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terça-feira, outubro 25, 2011

Apresentação FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ 2011

O Festival de Teatro da Covilhã 2011 acontece de 1 a 12 de Novembro de 2011 na Covilhã. Organizado pelo Teatro das Beiras, o Festival de Teatro da Covilhã tem uma programação especial para a infância e juventude, uma programação para o público em geral, uma exposição e espectáculos de música.


O Festival de Teatro da Covilhã entendido como um meio de divulgação do teatro na Beira Baixa, deverá permitir em primeiro lugar, aos seus habitantes, o contacto com alguns dos melhores espectáculos que se produzem anualmente no país. Paralelamente o Festival de Teatro da Covilhã continuará a apostar na fixação do público existente, através da diversificação das propostas teatrais e a formação de novos públicos com uma aposta clara em espectáculos dirigidos à infância e juventude que contribuam para o seu enriquecimento cultural e intelectual.

Caso deseje alguma informação, contacte-nos.


PROGRAMA
TEATRO DAS BEIRAS – 21h30



01.Novembro: “Dona Pura e os Camaradas de Abril”
Co-produção do Teatro das Beiras e Trigo Limpo–teatro ACERT

04.Novembro: “O Último Acto” – Companhia de Teatro de Braga

05.Novembro: “Remendos” – Teatro do Montemuro

11.Novembro: “O Regresso de Natasha”
Co-produção do Teatro Eléctrico e Companhia Teatral do Chiado

12.Novembro: “Dª Maria, A Louca” – A Barraca

ESPECTÁCULOS P/ INFÂNCIA 10h30 - 11h e 14h30



02.Novembro: “O Rei-Menino”– Teatro das Beiras

03.Novembro: “Estória Abensonhada”– Teatro Extremo

07.Novembro: “O Romance da Raposa” – Jangada Teatro

08.Novembro: “Eu hei-de crescer e depois tu vais ver” – Al-Masrah Teatro

09.Novembro: “A Lenda do Menino da Gralha” – Teatro do Mar

10.Novembro: “Matemática para quê”” – Bica Teatro

ESPECTÁCULOS DE MÚSICA – 23h



04.Novembro: Django Tributo - Sextexto de Hot Jazz

12.Novembro: NAU (Música Popular Portuguesa)

EXPOSIÇÃO 1 a 12 Novembro

Memórias curtas_textos e fotografias de Joaquim Nabais

Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da SilvaTeatro das BeirasTravessa da Trapa nº 2, Apartado 2616200-909 Covilhãtlf.: 275 336 163 fax.: 275 334 585 tlm.: 963 055 909

e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt

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sexta-feira, novembro 19, 2010

Hoje 19 Novembro 21h30_Teatro das Beiras_ “Ay Carmela!”, de José Sanchis Sinisterra Duração: 135 mn M/16

“Ay, Carmela!”, é hoje um texto teatral que ganhou foros de referência obrigatória quando tratamos de abordar a criação dramatúrgica dos finais do Séc. XX. Com edições traduzidas para inúmeros idiomas (alemão, francês, grego, inglês, sueco, turco, entre outros), este texto tem dado origem a um conjunto indistinto de criações teatrais um pouco por todo o mundo.

Situando a acção num contexto de confronto de carácter político e ideológico, num momento particularmente difícil para a história da humanidade, “Ay, Carmela!”, propõe-nos uma reflexão sobre questões e temas absolutamente intemporais.

A condição da arte e dos seus protagonistas perante as circunstâncias envolventes do poder. A ética dos valores não discricionários, a cultura democrática das sociedades contemporâneas, os movimentos sociais, têm em “Ay, Carmela!”, um desafio à memória como exercício de fecunda aprendizagem.

Perdidos numa noite de nevoeiro e fome, dois anónimos “artistas de variedades”, caem em território “inimigo”. Aí, em troca da “liberdade”, são obrigados a apresentar o seu espectáculo às tropas vencedoras e aos prisioneiros vencidos. Que fazer à representação para “sobreviver” em tão díspar plateia? Como resistir ou ceder sem abalar a dignidade?

