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terça-feira, janeiro 04, 2011

“Simplesmente Complicado” De Thomas Bernhard 21:30 | Auditório do Teatro das Beiras_7Jan'11

O Teatro das Beiras acolhe o espectáculo “Simplesmente Complicado” de Thomas Bernhard, numa co-produção Cendrev/Teatro Municipal da Guarda, com encenação de Américo Rodrigues. O espectáculo é apresentado a 7 de Janeiro, às 21:30, no auditório do Teatro das Beiras (Covilhã).

Três cenas, divididas segundo as partes do dia – manhã, meio-dia e fim da tarde: um velho actor está em pé de guerra com o seu passado. Ele sobreviveu a toda a família, mas em conversas solitárias continua as discussões com a esposa, há muito falecida. Até Shakespeare e Schopenhauer se tornaram seus adversários. O seu dia-a-dia decorre agora num quarto degradado, onde recebe a visita de ratos, que vivem por trás de um rodapé. A esses animais atribui nomes como almirante Nelson ou Dönitz até que por fim os quer envenenar. A sua única ligação ao mundo exterior é uma menina de nove anos, que lhe traz leite uma vez por semana, apesar dele abominar leite. Além dele – ela é a única pessoa a poder usar a coroa de Shakespeare, que ele outrora levara consigo como recordação de um espectáculo.

Encenação: Américo Rodrigues
Cenografia e Figurinos: Carlos Fernandes
Música: César Prata
Interpretação: Rui Nuno

Outras informações:
Preço do bilhete: 6 euros (50% desconto para jovens até aos 25 anos, maiores de 65 anos e sócios do Teatro das Beiras) Horário de Bilheteira: A bilheteira abre uma hora antes do início dos espectáculos.

Reservas: As reservas têm validade até 30 minutos antes dos espectáculos. Podem ser efectuadas via telefone, e-mail ou directamente na secretaria do Teatro das Beiras (com o horário 9h30 às 13h00; 14h00 às 18h30).




Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

Travessa da Trapa nº 2, Apartado 261

6200-909 Covilhã

tlf.: 275 336 163 fax.: 275 334 585 tlm.: 963 055 909

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segunda-feira, agosto 09, 2010

Entrevista com Américo Rodrigues_Director do TMG

Rede de teatros é claramente uma ficção Foto Gonçalo Manuel MartinsFoto Gonçalo Manuel MartinsFoto Gonçalo Manuel MartinsFoto Gonçalo Manuel Martins


P – A anunciada cativação de verbas, medida em relação à qual o Ministério da Cultura acabou por recuar, diz muito da insegurança em que trabalha a comunidade artística em Portugal. É assim que entende essa intenção?

R – Mesmo que tivesse sido concretizada, essa medida não atingiria o Teatro Municipal da Guarda (TMG), uma vez que se trata de uma estrutura que não é financiada pelo Ministério da Cultura. Mas, visando os criadores, indirectamente, visaria a nossa actividade. Agora, atingindo, visando os criadores, mesmo que seja apenas ao nível da insegurança criada para quem trabalha na área artística, indirectamente prejudica o TMG, como todas as restantes estruturas, uma vez que nós precisamos dos criadores e precisamos que eles tenham condições para produzirem espectáculos de grande qualidade. Em alguns casos, os criadores artísticos em Portugal apenas sobrevivem. Por outro lado, nas declarações da senhora ministra, há também algo que ainda precisa ser esclarecido: o que ficou dito foi que parte do dinheiro dirigido ao apoio à criação seria transferido para os teatros municipais, arranjando-se assim uma solução para apoiar a sua programação.

P – E essa é uma solução para o financiamento aos teatros municipais?

R – Eu preferia que isto não acontecesse assim, que não fosse necessário tirar algum dinheiro aos criadores para apoiar os teatros municipais. Julgo que, aliás, não será possível fazer isso dessa forma.

P – Esta não seria uma forma de trazer ainda mais instabilidade, mais ruído, ao tecido cultural português?

