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segunda-feira, junho 27, 2011

C.M.COVILHÃ: PASSIVO ULTRAPASSA 135 MILHÕES DE EUROS

São estas as contas efectuadas pela bancada do PS depois de conhecidos os resultados da autoria externa ao perimetro de consolidação orçamental efectuado à autarquia pela empresa “Grant Thornton e Associados”
Na última reunião pública da autarquia, os socialistas ainda solicitaram o agendamento posterior do tema uma vez que, alegam, não tiveram tempo para analisar os documentos. Argumento que o presidente em exercício da autarquia não aceitou. Pedro Silva refere que "os docuimentos estavam disponiveis para consulta mais de uma semana antes da reunião e portanto houve tempo mais que suficiente para a sua consulta; por outro lado há aqui uma questão legal que obriga à sua aprovação antes do final do mês e não está prevista a realização duma nova reunião da câmara em Junho".

Para o líder da bancada socialista "apesar da falta de tempo para a análise deste docuimento o relatório é bem claro; o passivo da câmara da Covilhã ultrapassa os 135 milhões de euros". Vítor Pereira considera que estes números "vem comprovar todas as reservas e preocupações que sempre manifestámos em relação à situação financeira da autarquia que ficam confirmadas desta forma".

Preocupações que o vereador com o pelouro das finanças na autarquia desvaloriza. Luís Barreiros considera que "o PS está a fazer mal as contas uma vez que está a somar parcelas e a contabilizar deferimentos e não é dessa forma que se apura o passivo que é aquilo que o PS quer analisar". O autarca sublinha que o passivo da câmara "tem actualmente os mesmo valores que foram apresentados na última assembleia municipal; 93 milhões de euros, menos 40 milhões do que as contas que a oposição está a fazer".

Rádio Cova da Beira

quarta-feira, junho 08, 2011

Feira de São Tiago a pagar

Este ano paga-se "preço simbólico" diz a Câmara
A Câmara da Covilhã vai, este ano, implementar entradas pagas na Feira de São Tiago, que se realiza em Julho no espaço do Complexo Desportivo. A confirmação foi deixada na passada sexta-feira, 3, pelo autarca covilhanense, Carlos Pinto.
“Em princípio será assim. Vamos alterar um pouco um processo, como aliás, hoje em dia, em feiras que tenham espectáculos que envolvam um certo custo, isso acontece” afirma o autarca. Que promete “um preço simbólico” nos dias normais do certame e um custo um “pouco mais significativo” nos dias dos espectáculos. “Isto tem custos e temos que os minimizar” afirma Carlos Pinto, que contudo lembra que existem também alguns patrocínios que ajudarão a emagrecer o orçamento do certame, como por exemplo, do Continente, que patrocinará um concerto, à partida, com Tony Carreira. A feira terá um cartaz “mais significativo” de espectáculos ao fim-de-semana, com “músicos de nomeada que serão apresentados oportunamente”.
Ao que se sabe, em cima da mesa estão nomes como os Deolinda, José Cid e Quim Barreiros, para além do já citado Tony Carreira.

Notícias da Covilhã

É ridículo cobrar entrada para se passear numa feira que a única coisa que oferece aos seus visitantes são tendas de produtos de contrafacção e roulotes de farturas, que certamente já pagam uma taxa para ali estar. Uma coisa é cobrar para assistir a um concerto/espectáculo outra coisa é cobrar uma entrada num recinto que mais parece um mercado semanal à segunda feira numa qualquer vila portuguesa. Aliás a Feira de S. Tiago tem sido um evento na cidade que tem decaído nos últimos anos e primado pela falta de qualidade. Lembro-me de há uns anos ter associada a Covifeira onde as empresas da região tinham uma montra para os seus produtos/serviços, para além de torneios desportivos que se organizavam para as crianças da cidade. Por mais simbólica que seja a entrada cobrada é simplesmente ridículo.

quarta-feira, junho 30, 2010

«Urbanismo 5*» Covilhã





Boas tardes!

Agradecia, se assim o entenderem e considerarem relevante, que publicassem no blog este mail que vos envio.


Falando de Urbanismo 5*, venho dar mais um exemplo do bom planeamento de construção que vinga nesta cidade.
Muitos exemplos não fazem mal a ninguém, sendo apenas atentados a paisagem, neste caso em concreto, já ha quem saia prejudicado.