José Sanchis Sinisterra na indagação pelos territórios obscuros da teatralidade, dos seus limites e fronteiras, organiza um “material cénico” desafiador da sensibilidade e inteligência dos espectadores.

Encenação: Gil Salgueiro Nave | Interpretação: Fernando Landeira e Sónia Botelho
Cenografia e Figurinos: Luís Mouro | Desenho de Luz: Vasco Mósa

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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

Travessa da Trapa nº 2, Apartado 261

6200-909 Covilhã

tlf.: 275 336 163 fax.: 275 334 585 tlm.: 963 055 909

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Programação Completa

quinta-feira, novembro 18, 2010

Hoje 18 Novembro 21h30_Teatro das Beiras_Projecto Ruínas, “Molusco”, criação colectiva_Duração: 55 mn M/12

Dois investigadores da diáspora científica portuguesa partem para os EUA no rasto de um personagem histórico, protagonista de um crime. O trajecto é sinuoso e parco em evidências, mas é agora tempo de trazer a lume as conclusões. A sua curiosidade, rigor e método criaram condições ímpares para a investigação. Já o objecto de estudo, por sua vez, tem o rigor de uma carinária ou de um burrié, mas nem isso os faz desanimar. Com um nível obsessivo de dedicação e uma criteriosa gestão de não se sabe bem o quê, evitam o fracasso a todo o custo. No entanto, um problema de objectividade parece comprometer seriamente os resultados. Um puzzle-palestra em que dois actores e um músico seguem ao ritmo esquivo do show must go on. Só precisam de uma oportunidade: Molusco – Ideas worth spreading.


Projecto transdisciplinar teatral. Existente desde 2001 tem-se vindo a depurar formalmente, continuando porém a aprofundar as temáticas centradas no ser humano – falível, moralmente corrupto, emocional, sarcástico e verdadeiro.

Encenação: Francisco Campos | Texto: criação colectiva
Interpretação: Miguel Antunes, Francisco Campos | Música: Ricardo Freitas
Figurinos: Andreia Rocha | Espaço Cénico: Sara M. Graça
Desenho de Luz: Nuno Patinho | Design Gráfico: Miguel Rocha

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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

Travessa da Trapa nº 2, Apartado 261

6200-909 Covilhã

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quarta-feira, novembro 17, 2010

17 de Novembro_11h00 | 14h30_Teatro das Beiras,Jangada Teatro, “A Cigarra e a Formiga”, de Luiz Oliveira_ Duração: 50 mn M/4

Durante o Verão a formiga trabalhou sem descanso para armazenar comida para o Inverno.

Enquanto isso, a cigarra só se interessou em cantar e divertir-se.

Mas o tempo quente chegou ao fim e com ele veio o frio. A cigarra que não tinha guardado nada nos meses quentes, foi pedir à porta da formiga.

Rogou-lhe que lhe emprestasse alguns grãos até voltar o aceso estio.

A formiga pergunta, pois, à pedinte o que fizera durante o Verão. Respondendo a cigarra que cantava noite e dia, a toda a hora. Dizendo a formiga; cantava, pois dance agora.

Texto e Encenação Luiz Oliveira
Interpretação Patrícia Ferreira e Vítor Fernandes
Música Alberto Fernandes
Bonecos Luiz Oliveira
Desenho de luz Nuno Tomás

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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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terça-feira, novembro 16, 2010

16 de Novembro_14h30_Teatro das Beiras, “A Casa da Imaginação”, criação colectiva_Duração: 50 mn M/6

Qual é a morada da imaginação? Onde a podemos encontrar e falar com ela?

Contratámos três dos melhores exploradores do mundo. Exploradores que se aventuram numa floresta à procura de um objecto valioso que há muitos anos ficou esquecido numa gruta. A viagem demorou alguns meses. Descobriram muitos tesouros, mas do que eles se vão lembrar não é das riquezas que encontraram, mas sim da viagem que fizeram para lá chegar. Uma viagem tortuosa, com caminhos curvos, cheios de altos e baixos onde encontraram o bem mais precioso que possuímos: a nossa imaginação.