R – Eu nunca concordaria com uma solução dessa natureza. Nós estamos numa fase de grande confusão ao nível de uma suposta política cultural. Há muito ruído, há muita confusão e continua a ser necessário clarificar. Embora, neste momento, com a nomeação de João Aidos para a Direcção-Geral das Artes, tenham sido [por ele próprio] assumidas áreas fundamentais, nomea-damente no que respeita à concretização da tão falada “rede” de teatros e cineteatros.

P – O facto é que o diálogo parece, uma vez mais, não ser o ponto forte dos responsáveis pela área cultural?

R – É o que parece. Mas eu também já não acredito neste tipo de discurso. Há anos que os directores artísticos dos teatros andam a pedir a atenção do Ministério da Cultura, que não os ouve. Fala-se sempre de uma rede nacional de teatros e cineteatros.

P – Rede que continua a ser uma ficção?

R – É claramente uma ficção. Há equipamentos físicos. Não existe é nenhuma rede estruturante do país, cujos teatros ajam em conjunto, que os relacione, em que se estabeleçam cumplicidades. Isso não existe, a não ser excepcionalmente, em relações de proximidade e parcerias de algumas estruturas. Mas, ao nível do país, não existe. Ao nível de sabermos claramente qual é a rede estruturante de teatro do país, qual é o seu papel, que serviço público deve prestar, qual o caderno de encargos que é necessário cumprir para que o Estado apoie esses teatros. Nada disto existe. E era necessário, imperioso, que passasse a existir com clareza. Mas o Ministério da Cultura teria de apoiar fortemente a criação desta rede. Não esperamos, nem desejamos, que seja tutelada pelo Ministério da Cultura, mas o ministério teria um papel preponderante, motivador. E teria também o papel de viabilizar economicamente esta ideia de rede.

P – Ideia alicerçada num circuito de relações e proximidades, com espectáculos a circular, em rede, pelo país?

R – É essa a ideia de rede. Com os espectáculos, nomeadamente aqueles directamente apoiados pelo Ministério da Cultura, a fazerem uma circulação nacional. Mas o que há agora é apenas um conjunto de equipamentos, uns melhores que outros, sem regras. Não há qualquer ordenamento ao nível de território na área da cultura, cada director artístico trabalha isoladamente, numa espécie de campeonato para ver qual é o melhor teatro. No entanto, como lhe digo, há excepções.

P – Que excepções?

R – Nós próprios, no TMG, fazemos parte dessas excepções, porque colaboramos regularmente com outros teatros. Mas não há uma rede nacional e é fundamental que haja.

P – Essa é uma ideia absolutamente estruturante, não apenas na área teatral, mas ao nível da política cultural em geral. Porque os teatros municipais existem para promover numa comunidade…

R – O acesso à cultura. Há companhias de teatro e dança que trabalham e, em alguns casos, são directamente apoiadas pelo Ministério da Cultura, portanto seria normal que não se limitassem a fazer um ou dois espectáculos no seu sítio de criação, mas que pudessem circular por todo o país. A senhora ministra chama-lhe mercado. Mas a verdade é que seria de todo conveniente que várias produções pudessem alargar o seu público através desta rede de teatros. Rede que não seria apenas criada para fazer circular espectáculos, mas também para promover iniciativas de formação, para reflectir e levar à prática projectos educativos, cooperações internacionais. Depois, há uma evidência: os espectáculos ficariam todos muito mais baratos.

P – Rentabilizar o investimento cultural da melhor forma, levando-o ao maior número possível de pessoas?

R – Exactamente. Este é o ovo de Colombo, mas parece que ninguém o quer pôr de pé.

P – O que é que falta então?

R – Não sei. Eu acho que já foi demonstrado em diversas circunstâncias as vantagens de uma rede deste tipo. Eu julgo que o que impede, para lá da vontade política, que agora parece existir, é a falta de dinheiro. Porque é preciso que o Estado, através do Ministério da Cultura, invista, mas exigindo a comparticipação das câmaras municipais. Porque, do ponto de vista racional, parece estar tudo explicado. O melhor era acreditar nesta rede, a integrar cerca de 20 teatros, distribuídos pelo país, para que fossem teatros de referência. Isto sem que haja da parte do ministério qualquer vontade em a tutelar artisticamente.

