pronto. Sempre dá certo, porque é que havia de dar errado agora?- respondeu o Mestre todo senhor de si, demonstrando ter grande intimidade com a capital.
Entretanto a “rodinha” já contava com uns dez, todos atentos à história do Mané Trindade, que de vez em quando diziam:
- Continue, continue Mané.
- Chegados ao Cais do Sodré, sãos e salvos, pois o revisor não apareceu, pergunto eu ao Mestre:”Então ó mestre agora é que são elas...onde é que eu vou dormir? Tô teso, pá!”
- Vejam só vocês o coração grande que tem o mestre – continua o Mané empolgado.
- Diz-me o mestre:”olha ó Mané, não te apoquentes. Vais a dormir ali à Pensão Bem Estar, e dizes que vais ficar no meu quarto, que me apareceu um compromisso e que eu cedi o quarto para ti, ok?”
- Mas e vossemecê? Para onde vai? – perguntei muito curioso.
- Olha ó Mané, agora vai entrar em cena o doutor Abílio. Tás a ver esta bata branca de barbeiro que trago aqui na malinha? Pois é, vou dormir ao Hospital de Sta.Maria, tenho lá sempre um bom quarto à minha espera, tomo um duche de manhã, depois como um belo pequeno almoço, e ainda me chamam de doutor. – contava o mestre ao Mané.
A rapaziada ria a bandeiras despregadas, alguns já se sentavam nos degraus da porta do Montalto escangalhando-se de tanto rir. E aí arremata o Mané:
- E o melhor vocês não vocês sabem. O mestre quando chega para dormir, diz à enfermeira de plantão: “olhe menina, só me acorde, se o caso for muito urgente!”
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quarta-feira, fevereiro 02, 2011
"HISTORIAS (IN) CONFESSÁVEIS DA NOSSA TERRA E DA NOSSA GENTE" por Paulo Pimentel

Frequentou o ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa, mas foi na Faculdade de Administração de S.Paulo que se licenciou em Administração de Empresas.
Trabalhou por 20 anos como executivo na área financeira da Ford e há treze anos é empresário da área telemática.
É casado e pai de dois filhos. Este é o seu primeiro livro
Autor: Paulo Cavaca Pimentel
Editora: ALL PRINT
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HISTORIAS (IN) CONFESSÁVEIS por João Jesus Nunes(...)Através do Facebook, o covilhanense Paulo Pimentel, radicado no Brasil, veio à Covilhã apresentar o seu primeiro livro – “Histórias (In)Confessáveis da Nossa Terra e da Nossa Gente”.
go de futebol; as diabruras no Café Primor, quando o proprietário, Sr. Cunha, se apresentava de mau humor, e lhe trocavam os pacotes de açúcar por sais de fruto, são memórias interessantes.in entre-as-brumas-da-memoria.blogspot.com
quinta-feira, janeiro 13, 2011
sexta-feira, dezembro 10, 2010
SÁBADO, DIA 11, SALÃO NOBRE - APRESENTAÇÃO DA OBRA DE CAMPOS COSTA_Covilhã