Na Rua Centro de Artes no edifício assinalado na imagem com uma seta vermelha, existe um conjunto de apartamentos "Frente" que apenas têm janelas para o lado que a mesma seta vermelha indica.


Ora quando estes apartamentos foram vendidos, existia um plano de construção, que era aceitável e não "magoava" ninguém. Neste plano original, o espaço amarelo era destinado a construção de um novo edifício (Primeira imagem-1.jpg).

Quis então o destino que tal plano fosse abandonado, sem se saber muito bem porque, e foi efectuada uma permuta de terrenos, o que levou a que o plano de construção deste novo magnifico edifício seja o seguinte (segunda imagem-2.jpg):




Esta imagem reflecte o actual PDM, e sim o novo edifício pelo menos nesse mesmo PDM não se encontra alinhado com nenhum outro.

"Ora e qual é o mal? Que pode ter piorado nessa deslocação de alguns metros?" podem os mais desatentos perguntar. Eu explico:

Primeiro existe um conjunto de moradores que apenas tem janelas para aquele lado, e como tal, com este novo modelo de construção, estes vão ser privados completamente de qualquer luz solar, já que apenas durante o período da tarde o sol entra nas referidas casas precisamente pelo local onde agora será construído um edifício bastante mais alto. Esta pode ser uma questão pouco relevante, mas acreditem que perder a alegria da luz natural durante o dia, que os moradores davam como garantida há já vários anos, pode ser bastante deprimente, já não falando do valor patrimonial que as habitações agora obscuras irão perder, pois pouca gente gosta de viver engavetada entre dois prédios, com janelas apenas para essa mesma visão, a do "engavetamento".

Segundo, o prédio assinalado com a seta vermelha, quando foi construído, foi pensado para ter um edifício ao lado, e deste modo não foram tomadas as devidas precauções de isolamento da fachada que se encontra ao descoberto. Deste modo os moradores das facções esquerdas, sofrem de graves problemas de infiltração de humidade, que neste ultimo ano se tornaram em infiltrações de agua da chuva. O orçamento para remendar este problema, é superior a 5mil euros, e terá de ser suportado pelos moradores na sua totalidade.

Toda a gente tem noção que o planeamento da construção desta zona nova da cidade nunca foi grande coisa por diversos motivos, eu pelo menos ainda não encontrei quem me dissesse o contrario. Mas o que é deveras surpreendente é que havendo consciência destes erros se continuem a fazer atrocidades a todo o vapor, prejudicando alguns para belo beneficio dos empreiteiros.

Assinado:
Um dos moradores da zona

terça-feira, abril 13, 2010

quinta-feira, março 11, 2010

"CENTRO DE LIMPEZA DE NEVE NÃO FUNCIONA"

Câmara Municipal da Covilhã não poupa nas críticas ao funcionamento do centro de limpeza de neve. A autarquia não se conforma com o deficiente funcionamento daquele serviço uma vez que, sempre que ocorre o fenómeno de queda de neve, as principais estradas de acesso ao maciço central e às pistas de esqui da Torre ficam interditas à circulação rodoviária por largos períodos de tempo.

Para Luís Barreiros "é fundamental dotar o centro de limpeza de neve dos adequados meios técnicos e humanos para acabar com este tipo de constrangimentos pois não é de todo compreensivel que, quando há queda de neve, as estradas fiquem vários dias intransitáveis e os turistas fiquem impedidos de aceder à serra, nomeadamente às pistas de esqui".

O autarca acrescenta que "esta situação não é nova mas vamos, uma vez mais, mostrar a nossa insatisfação junto da governadora civil, do ministério das obras públicas e das estradas de Portugal no sentido de obter respostas definitivas para este problema".

Para Luís Barreiros é fundamental encontrar uma solução para este problema "nem que para tal seja necessário recorrer à privatização do serviço que é uma das soluções apontadas pela empresa concessionária do turismo" no maciço central.


RCB

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

"A factura da água na Covilhã aumentou - Verificou? Comparou? Foi Informado (a) ?"

É de facto motivo de revolta. Não sei se a imprensa escrita da nossa região irá dar destaque ao texto que envio como anexo. Daí a necessidade da maior divulgação possível. Num Concelho com tanta água e num ano de tanta pluviosidade o que justifica os aumentos verificados na factura?