P – O TMG tem sido, nos cinco anos que conta e ao que todos os indicadores dizem, uma das boas excepções?

R – Não basta eu declarar, embora eu o faça, que o TMG é um teatro de referência. Os programadores do país estão, há algum tempo, a reflectir nas chamadas boas práticas. Boas práticas que identificamos relativamente ao TMG, que presta, claramente, um serviço público – permite o acesso a actividades culturais numa cidade do interior –, tem uma programação diversificada, sem ser comercial [porque o Estado só tem a obrigação de pagar as actividades que não se pagam a si próprias], não apenas na área dos espectáculos, mas também na promoção da leitura e, principalmente, no trabalho educativo que, para nós, que não temos esse entendimento redutor, não é apenas dirigido às crianças.

P – Deve dirigir-se a outros públicos, que não os habi-tuais de uma estrutura cultural?

R – Exactamente. Aos idosos, ao público normalmente esquecido, a públicos marginalizados, afastados das dinâmicas culturais. Mas, regressando aos factores que fazem do TMG a tal referência, não podemos esquecer que tem uma equipa técnica, tem uma equipa artística, tem uma estrutura de criação. E, sobretudo, tem uma forte relação com a comunidade.

P – E essa relação com a co-munidade é fundamental?

R – É. E isso quero destacar, porque sei que muitos teatros não têm este tipo de preocupação. Ou seja, como se a cultura tivesse, de alguma forma, um valor intrínseco e toda a gente de imediato reconhecesse isso. E não é assim. O programador põe em causa diariamente as suas escolhas e tem por obrigação chegar a outros públicos, envolver mais pessoas. Errar e a seguir “errar melhor”, como diz Beckett. A nossa preocupação com o envolvimento da comunidade é diária, ao ponto de promovermos outras actividades, que decorrem fora do teatro, relacionando-se directamente com as pessoas.

P – O vosso envolvimento vai para lá da apresentação de projectos e chega à criação?

R – Exacto. Nós já desenvolvemos vários projectos. E o próximo vai chamar-se “Guarda: a República” e terá um grande envolvimento dos agentes locais, dos escritores aos músicos, bailarinos e actores, de forma a criarem um espectáculo comunitário, reforçando, assim, essa ligação e fazendo com que o teatro seja uma coisa a que estas pessoas pertencem.

P – O TMG existe com o apoio da Câmara Municipal da Guarda?

R – O nosso accionista principal é a Câmara Municipal da Guarda. Sem esse apoio determinante, não era possível existir este teatro municipal. Porque nós fomos abandonados – nós e outros teatros municipais – pelo Ministério da Cultura. Que criou a ideia de uma rede, mas que, olhando para a realidade, é apenas um conjunto de edifícios espalhados por todo o país. E a Câmara da Guarda é, neste particular, uma excepção, porque definiu há muito tempo que um dos vectores principais do desenvolvimento da cidade passava pela cultura. Por isso tem o TMG, uma biblioteca com um nome poderosíssimo, Eduardo Lourenço, um Centro de Estudos Ibéricos, com as universidades de Coimbra e Salamanca. Apostou na cultura como um factor de desenvolvimento.

P – E essa intenção tem sido concretizada?

R – Tem. Não quer dizer que este tipo de apoio esteja isento de críticas. Eu desejava que o apoio fosse ainda mais forte, mas percebo que a minha cidade não tem essa possibilidade e, por isso também, este discurso de alguma forma recorrente de que o ministério tem de olhar para estes casos em que as câmaras se empenham totalmente no desenvolvimento cultural e precisam da solidariedade do Governo, visto estarem a cumprir serviço público.

P – Estamos a falar do interior do país. Logo, também, de um problema grave de desertificação. Que papel cabe aqui às estruturas culturais?