A morada onde ela vive continua a ser um enigma que apenas podemos descobrir se a procurarmos dentro de cada um de nós.




Criação Colectiva
Interpretação: Pedro Damião, Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Teresa Baguinho | Figurinos: Joana Oliveira | Desenho de luz: Joana Oliveira

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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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segunda-feira, novembro 15, 2010

13 de Novembro_11h00 | 14h30_Teatro das Beiras_Companhia Marimbondo, “Circo Mamma Mia”_Duração: 50 mn Para todas as idades

MammaMia !", pensa o director Pimpinelli. Para além de Carbonara, o cozinheiro, do moço de pista, um palhaço muito pateta e Paulina, a mulher mais gorda do mundo, não lhe resta nada… Mas, o espectáculo tem de continuar! E continua. Mas de que jeito!!! Venha divertir-se, ao som de música ao vivo, com números de malabarismo, acrobacia, palhaços, equilíbrio, monociclo, magia cómica e muitos contratempos…

Criação Colectiva
Interpretação: Eva Cabral, José Baltazar, Bernardo Malabarista, Det Schafft
Cenografia: José Baltazar
Figurinos: Eva Cabral e Fernanda Tomé


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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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sábado, novembro 13, 2010

Hoje 13 de Novembro_21h30_Teatro das Beiras_ 2010 _Filipe Crawford Prod.Teatrais_“Confissões de um fumador de tabaco francês”, de Roland Dubillard

Adaptação teatral da novela de Roland Dubillard “Confessions d'un fumeur de tabac français”. Trata-se de uma abordagem poética e surrealista do acto de fumar. Um fumador inveterado tenta a experiência de deixar de fumar e resolve descrever a sua experiência por escrito. As suas reflexões, metáforas e associações, enquanto se encontra privado do tabaco, levam-no a um estado de desespero profundo, chegando ao ponto de encarar os seus fracassos sentimentais e sexuais como uma consequência da abstinência.

Por fim resolve voltar a fumar, mas a reflexão sobre o tabaco irá continuar, desta vez fumando, levando o fumador a um estado de delírio permanente, entre o sonho e a realidade, pretexto para mais reflexões existenciais absurdas, cómicas e grotescas. Filósofo de formação, Roland Dubillard é um dos mestres mais originais da corrente do Teatro do Absurdo Francês. Foi pela primeira vez apresentado em Portugal pela FC Produções Teatrais, através de vários espectáculos dedicados à sua obra “Les Diablogues”, que em Portugal foram apresentados com o título “Os Monstros Sagrados”, continuando esta saga em espectáculos posteriores da companhia sempre com os “Monstros” Rui Paulo e Filipe Crawford. Da sua obra a FC apresentou também a peça “Andorinhas Ingénuas”. Agora com este projecto pretende-se criar um espectáculo para um actor, uma bailarina e um músico que reúna os registos do teatro do Absurdo e da Standup Comedy, com encenação e interpretação de Filipe Crawford.

Duração: 90 minutos
M/16

Autor: Roland Dubillard Adaptação e Encenação: Filipe Crawford Cenografia e Figurinos: Ana Brum Musica: João Sousa Coreografia: Leonor Beltran Assistencia de Encenação: Raúl Cruz Desenho e Operação de Luz e de Som: Sérgio Melo Interpretação: Filipe Crawford, Nádia Santos e João Sousa

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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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quinta-feira, novembro 11, 2010

Hoje 12 de Novembro_21h30 Auditório Teatro das Beiras_Festival de Teatro da Covilhã 2010 _Peripécia Teatro, “Remédios Santos Sem Princípios Activos”

Peripécia Teatro, “Remédios Santos Sem Princípios Activos”, de Ángel Frágua, Noelia Dominguez e Sérgio Agostinho

Duração: 80 minutos
M/12



Quem nos cura? São os Remédios ou os Santos? Será a Nossa Senhora dos Remédios?