Prefaciado por Pinheiro da Fonseca e apresentado por Manuel Mesquita Nunes, este livro reúne variados temas relacionados com a Covilhã, nomeadamente Santa Paula Frassinetti, O movimento musical na Covilhã (1870-1971), A obra de Ernesto de Campos Melo e Castro, A Filha da Senhora Angot, A Fábrica Alçada, Três Cartas Inéditas de Fernando Lopes-Graça, Alcunhas, ápodos e apelidos de conhecidos covilhanenses e Crónicas de Viagem.
Biografia do Autor: De uma família tradicionalmente covilhanense, Campos Costa nasceu a três de Fevereiro de 1929 na cidade do Porto. Veio para a Covilhã com três meses de idade, frequentou o Liceu Heitor Pinto e a Escola Secundária Campos Melo.
Criou em 1961 o Conservatório Regional de Música da Covilhã e dirigiu, de 1966 a 1973, o Coro Misto, o Coro Sacro e o Coro Etnográfico.
Em 1970, por ocasião do Centenário desta cidade, propôs à Câmara Municipal o primeiro Concurso de Piano Cidade da Covilhã, que já vai na nona edição.
Em 1971 é nomeado Delegado da Juventude Musical Portuguesa na Covilhã, cargo que ainda hoje desempenha. Neste âmbito, em 1997, promoveu e levou a efeito o Concurso Internacional de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, do qual prepara actualmente a oitava edição.
Em reconhecimento da sua acção no âmbito da cultura, foi agraciado com as seguintes condecorações: Cavaleiro da Ordem Imperial Bizantina de Santo Eugénio de Trebizonda; Cavaleiro de Justiça e Comendador da Ordem Ecuménica de Malta; Cruz de Honra da Ordem Ecuménica de Malta e Medalha de Prata de Mérito Municipal, atribuída pela Câmara Municipal da Covilhã.
via facebook
quinta-feira, novembro 18, 2010
José Pinho lança o seu primeiro romance - c/som
“A Estátua – A tortura preferida pela PIDE” é o título do primeiro romance de José António Pinho, lançado na Covilhã, numa sessão que contou com a presença de mais de centena e meia de pessoas. “Passados tantos e tantos anos, entendo que é fundamental conhecer melhor o lado, que se tem pretendido esconder, do chamado 'Estado Novo' de Salazar: a opressão, a tortura, o Estado policial – a PIDE - marcas de um regime fascista decalcado dos regimes ditatoriais de Mussolini e Hitler”, explica na nota introdutória da obra.É um “hino à liberdade, ao perdão e ao amor entre os homens”, é assim que José António Pinho descreve o seu primeiro romance “A Estátua”. Um livro baseado em factos reais que retrata os 40 dias vividos nas masmorras da polícia política em Coimbra, em particular os sete dias de tortura. José Pinho decidiu abrir o “baú das memórias” e admite ter chorado durante o processo de escrita. A obra faz um retrato da Covilhã operária que despertava para a realidade da falta de liberdade. Nas várias colectividades da cidade reuniam-se grupos de jovens e “o sentimento de revolta era muito grande”, diz o autor.
O livro faz um retrato político dos anos de 1958/59, mas José Antóno Pinho foi várias vezes detido durante o Estado Novo. Por motivos políticos ou pela sua intervenção no movimento associativo, cumpriu prisão em diversos locais, entre os quais o Forte de Peniche e o de Caxias. Histórias reais que serão vertidas em novos livros do autor que ja estao a ser escritos.
José Pinho acredita que o futuro “se constrói no conhecimento do nosso passado e na lucidez de analisar o presente. A nossa identidade pessoal e colectiva, é, assim, fruto do que fomos, do que somos e do que queremos ser.” A apresentação da obra esteve a cargo do escritor covilhanense Manuel da Silva Ramos.
Ficheiros para Download
domingo, outubro 17, 2010
quinta-feira, setembro 16, 2010
Carlos Xistra no Benfica-Sporting

segunda-feira, agosto 09, 2010
Exposição Fotográfica LINDO MONTE Carlos Pimentel_Belmonte @ Sala de Exposições - Antigos Paços do Concelho

No Judaísmo, o Sol é referido como sendo próprio Fogo Divino, pois o sumo-sacerdote usava no tempo dos hebreus um disco de ouro sob o pei...to, em sinal de respeito e veneração ao Fogo. Contudo, no Cristianismo, o Sol (Luz Celeste) representa Cristo, tendo sido considerado "Sol Invictus" (Sol Invencível).
Mas, por terras de Cabral, o jogo do sol manifesta-se recuperado da sua história e abraça a beleza das coisas que o Homem modelou ao longo de séculos. As imagens de Carlos Pimentel são isso mesmo: transparentes, isto é, tentam representar e elogiar a perfeição de um tempo copioso erguido sob o granito duro do pretérito.
Do monte, ou seja, deste Lindo Monte saiu gente que mudou a geografia do seu tempo. Renovou a esperança do seu povo e conquistou "outros espaços e outras culturas". Por outras palvras, desenvolveu aos Portugueses hegemonia e alento e, assim orgulhou o povo de Belmonte num mar de laços para além do próprio mar. A vila continua intacta, bem como encravada no Interior. Foi e será sempre o princípio e o futuro de todas as coisas.
No clarão sufocante, ardente das fotografias de Carlos Pimentel, na opinião de alguns criticos dizem tratar-se de imagens, que resplandecem segredos e dividem dois mundos: a nudez artística e a violência da cor num certo conflito entre o profano e o religioso. Quer dizer, exprimem uma linguagem metamefórica num lugar quase primitivo, incólume...Nesta simbologia carregada exagero, encontramos origens, que tentam purificar a harmonia da humanidade.
O artista não tem fronteiras, nem tão pouco a única linguagem, mas sim, deslumbramento, explendor e plenitude na forma como nos apresenta um universo quase inteligível.