Só a ganância e o lucro fácil podem justificar aumentos de 8%. Aqui está um dos efeitos da venda de 49% da ADC a uma das empresas do grupo Somague que, lembre-se, também tem a concessão do tratamento das águas residuais (esgotos) - Águas da Serra e os silos do Pelourinho e shoping do Sporting - Parc C

(Quem administra a Covilhã ?????)

Quando lutámos contra a privatização tínhamos a noção de que iríamos pagar a água mais cara. Mas.... nem todos perceberam isso. Contudo recolhemos 6.000 assinaturas contra o negócio. Apesar disso o Sr Pinto, utilizando a maioria PSD, concretizou o negócio. Ficou com uns milhões de Euros para obras de utilidade e necessidade duvidosa e ....assim se renovam mandatos à custa da venda do património concelhio e do esforço da população que se traduz, neste caso, na factura de água.

É preciso e necessário informar e denunciar mais este "mete a mão no bolso" na população do Concelho quando "o cenário" montado pelo grande capital que nos desgoverna é o de congelamentos de salários e de reformas.

É necessário dizer ao Sr Pinto que já basta de atropelos e que já estamos fartos da sua politica municipal,assim como dos outros a nível nacional, de subjugação aos interesses dos privados lixando as populações.


Vitor Manuel Reis Silva,
Eleito do PCP na Assembleia Municipal da Covilhã

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Pela calada e sem aviso prévio, o PSD na ADC e na Câmara da Covilhã agravam a situação económica dos Covilhanenses e das suas Instituições. Um golpe baixo e vergonhoso. A prova da vergonha e da falsidade está na ausência de qualquer aviso aos consumidores e à população em geral.

Apesar do tarifário de água, saneamento e resíduos da Covilhã ser o mais elevado do Distrito e um dos mais caros do País, a maioria PSD, insensível uma vez mais às dificuldades dos Covilhanenses, aumentou de forma brutal os preços a aplicar em 2010.

Aumentos que, no caso de um consumo doméstico de 10m3/mês, representam uma subida de 9%.

Aumentos que, no caso de um pequeno consumidor comercial com um consumo de 20m3, sobem 11,7%.

Também para as instituições sem fins lucrativos e para as instituições da administração central, que engloba entre outros, os estabelecimentos escolares, o preço da água sobe mais de 8%.

Efectuar um contrato de água em 2010 custa mais 5%, passando para 90,48€.

Tais aumentos, várias vezes superiores à inflação estimada para 2010 – 1,3% - contrasta com as promessas feitas no passado pela maioria PSD de que a detenção da maioria do capital das Águas da Covilhã por parte do município, associada à garantia de indexação do preço da água e serviços à taxa de inflação, seriam suficientes para evitar a prevalência do interesse lucrativo do parceiro privado.

Nada mais falso!

Estes aumentos são ainda mais chocantes quando a generalidade dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas estão confrontados com uma grave crise económica e social marcada por baixos salários e reformas, endividamento, falências, desemprego galopante e quebra do poder de compra.

O PCP condena veementemente estes aumentos, exige a sua imediata revisão para valores de acordo com os aumentos salariais e a inflação prevista, relembra que estão por cumprir as promessas de criação de uma tarifa para famílias numerosas e de alargamento do primeiro escalão de consumo sem aumento de preços, no sentido de atenuar as crescentes dificuldades que os trabalhadores e os covilhanenses enfrentam.

Mais uma vez se confirma que o PCP tinha razão quando afirmou e denunciou que a venda dos 49% da ADC aos privados era uma negociata, ou seja, um negócio ruinoso para a população do Concelho. Só com o regresso da ADC para a gestão pública é que é possível evitar a “gula” dos privados e garantir a água a preços acessíveis à população num Concelho onde ela não falta.


Comissão Concelhia da Covilhã do PCP

Fevereiro de 2010

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Teatro-Cine - Negócio fechado

A câmara municipal da Covilhã já acordou a acordo com os proprietários do Teatro Cine para a compra do imóvel por um valor próximo dos 2 milhões de euros
O anúncio de que a autarquia iria avançar para a compra do imóvel foi feito por Carlos Pinto no dia 20 de Outubro de 2007. O presidente da câmara da Covilhã tornava pública a ideia de abandonar a construção de um novo centro de artes e a intenção de recuperar o edifício e transformá-lo no teatro municipal da Covilhã.

