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sexta-feira, março 11, 2011

Protesto da Geração À Rasca...nós vamos e tu! 12 de Março 2011


Manifesto
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.

Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida. Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.

Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.

b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.

c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico. Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal. Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.

Braga – Avenida Central, junto ao chafariz

Castelo Branco – Alameda da Liberdade (Passeio Verde)

Coimbra – Praça da República

Faro – Largo S. Francisco

Funchal – Praça do Município

Guimarães – Largo da Oliveira

Leiria – Fonte Luminosa

Lisboa – Avenida da Liberdade > Praça Luís de Camões

Ponta Delgada – Portas da Cidade

Porto – Praça da Batalha > Praça D. João I

Viseu – Rossio, em frente à Câmara Municipal

sexta-feira, março 04, 2011

Fotocopiadoras e Impressoras da UBI_Correio do Leitor

Exmos senhores do blog mafia da cova

Venho por este meio mostrar a minha indignação com uma situação que se passa na UBI, onde sou aluna. Há mais de um mês que as fotocopiadoras e impressoras da UBI estão avariadas em todos os pólos e serviços, o que obriga os alunos a deslocarem-se ao exterior nos quiosques e papelarias da zona para os quais tem sido um negócio chorudo. Não se compreende que neste cenário de crise económica, em que muitos alunos já não tem dinheiro para pagar as propinas e são obrigados abandonar o ensino superior, a Universidade não tenha a capacidade de manter um serviço mínimo essencial para os seus alunos.


Despeço.com estima

Luisa Aragones

segunda-feira, dezembro 29, 2008

CORREIO DO LEITOR_Ana Maria de Jesus Monteiro

São bastas as suspeitas vindas a público, nos últimos tempos, acerca da actuação da Câmara Municipal da Covilhã: a instalação do novo Parque de Feiras de S. Miguel, no Bairro do Cabeço no Tortozendo, com a mutilação e abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegidas por lei (Decreto-Lei n.º 169/2001, de 25 de Maio); a consumação de “atentado ambiental” pelo abate de mais de um povoamento de 3000 sobreiros numa área classificada, pela pretensão de expandir a zona industrial do Tortozendo, quando existem alternativas de localização do empreendimento; as trapalhadas da campanha “Covilhã, cidade cinco estrelas” onde se desviam fundos públicos do LEADER+ , destinados ao desenvolvimento rural, para promover a cidade sob a forma de cartazes por toda a cidade, anúncios no estádio municipal e em publicações como o ‘Público’, ‘Visão’, ‘Caras’, ‘Lux’, ou na revista de bordo da TAP; e mais recentemente, o apontar de irregularidades, pela Direcção de Agricultura do Centro, numa casa construída pelo autarca covilhanense junto ao aeródromo municipal, irregularidades essas que se baseiam em violações ao Plano Director Municipal da Covilhã, tendo ignorando e desrespeitando várias normas previstas nesse mesmo plano, o que a ser verdade poderá e deverá conduzir à perda de mandato de Carlos Pinto.

Em relação a este último e mais recente caso, o presidente da câmara da Covilhã optou, até ao apuramento da verdade, por não participar nas sessões de câmara. Apesar do que todos nós já sabemos, esta decisão, em termos práticos, nada é de consequente, pois que, tudo o que vai a aprovação dessas sessões de câmara é cozinhado antecipadamente, acto para o qual Carlos Pinto não se recusou publicamente, servindo essas sessões para tudo aprovar com a ajuda recorrente das vozes abstencionistas dos vereadores do PS, mas… ainda assim, o Bloco de Esquerda da Covilhã não reconhece a Carlos Pinto qualquer tipo de legitimidade para abrir um conflito, por uma questão pessoal, abusando de intermitências de maquiavelismo, onde todos os covilhanenses são trincheira para a sua chantagem e agressão para com a Procuradoria Geral da República, escudando-se de forma absurda atrás de um cargo público.

Ora é nosso entender que em vez de se tentar vitimizar e de se tentar validar junto da populaçãocovilhanense e, vez de andar sempre a gritar que é fogo posto, permanecendo agarrado ao poder, Carlos Pinto, se tivesse alguma vergonha, deveria já ter pedido a suspensão imediata do seu mandato autárquico até à clarificação de todas estas situações, ou será que tem medo das perdas de posição no seu precário e labiríntico baralho de cartas?

A Deputada Municipal do Bloco de Esquerda da Covilhã
Ana Maria de Jesus Monteiro

quinta-feira, outubro 11, 2007

Toma lá um terreno e ainda 211€

Na acta de reunião de câmara, do dia 20-04-2007, é possível ler o seguinte ponto:

(clica para ampliar)

Será que alguém me pode explicar, porque é que sendo a futura Escola Internacional da Covilhã, uma futura escola privada, porque é que o terreno onde está a ser implementada/construída foi doado pelo município em vez de ter sido comprado pela empresa que vai gerir a mesma?

Mas veja-se o que tinha sido publicado antes na imprensa escrita:

O líder do GPS, António Calvete, assinou na quarta-feira, dia 13, um contrato com a autarquia, através do qual a Câmara Municipal da Covilhã cede um terreno de 15 mil metros quadrados pelo valor de 400 mil euros. (Urbi et Orbi - Edição nº. 359 de 2006-12-19)

Pelos vistos, de cedência de 15.000m2, por 400 mil euros, passou a doação de 18.450m2...

Mas ainda falta dizer algo... onde está a ser feita a referida Escola:


Por acaso não era para esse local que estava planeada a piscina do complexo desportivo, tal como está ainda divulgado no site da CMC:

COMPLEXO DESPORTIVO DA COVILHÃ (INFRA-ESTRUTURAS)

O programa de trabalho para a segunda fase prevê a implementação de dois polidesportivos, enquanto a terceira e última fases contemplam a construção de cortes de ténis, circuitos de manutenção e uma piscina de água quente.

Então, pelo que se pode perceber, a população da Covilhã, perde um pedaço do seu complexo desportivo, que teria pavilhões e piscinas, para "nascer" nesses terrenos uma escola privada!

E será que há tantos alunos na Covilhã (e arredores), para uma infraestrutura deste género? (os dados apontam para 800 alunos neste estabelecimento). Ou será que esta escola, não vai aniquilar ainda mais, as escolas públicas do concelho?

Enfim, vamos dar tempo ao tempo, porque agora já não há volta a dar...

Já agora, se eu algum dia quiser um terrenozito para construir uma loja, um pavilhão industrial, ou outra coisa do género, será que vou ter igual comportamento por parte do município? Duvido...

PS: gosto em especial da parte que diz: "a Câmara, considerando o inegável interesse dos objectivos específicos do projecto"... bla bla bla...

quarta-feira, agosto 22, 2007

Resultados

Hoje lembrei-me de pôr aqui os resultados de 2 sondagens feitas recentemente aqui na máfia.