R – Eu muitas vezes tenho um discurso profundamente político. Não estou afastado destes temas, antes pelo contrário. A desertificação é um problema grave, mas eu conheço hoje muitas pessoas que partiram há anos para Coimbra, para Lisboa, e que agora regressam à Guarda, dizendo que já há propostas e alternativas garantidas. É um pequeno contributo, mas é um contributo, como o é no caso da economia local. A Guarda tem hoje uma atractividade global, em termos de qualidade de vida, que muitas cidades grandes não têm.

P – Há também a internacionalização, já concretizada com Espanha.

R – Por um lado, o TMG pertence à Rede de Teatros de Castilla y León. Por outro lado, temos uma parceria com a Feira de Teatro de Castilla y León. Eu sou membro do júri e desempenho um papel de sugerir a inclusão de grupos portugueses que vão à feira de teatro, que é um grande festival, e depois circulam por Espanha. Mas, o principal é que nós somos parceiros da Junta de Castilla y León na área da cultura, concorrendo a programas transfronteiriços, com vários projectos aprovados e a decorrer, como o (recente) festival de blues, produções teatrais, um festival de marionetas, iniciativas de formação. E isso se, por um lado, nos enche de orgulho, por outro, caindo na tentação de ser um pouco demagógico, faz-nos pensar no facto paradoxal de termos um financiamento governamental por via de Espanha e não o termos do Governo português. E isto devia fazer pensar o Governo português na área da cultura.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Fim de semana de espectáculos na Beira Interior_Teatro das Beiras_“A Neve” 26 de Fevereiro 14:30 e 21:30 Teatro Municipal da Guarda

O espectáculo “A Neve”, construído a partir de cinco contos de Vergílio Ferreira: O Encontro, A Palavra Mágica, A Fonte, A Galinha e A Estrela. São histórias que, interligadas, revelam um humor triste e alguma nostalgia em relação à condição humana. Memórias de um tempo, que não foi assim há tanto tempo, em que o coração dos homens era frio como a neve.




Adaptação, dramaturgia e encenação: José Carretas | Interpretação: Fernando Landeira, Pedro Damião, Pedro da Silva, Rui Raposo Costa, Sónia Botelho e Teresa Baguinho | Cenografia: Nuno Lucena e José Carretas | Música Original: Telmo Marques | Figurinos: Margarida Wellenkamp | Desenho de luz: Joana Oliveira

Com os melhores cumprimentos,Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Teatro Municipal da Guarda_A britânica Dani Wilde encerra o Festival de Blues da Guarda dia 20fev'10

No sábado, dia 20 de Fevereiro, chega ao fim o InBlues – Festival de Blues da Guarda com um furacão feminino vindo de Inglaterra e que dá pelo nome de Dani Wilde. A artista inglesa sobe ao palco do Pequeno Auditório às 21h30 para encerrar da melhor maneira a quarta edição deste festival, promovido anualmente pelo TMG.

A primeira abordagem de Dani Wilde à música foi fazendo os coros da cantora folk britânica Maddie Prior que ficou tão impressionada que a convidou para fazer a primeira parte dos seus concertos. Este foi o ponto de partida para uma carreira a solo como guitarrista desde 2003. Os Blues são a sua paixão. Ao TMG Wilde vem apresentar o seu primeiro disco de originais, editado pela Ruf Records em 2008 e intitulado “Heal my blues”.

«Como guitarrista sou sobretudo inspirada por Buddy Guy e Peter Green, mas como vocalista sou verdadeiramente influenciada pelos artistas soul como Stevie Wonder, Sam Cooke ou Otis Redding», refere Dani Wilde a propósito da sua música. A artista inglesa refere mesmo que os Blues não são um território exclusivamente masculino…. « Bonnie Raitt e Deborah Coleman, Susan Tedeschi e Shemekia. Estas e outras mulheres inspiraram toda uma nova geração de jovens músicos, como eu ou como outras artistas femininas da Ruf Records como Erja lyytinen e Joanne Shaw Taylor.