“Os Santos funcionam de forma muito esquisita… São uns dos mais antigos efeitos placebo da história da medicina” diz a certa altura o Guarda-Mor da Morgue dos Mortos de Marca.

O que são os Remédios Santos? Remédios do Povo. Daqueles que se vão transmitindo de boca em boca curando ao longo de gerações, sem estarem sujeitos a qualquer tipo de patente. “É Remédio Santo!” disse a S’Joaquina do Outeiro ao dar a receita do remédio para tirar os cravos das mãozinhas do José Maria.

“É remedio santo!” diz um técnico de vendas da maior companhia farmacêutica do mundo sobre o seu medicamento para a epilepsia.

Existirão Princípios Activos na Farmácia actual? E na Indústria Farmacêutica? Quais são os princípios desta indústria que gera ao nível mundial quase tantos lucros como a banca?

Ao longo do espectáculo vamos rir dos princípios activos que levam laboratórios farmacêuticos a aniquilar os donos de outras substâncias medicinais e queremos descobrir, à força do escárnio, se preciso for, que princípios activos actuam dentro das instituições públicas para abdicarem de princípios como o bem comum ou a Democracia.

Ouviremos o que tem para contar José Maria sobre os remédios da Mãe, sobre a sua válvula cardíaca artificial e sobre George Orwell, autor do livro que começou a ler há muitos anos, quando esteve internado no hospital.

Faremos uma visita de estudo a um congresso de Psiquiatria vendo como, entre canapés e champanhe francês, médicos ouvem os ensinamentos dos técnicos de comunicação e vendas de algumas grandes companhias farmacêuticas.

Ouviremos a parte da História de um dos maiores laboratórios farmacêuticos do mundo e a sua relação com personagens heróicos do séc. XX, como por exemplo A. Hitler ou a própria Heroína, ela mesma, a substância!

Mas REMEDIOS SANTOS… é um espectáculo que também nos satiriza a nós próprios, como cidadãos incapazes de renunciar a um comprimido para curar uma leve dor de cabeça ou a um xarope específico para uma tosse inofensiva.

De Santo não tem nada, mas o Riso continuará a ser mesmo o melhor Remédio.

Criação e interpretação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho

ExCertos: George Orwell e Miguel Jara

Iluminação: Paulo Neto

Sonoplastia: Borja Fernández

Espaço Cénico e Adereços: Zétavares

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Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

Travessa da Trapa nº 2, Apartado 261

6200-909 Covilhã

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quarta-feira, novembro 10, 2010

Festival de Teatro da Covilhã 2010 _Sofia Bernardo, “Actordoado – sit down comedy"_11 de Novembro, 21h30 Café Teatro das Beiras

A(c)tordoado, Sit Down Comedy (porque eu não sei fazer Stand Up) fala-nos, de uma maneira divertida e com um humor de alguma forma contundente, da vida de um actor em Portugal. È uma crítica satírica à forma como hoje, no nosso país, encaramos o trabalho do actor e o papel do teatro na sociedade.


Texto e Interpretação :

Sofia Bernardo


Duração:

50 mn


M/12





12 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Peripécia Teatro, “Remédios Santos Sem Princípios Activos”,
de Ángel Frágua, Noelia Dominguez e Sérgio Agostinho

13 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Filipe Crawford – Produções Teatrais. “Confissões de um fumador
de tabaco francês”, de Roland Dubillard

15 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Al MaSRAH Teatro, “Eu hei-de crescer e, depois, tu vais ver”,
a partir de um conto tradicional (“Os dois príncipes”,
in Contos Populares Alentejanos, de António Thomaz Pires)

16 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “A Casa da Imaginação”, criação colectiva

17 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Jangada Teatro, “A Cigarra e a Formiga”, de Luiz Oliveira

18 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Projecto Ruínas, “Molusco”, criação colectiva

19 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “Ay Carmela!”,
de José Sanchis Sinisterra

20 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Companhia de Actores,
“ONNI –Objecto Náutico Não Identificado”,
criação colectiva



Outras informações:

Preço do bilhete: 6 euros (50% desconto para jovens até aos 25 anos, maiores de 65 anos e sócios do Teatro das Beiras)

Horário de Bilheteira: A bilheteira abre uma hora antes do início dos espectáculos.


