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“Ay, Carmela!”, é hoje um texto teatral que ganhou foros de referência obrigatória quando tratamos de abordar a criação dramatúrgica dos finais do Séc. XX. Com edições traduzidas para inúmeros idiomas (alemão, francês, grego, inglês, sueco, turco, entre outros), este texto tem dado origem a um conjunto indistinto de criações teatrais um pouco por todo o mundo.e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
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Dois investigadores da diáspora científica portuguesa partem para os EUA no rasto de um personagem histórico, protagonista de um crime. O trajecto é sinuoso e parco em evidências, mas é agora tempo de trazer a lume as conclusões. A sua curiosidade, rigor e método criaram condições ímpares para a investigação. Já o objecto de estudo, por sua vez, tem o rigor de uma carinária ou de um burrié, mas nem isso os faz desanimar. Com um nível obsessivo de dedicação e uma criteriosa gestão de não se sabe bem o quê, evitam o fracasso a todo o custo. No entanto, um problema de objectividade parece comprometer seriamente os resultados. Um puzzle-palestra em que dois actores e um músico seguem ao ritmo esquivo do show must go on. Só precisam de uma oportunidade: Molusco – Ideas worth spreading.e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
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Durante o Verão a formiga trabalhou sem descanso para armazenar comida para o Inverno.e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
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Qual é a morada da imaginação? Onde a podemos encontrar e falar com ela?e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
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MammaMia !", pensa o director Pimpinelli. Para além de Carbonara, o cozinheiro, do moço de pista, um palhaço muito pateta e Paulina, a mulher mais gorda do mundo, não lhe resta nada… Mas, o espectáculo tem de continuar! E continua. Mas de que jeito!!! Venha divertir-se, ao som de música ao vivo, com números de malabarismo, acrobacia, palhaços, equilíbrio, monociclo, magia cómica e muitos contratempos…e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
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Adaptação teatral da novela de Roland Dubillard “Confessions d'un fumeur de tabac français”. Trata-se de uma abordagem poética e surrealista do acto de fumar. Um fumador inveterado tenta a experiência de deixar de fumar e resolve descrever a sua experiência por escrito. As suas reflexões, metáforas e associações, enquanto se encontra privado do tabaco, levam-no a um estado de desespero profundo, chegando ao ponto de encarar os seus fracassos sentimentais e sexuais como uma consequência da abstinência.e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt
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A(c)tordoado, Sit Down Comedy (porque eu não sei fazer Stand Up) fala-nos, de uma maneira divertida e com um humor de alguma forma contundente, da vida de um actor em Portugal. È uma crítica satírica à forma como hoje, no nosso país, encaramos o trabalho do actor e o papel do teatro na sociedade.
Texto e Interpretação :
Sofia Bernardo
Duração:
50 mn
M/12
12 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Peripécia Teatro, “Remédios Santos Sem Princípios Activos”,
de Ángel Frágua, Noelia Dominguez e Sérgio Agostinho
13 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Filipe Crawford – Produções Teatrais. “Confissões de um fumador
de tabaco francês”, de Roland Dubillard
15 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Al MaSRAH Teatro, “Eu hei-de crescer e, depois, tu vais ver”,
a partir de um conto tradicional (“Os dois príncipes”,
in Contos Populares Alentejanos, de António Thomaz Pires)
16 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “A Casa da Imaginação”, criação colectiva
17 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Jangada Teatro, “A Cigarra e a Formiga”, de Luiz Oliveira
18 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Projecto Ruínas, “Molusco”, criação colectiva
19 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “Ay Carmela!”,
de José Sanchis Sinisterra
20 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Companhia de Actores,
“ONNI –Objecto Náutico Não Identificado”,
criação colectiva
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Todos temos papões. Os dela vivem dentro da cama, bem lá no fundo dos lençóis, onde os pés (ainda) não chegam e está muito escuro. Nunca os viu, mas imagina que estão lá, sossegados, à espera que a luz se apague para aparecerem. Serão bichos? Falarão? Terão pêlo, orelhas compridas e um monte de braços? Terão fome, boca sequer?! Como não os conhece, não consegue parar de se fazer perguntas… E não consegue dormir. Uma noite – enviado por Não-Se-Sabe-Quem, primo afastado do João Sem Medo e de outros famosos heróis corajosos das histórias antigas – ele vem para ajudá-la a conhecer o medo. Mas, cansado dos ultrapassados Homem-do-saco, Lobo Mau, velhas bruxas e fantasmas, fica fascinado pelo que ela diz haver no fundo da sua cama… A curiosidade e a coragem ultrapassam o medo e os dois embarcam numa (arriscadíssima!) viagem pelo escuro desconhecido do fundo da cama.
Encenação: Sofia Cabrita
Interpretação: Filipe Seixas e Vânia Silva
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DIAS FELIZES é um maravilhoso poema de amor, o canto de uma mulher que ainda quer ouvir e ver o homem que ama.” Winnie é uma personagem que cria o seu presente a partir de fragmentos de uma existência anterior. Está a afundar-se na terra. No Acto I está enterrada até à cintura, e passa o tempo entre a campainha que toca para acordar e a que toca para dormir tentando envolver Willie – o seu companheiro – na conversa, evocando memórias de uma vida anterior, em que a mobilidade era possível, contando histórias a si própria e remexendo nos seus objectos dentro do saco. O seu conflito interior reside no facto de o seu interlocutor lhe poder falhar e ter que passar a falar sozinha, coisa que não poderá suportar. Na condição em que se encontra, é absolutamente necessário que encontre forma de passar o tempo “à moda antiga”, de forma a minimizar as adversidades que enfrenta, dia após dia. Assim, não pode parar de falar, para se obrigar a não pensar no que a atormenta, como não pode prescindir dos seus objectos, recordações palpáveis do que ela já foi e pode (enquanto os puder usar) continuar a ser, vivendo assim um “dia feliz” de cada vez.
Encenação: Júlio Castronuovo
Interpretação: Isabel Bilou e Rui Nuno
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Adaptação dramatúrgica e encenação: Susana Teixeira
Interpretação: Ana Rodrigues, Adriano Bailadeira, José Soutino, Verónica Barata, Vítor Pires.
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