Dois anos depois, na campanha eleitoral para as autárquicas de 2009, Carlos Pinto garantia que o negócio estava praticamente concluído e o contrato só viria ser assinado depois da realização desse acto eleitoral.

A proposta foi agora apresentada na última reunião privada do executivo e contempla a aquisição de todo o edifício à excepção do espaço do antigo “Café Montalto”, onde actualmente funciona uma instituição bancária por um valor a rondar os 2 milhões de euros.

Para Vítor Pereira, líder da bancada do PS, "a primeira vista este este é um excelente negócio que a autarquia concretizou depois de vários meses de conversações. Trata-se de um edifício histórico e que pode dar um grande contributo à dinamização do centro da cidade".

A assinatura do contrato de aquisição do imóvel deve ser celebrada nas próximas semanas e o presidente da autarquia vai convocar uma reunião extraordinária para que a câmara se possa pronunciar sobre o tema antes da conclusão do negócio. Até lá Carlos Pinto garante que não vai fazer comentários públicos sobre o assunto "já prestei hoje informações ao executivo sobre a forma como as negociações decorreram, mas só posso acrescentar mais promenores depois da assinatura do contrato".

Logo que o contrato seja assinado, a autarquia vai avançar com o projecto de requalificação do imóvel. Um investimento de 7 milhões de euros que contempla a redução da lotação da sala de 1000 para 600 lugares, o aumento da área de palco e a construção de 3 novas salas; funcionamento também como centro de espectáculos e congressos.


RCB

Este edifício merece ser devolvido à cidade que continua a não ter um espaço para espectáculos digno desse nome. Depois dos devaneios à volta do Centro de Artes, quantos anos precisaremos mais para ter uma casa de espectáculos à altura da cidade? Enquanto não tivermos, restam-nos as alternativas mais próximas como o TMG na Guarda ou o CAE de Portalegre...

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Demolir porquê?



Retomamos o tema da demolição da ponte ferroviária do Corges, construída no século XIX, que a REFER tem em lista de espera para o abate. Um escândalo com hora marcada e com a conivência da sociedade civil covilhaneinse, pejada de basbaques, que se estão nas tintas para o que resta da seu património histórico. Atavismo que não surpreende, depois de anos a fio, assistirem impávidos ao saque e delapidação da sua memória colectiva.
Adicione-se ainda, alguma imprensa regional, pactuante com a deriva e o afã destrutivo dos amanuenses camarários, mais uma oposição que tem vindo a assobiar para o lado com um melancólico encolher de ombros. Em suma: o que resta da memória histórica da Covilhã está entregue à bicharada. Mas se outros calam, falemos nós.
No meio desta tragédia, sobra a blogosfera e redes sociais para mostrar a indignação e por cobro aos dislates da REFER / CMC.
Salvemos pois a ponte ferroviária do Corges, património de todos.

Igespar arquivou processo cuja abertura foi atribuída a um "lapso"_Tapada do Dr. António_Covilhã_Serra da Estrela

O director do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), Gonçalo Couceiro, decidiu, na sequência de um parecer do conselho consultivo do instituto, arquivar o processo de classificação da Tapada do Dr. António, na Covilhã.


A abertura do processo tinha sido determinada pelo seu antecessor no cargo, o actual secretário de Estado da Cultura, que, depois de receber uma carta do presidente da câmara local (PSD), solicitando o cancelamento da decisão, veio dizer que afinal tinha sido um "lapso".

No parecer do conselho consultivo, da autoria de Vasco Massapina, o arquitecto começa por dizer que este órgão de consulta "analisou todos os antecedentes constantes do processo, bem como as informações e as opiniões das individualidades que acompanharam a proposta de classificação, concordando genericamente com a preocupação e a proposta de preservação do bem". Ainda assim, e depois de uma série de considerações genéricas em que não há qualquer menção deste caso concreto, o relator conclui que, "relativizando o valor do objecto em apreço (...), é no contexto municipal que deve ser promovida uma eventual distinção".