JAN > MAR
VERSÃO ELECTRÓNICA
DOWNLOAD

Boletim BIS
FEV > MAR
VERSÃO ELECTRÓNICA
DOWNLOAD.

teatromunicipaldaguarda.blogspot.com

tmg.com.pt

sexta-feira, janeiro 08, 2010

TINDERSTICKS FALLING DOWN A MOUNTAIN REINO UNIDO_SÁBADO 6 fev GRANDE AUDITÓRIO 21H30_GUARDA_TMG


SÁBADO 6 GRANDE AUDITÓRIO 21H30
MÚSICA 15€ [sem descontos, exceptuando 50% para amigos tmg] 75M M/12
Co-produÇÃo: TMg / diferentes ritmos, produtores associados



Os Tindersticks nasceram em Nottingham, Inglaterra. Stuart Staples é o frontman desta banda que conquistou em terras lusas, desde 1995, ano do primeiro concerto em Portugal, um número alargado de seguidores. Com uma moldura instrumental característica, a melancólica e sedutora voz de Staples é a promessa de algo que apenas pode ser um grande momento musical. O lançamento de “Falling down a mountain” precede e motiva esta passagem pelo nosso país.

www.tindersticks.co.uk
www.myspace.com/tindersticksofficial

Agenda de janeiro a março DE 2010 , em versão
electrónica, disponível para download, aqui

tmg.com.pt





quarta-feira, dezembro 16, 2009

O cabaret de “French Swing Café” na apresentação da nova programação do TMG

Na quinta-feira, dia 17 de Dezembro, o TMG promove, a partir das 21h30, no Café Concerto, uma festa de apresentação da nova programação do teatro relativa aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2010.


E, logo depois de apresentada a nova agenda sobe ao palco do Café Concerto o espectáculo com ambiente de cabaret intimista “French Swing Café” com cantora Sylvie Canape às 22h00. Espectáculo que é também “um carrossel sonoro a girar, enorme, entre Paris, Lisboa, Nova Iorque e Rio de Janeiro”. Edit Piaf dá o mote para uma viagem sem limites, onde o imaginário parisiense sereinventa com o swing dos anos 20, 30 ou 40 que remete para a idade de ouro do jazz.

A festa da apresentação da nova Programação do TMG tem entrada livre.
Publicado por Teatro Municipal da Guarda

quinta-feira, setembro 10, 2009

Orquestra de "não-múscos"!_TMG_Guarda




Aqui encontrará toda a informação sobre esta "estranha" orquestra e como pode inscrever-se e ser um dos "não-músicos" a comemorar com o TMG no palco do Grande Auditório o Dia Mundial da Música! Inscrições gratuitas até 16 de Setembro, na bilheteira do teatro.

terça-feira, janeiro 27, 2009

O cinema de Telmo Martins na próxima "Janela Indiscreta"_TMG_27jan09

Na próxima sessão da tertúlia cinéfila "Janela Indiscreta", o TMG apresenta, através do seu Serviço Educativo, o "Cinema de Telmo Martins".


Para ver no Pequeno Auditório, na Terça, dia 27 de Janeiro, às 21h30, onze curtas-metragens deste jovem realizador, natural da Covilhã, com destaque para o filme premiado "Rupofobia". A sessão vai contar com a presença do cineasta na conversa final e tem entrada livre.

Na foto, o realizador Telmo Martins


quarta-feira, julho 09, 2008

TMG@Suzanne Vega [EUA] JUL • QUA 9 • 21h30 • G.A.


Suzanne Vega foi catapultada para a ribalta com o tema Luka, em 1987, ano em que obteve três nomeações para os Grammy Awards, incluindo o de Disco do Ano.

Apesar de ter mais de 20 anos de carreira, continua a considerar-se uma “rapariga tímida”. Estudou dança contemporânea na High School for the Performing Arts de Nova Iorque, mas foi um concerto de Lou Reed a que assistiu em 1979 que a fez querer arriscar uma carreira na música.
Beauty & Crime, vencedor do Grammy para Melhor Produção (não clássica) em 2008, é o sétimo trabalho de originais desta norte-americana. O álbum tem como inspiração a cidade de Nova Iorque, e as canções misturam o som melódico da guitarra acústica com batidas sintetizadas.