Esta decisão contraria todos os pareceres recolhidos pelo Igespar desde Agosto de 2008, na sequência do pedido, feito por um dos proprietários do terreno no Parque Natural da Serra da Estrela, de abertura do processo de classificação do sítio conhecido como Tapada do Dr. António. Foi aliás com base nalguns desses pareceres, nomeadamente do chefe da Divisão de Estudos Patrimoniais e Arqueocências, que o então director do Igespar, Elísio Summavielle, determinou, em Março de 2009, que se procedesse à abertura do processo.

Em Julho, depois de ter recebido uma carta do presidente da Câmara da Covilhã solicitando o "cancelamento da abertura do procedimento administrativo para classificação", Elísio Summavielle produziu um despacho dizendo que tinha havido um "lapso" porque, no seu entender, o processo devia ter sido instruído pela Direcção Regional de Cultura do Centro. Este recuo levou Luís Alçada Baptista, um dos proprietários da Tapada do Dr. António, a interpor uma acção popular junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco com vista à anulação ou declaração de nulidade da decisão, "repondo-se assim a eficácia do despacho de abertura do procedimento de classificação".

A acção fundamenta-se no facto de "em nenhum dos diplomas que fixam as competências das Direcções Regionais de Cultura se encontrar qualquer menção à necessidade de consulta desses serviços em momento anterior ao despacho de abertura do procedimento de classificação desencadeado junto do Igespar", pelo que o ofício invocando o tal lapso "é ostensivamente ilegal".

O parecer do conselho consultivo do Igespar, com data do passado dia 20 de Janeiro, defende que, no caso da Tapada do Dr. António, "a mais adequada e eficaz classificação é a de interesse municipal, competindo à autarquia pronunciar-se". Autarquia essa que pretende construir no local a Barragem da Ribeira das Cortes, para abastecimento de água ao concelho da Covilhã, obra que só poderá avançar se for prorrogada a Declaração de Impacte Ambiental de 2006, o que poderia ser inviabilizado pela abertura de um processo de classificação.

domingo, janeiro 31, 2010

quantos!!!

"Ou como o mesmo assunto é intitulado de forma tão díspare

pelos três pasquins regionais:"

Noticias da Covilhã: UBI já formou 159 médicos. Destes, 36 ficaram no Interior.

O Interior: Apenas oito novos médicos formados na UBI em internato comum na região


Jornal do Fundão: UBI formou mais 59 novos médicos 1o por cento ficam na região


terça-feira, janeiro 19, 2010

Sanatório - PROJECTO NÃO FOI ENTREGUE

Presidente da câmara da Covilhã desmente Luís Patrão. O presidente da “Turismo de Portugal” garante que o lançamento do concurso público para a recuperação do antigo sanatório dos ferroviários aguarda apenas luz verde da câmara da Covilhã.
Luís Patrão diz que "cabe à autarquia a aprovação do projecto e os documentos já estão entregues para aprovação. Logo que esse passo esteja terminado, o que já não deve demorar muito tempo, estamos em condições para lançar o concurso público ainda este ano".

Questionado sobre o tema no final da última reunião pública do executivo covilhanense, Carlos Pinto foi peremptório "isso não é verdade; os elementos não foram todos entregues na câmara e essa questão deve ser remetida à Enatur que é a entidade responsável pela concretização do projecto"


RCB

quinta-feira, janeiro 07, 2010

«Carlos Pinto diz ao DN que, dentro de 15 dias, o processo deve estar concluído...e frisa,o congresso extraordinário poderá evoluir para electivo»


Direcção estuda alternativa ao congresso extra

A maioria dos 'vices' do partido discorda da realização do congresso extraordinário. Ainda que Ferreira Leite tenha apoiado a ideia

A Comissão Permanente do PSD reúne-se amanhã e terá sobre a mesa a tentativa de encontrar uma alternativa à convocação de um congresso extraordinário desencadeada por um conjunto de autarcas sociais-democratas, liderados por Carlos Pinto, e por Pedro Santana Lopes, através da recolha de 2500 assinaturas de militantes.

Segundo fonte da direcção laranja, na última reunião daquele órgão, na terça-feira passada, a maioria dos vice-presidentes de Manuela Ferreira Leite (à excepção de Rui Rio, que não participou na reunião) manifestaram reservas em relação ao congresso extraordinário. Sobretudo por considerarem que o partido ficaria mal perante o País ao realizar dois congressos quase em simultâneo; o desencadeado pelos militantes e que, muito provavelmente, determinará a data das eleições para a liderança; e o que se seguiria às directas para escolha dos órgãos dirigentes e esvaziado de conteúdo.