Em colaboração com a Solo Agency



quinta-feira, novembro 15, 2007

"Hamlet Light" hoje15.Novembro, no Teatro Municipal da Guarda,

NOV • QUI 15 • 21h30 • Palco do Grande Auditório
PROJECTO JOVENS ARTISTAS JOVENS

Hamlet Light
de Vvoitek Ziemilski
Teatro • 5€ • 75m • M/12

A criação de um filme em tempo real. Hamlet Light mostra o processo de rodagem e edição ao vivo de um trailer de um espectáculo de Hamlet que nunca vai chegar a acontecer. Os espectadores vêem a preparação das cenas, as próprias cenas interpretadas, a filmagem e ao mesmo tempo a captação e edição do filme. No fim são apresentadas duas versões do trailer, com cerca de dois minutos cada.

Encenação Vvoitec ZiemiLskI • Assistência de Encenação Tânia Leonardo • Realização Patrícia Leal • Concepção da Cinematografia Patrícia Leal/ Sérgio Brás de Almeida • Música/Sonoplastia João Bordeira • Cenografia/Coordenação estética Verónica Conde • Desenho de Luz Duarte Sousa • Interpretação Carlos Custódio, Eduardo Frazão, Maria João Machado, Telmo Bento e Marta Inocentes • Co-produção Cotão associação Cultural e João Garcia Miguel Unipessoal

http://www.tmg.com.pt/

http://www.teatromunicipaldaguarda.blogspot.com/

sexta-feira, agosto 31, 2007

TMG Guarda_Acto Seguinte



PROGRAMA COMPLETO AQUI

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SET • SÁB 1 • 21h30 • PEQUENO AUDITÓRIO

ACTO SEGUINTE – FESTIVAL DE TEATRO DA GUARDA
Minetti
de Thomas Bernhard
CamaleÓn y Ernesto Calvo Producciones [Espanha]
Teatro • 5€ [Assinatura do festival: 17€] • 70m • M/16
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SET • SEX 7 • 21h30 • Grande AuditÓrio
FANFARE CIOCARLIA [ROMÉNIA]
Música • 10€ • 90m • M/4

A Fanfare Ciocarlia é uma orquestra de metais constituída por onze elementos, originária da pequena aldeia de Zece Prajini, na Roménia. Trata-se de uma espectacular fanfarra cigana de tradição balcânica. É uma das bandas mais requisitadas para actuar em todo o mundo em festivais de world music, e já foi objecto de um documentário do cineasta alemão Ralf Marscalleck que mostra o paradoxo entre a vida na aldeia e o alarido de um espectáculo em Tóquio ou em Londres. A Fanfare Ciocarlia orgulha-se de ser “a mais rápida do mundo”, interpretando solos de clarinete, saxofone e trompete que chegam a ter mais de 200 batidas por minuto.

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SET • SÁB 15 • 21h30 • Grande Auditório
ACTO SEGUINTE - FESTIVAL DE TEATRO DA GUARDA
Buuu! – Yllana

[ESPANHA]

Teatro • 7,5€ [assinatura do festival: 17€] • 70m • M/6

Buuu! é a nova proposta dos Yllana, que com o seu humor habitual, nos conta a assombrosa aventura do mago Dracool na sua tentativa de reverter um fatídico feitiço. Buuu! é um espectáculo cheio de fantasia e magia. É um espectáculo que recria o lado mais cómico de sempre das histórias de terror. Tenha medo…tenha muito medo! Depois de 666 e de Star Trip, Buuu! é o regresso dos Yllana ao Festival de Teatro da Guarda com uma peça para o público familiar. A companhia espanhola, formada em 1991, utiliza o humor sem palvras, recorrendo à linguagem acelerada das onomatopeias, criando um mundo surrealista, onde tudo pode acontecer.