A mesma fonte admitiu ao DN ser provável que amanhã a direcção tome "alguma iniciativa" para evitar esta situação e adianta que Manuela Ferreira Leite já conversou com Santana Lopes sobre o assunto. Tanto mais que a líder social-democrata apoiou a ideia do antigo líder do PSD logo no dia em que este anunciou, através do Sol, que ia desencadear o processo de recolha das 2500 assinaturas. Santana já o fez, pedindo aos subscritores da convocação do congresso que os estatutos do partido estejam em debate. O que abre a porta à discussão sobre o fim da eleição directa na escolha do presidente do partido (ver texto ao lado).

Os autarcas do PSD, liderados por Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, que em Novembro pediram a convocação de um congresso extraordinário, reúnem-se no próximo sábado na Ericeira, concelho de Mafra, precisamente para fazerem o ponto da situação sobre a recolha das assinaturas para a reunião magna. Carlos Pinto diz ao DN que, dentro de 15 dias, o processo deve estar concluído.

No encontro da Ericeira, os 16 autarcas envolvidos - entre os quais António Capucho (Cascais) que foi o primeiro nome de Manuela Ferreira Leite ao Conselho Nacional - vão analisar a possibilidade de apresentar uma moção ao congresso. Estes militantes sociais-democratas também querem discutir o modelo de escolha da equipa dirigente e da líder do partido. Carlos Pinto frisa ao DN que o congresso extraordinário poderá evoluir para electivo, caso os Estatutos sejam alterados pelos delegados nesse sentido.

Os autarcas sociais-democratas defendem ainda a construção de um bloco político, que congregue o CDS, para gerar uma alternativa de governo ao País e a definição de um programa urgente, entre outras coisas, para a economia, finanças públicas e justiça.

"O discurso do Presidente da República não é só para ser respeitado, tem de ser ouvido", afirma o presidente da Câmara Municipal da Covilhã.

Diário de Noticias
4 jan'2010

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Carlos Pinto é peremptório "eu meto o estado em tribunal".

CARLOS PINTO FAZ AVISO

O presidente da câmara municipal da Covilhã admite a hipótese de vir a intentar uma acção judicial contra o Estado. Em causa atrasos no pagamento de várias obras que tiveram apoio comunitário.

Na última reunião da assembleia municipal da Covilhã, Carlos Pinto referiu que "o valor dessa dívida ronda 1 milhão e 900 mil euros e diz respeito a várias obras que nós já executámos na integra como as piscinas do Teixoso, as escadinhas de Santo André e a estrada Teixoso-Sarzedo-Verdelhos". O presidente da autarquia acrescenta que já escreveu uma carta ao primeiro ministro para lhe dar conta dessa situação e caso não haja resposta, Carlos Pinto é peremptório "eu meto o estado em tribunal".

Na missiva enviada a José Sócrates o presidente da câmara da Covilhã deu ainda conta da insatisfação que sente face à distribuição de verbas provenientes de fundos comunitários "entre 1998 e 2009 as câmaras de Castelo Branco e da Guarda receberam cada uma mais 44 milhões de euros que a Covilhã" e também sobre os baixos índices de execução no QREN "na região centro essa execução já devia ser superior a 30 por cento e apenas vamos em 0,8".

RCB

terça-feira, dezembro 22, 2009

Agência de Promoção Turística - PS DA COVILHÃ REAGE

Uma tentativa inaceitável de enfraquecer o pólo de turismo da Serra da Estrela". É desta forma que a concelhia do PS da Covilhã reage ao anúncio de criação, por parte da câmara municipal, de uma agência de promoção turística.
Em nota enviada à comunicação social, o PS diz estranhar que Carlos Pinto "nada tenha dito sobre o assunto nas últimas reuniões da autarquia e da assembleia municipal que estiveram reunidas no mesmo dia em que a criação dessa agência tenha sido feita através dos órgãos de comunicação social". Para além disso a comissão politica da Covilhã questiona se "terá sido uma resposta política a uma decisão juridica, exactamente um dia depois de o tribunal administrativo e fiscal de Castelo Branco não ter dado provimento a uma providência cautelar apresentada pela autarquia".

Para os socialistas "a criação desta agência é um acto de má gestão e que vai agravar a difícil situação financeira da autarquia".

Neste comunicado, a comissão política do PS da Covilhã apela à autarquia que tenha "uma atitude mais prudente, no sentido de abandonar esta ideia e de regressar rapidamente ao pólo de turismo da Serra da Estrela".

RCB

quinta-feira, novembro 19, 2009

Instituto da Água diz que não há razões para alarme sobre eventual falta de água

O presidente do Instituto da Água garantiu, esta quarta-feira, dias depois de o presidente da câmara da Covilhã ter admitido racionar a água se não chovesse, que não há razões para alarme porque o problema tem a ver com o sistema de abastecimento de água da autarquia.

Orlando Borges, presidente do Instituto da Água, diz que o problema da água na Covilhã tem a ver com as opções de abastecimento da autarquia

Orlando Borges afirma que para já não é necessário tomar medidas quando ao níveis reduzidos de água nas barragens do Algarve

A câmara da Covilhã fez uma opção de não integrar aquele município no abastecimento integrado, optando por fazer as «suas infra-estruturas», nomeadamente duas barragens, disse.

Orlando Borges adiantou que não recebeu qualquer solicitação par parte da câmara da Covilhã, depois do presidente daquela autarquia, Carlos Pinto, ter culpado o Ministério do Ambiente pela situação.

O presidenta do Instituto da Água disse que teve apenas contactos com a autarquia a propósito dos projectos que estão pendentes para as duas barragens.

«Eu julgo que essa situação pode ser encontrada com alternativas pontuais», sendo que «as câmaras têm planos de contingência», considerou.

Num altura em que as barragens no Algarve estão também com níveis reduzidos, Orlando Borges considerou que para já não há também neste caso razão para adoptar qualquer tipo de medida

ouvir notícia

tsf.sapo.pt

terça-feira, novembro 10, 2009

segunda-feira, novembro 09, 2009

Dialectos Serranos II

Saistende-mes cá iuns conas da mãe!!

quarta-feira, outubro 28, 2009

Canhoso - Assalto a clube dá prejuízo de 35 mil euros

Os balneários e o acesso à Zona VIP das instalações do Grupo Desportivo de Canhoso, na Covilhã, foram assaltados e vandalizados por desconhecidos, que causaram um prejuízo de cerca de 35 mil euros.

"Levaram tudo o que era ferro, alumínio e cobre", revelou ontem o presidente do clube, José Vaz, adiantando que os actos de vandalismo se vêm repetindo "desde há alguns meses".

Os ladrões arrombaram e furtaram as quatro portas do balneário, levando ainda esquentadores, bengaleiros, chuveiros e torneiras.


Correio da Manhã

Foi com admiração que eu li esta noticia, porque sou morador no Canhoso e não ouvi falar em nada, se aconteceu, é pena estes actos continuarem a acontecer, visto que é so mesmo para estragar,mas, acho estranho que um Campo de Futebol, abandonado a mais de 5anos, onde ja não ha balizas, onde ja não ha vedação do campo, e que inclusive foi retirado ao grupo desportivo, por ordem do proprietario e depois do tribunal, se possam guardar 35mil euros.....o recinto apenas tinha 2esquentadores..os bengaleiros e as tornarem foram então avaliadas por uma boa quantia...se o recinto não é propriedade do Grupo, porque permaneceram lá objectos de tanto valor...durante tanto tempo??
Leitor Anónimo

Eu fiquei foi admirado com a Zona VIP das instalações!

sexta-feira, outubro 09, 2009

Iluminação cénica da Câmara da Covilhã, custou 59.991,00€ !!!!!

59.991,00 foi quanto pagámos pela "iluminação cénica" do edifício da Câmara. Obra ostenatória que terá custado 6 (seis) vezes mais que a iluminação da Estrada Municipal 504 - Cantar-Galo ou 10 (dez) vezes mais que o equipamento de iluminação pública para a Estrada Nacional 230, desde o cruzamento da Rua Mateus Fernandes até aos Penedos Altos, por exemplo. Prova de que a arte efémera continua a ser a prioridade do executivo PSD liderado por Carlos Pinto.



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Mafia Yuotube