Reservas: As reservas têm validade até 30 minutos antes dos espectáculos. Podem ser efectuadas via telefone, e-mail ou directamente na secretaria do Teatro das Beiras (com o horário 9h30 às 13h00; 14h00 às 18h30).




Com os melhores cumprimentos,

Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

Travessa da Trapa nº 2, Apartado 261

6200-909 Covilhã

tlf.: 275 336 163 fax.: 275 334 585 tlm.: 963 055 909

e-mail: geral@teatrodasbeiras.pt

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quarta-feira, novembro 03, 2010

Festival de Teatro da Covilhã 2010



O Teatro das Beiras apresenta o Festival de Teatro da Covilhã 2010, de 6 a 20 de Novembro, no Auditório do Teatro das Beiras. Este ano, programamos 21 espectáculos de teatro, dos quais 14 são dirigidos à infância e juventude.

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ 2010

6 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “A Neve”, baseado em “Contos” de Vergílio Ferreira

8 de Novembro, 10h30 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro Extremo, “O Rei Vai Nu”, baseado no conto
“ O Fato Novo do Imperador” de Hans Christian Andersen

9 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Baal 17 – Companhia de Teatro na Educação do Baixo Alentejo,
“16_dezasseis”, criação colectiva

10 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro Art’Imagem, “História da ilha do tesouro de Stevenson”,
de Jorge Louraço Figueira (a partir da obra de Robert L. Stevenson)

11 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Baal 17 – Companhia de Teatro na Educação do Baixo Alentejo,
“16_dezasseis”, criação colectiva

11 de Novembro, 21h30
Café Teatro
Sofia Bernardo, “Actordoado – sit down comedy
(porque eu não sei fazer stand up), de Sofia Bernardo

12 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Peripécia Teatro, “Remédios Santos Sem Princípios Activos”,
de Ángel Frágua, Noelia Dominguez e Sérgio Agostinho

13 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Filipe Crawford – Produções Teatrais. “Confissões de um fumador
de tabaco francês”, de Roland Dubillard

15 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Al MaSRAH Teatro, “Eu hei-de crescer e, depois, tu vais ver”,
a partir de um conto tradicional (“Os dois príncipes”,
in Contos Populares Alentejanos, de António Thomaz Pires)

16 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “A Casa da Imaginação”, criação colectiva

17 de Novembro, 11h00 | 14h30
Auditório do Teatro das Beiras
Jangada Teatro, “A Cigarra e a Formiga”, de Luiz Oliveira

18 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Projecto Ruínas, “Molusco”, criação colectiva

19 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Teatro das Beiras, “Ay Carmela!”,
de José Sanchis Sinisterra

20 de Novembro, 21h30
Auditório do Teatro das Beiras
Companhia de Actores,
“ONNI –Objecto Náutico Não Identificado”,
criação colectiva



Outras informações:

Preço do bilhete: 6 euros (50% desconto para jovens até aos 25 anos, maiores de 65 anos e sócios do Teatro das Beiras)

Horário de Bilheteira: A bilheteira abre uma hora antes do início dos espectáculos.


Reservas: As reservas têm validade até 30 minutos antes dos espectáculos. Podem ser efectuadas via telefone, e-mail ou directamente na secretaria do Teatro das Beiras (com o horário 9h30 às 13h00; 14h00 às 18h30).




Com os melhores cumprimentos,


Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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INFO NOVEMBRO 2010

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Vanessa da Silva

Teatro das Beiras

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sexta-feira, novembro 20, 2009

Hoje dia 20nov'09 às 21:30 no Auditório do Teatro das Beiras. “Ptolomeu e a sua viagem de circum-navegação” de Tchalê Figueira


Ptolomeu Rodrigues é um marinheiro cabo-verdiano que celebra a epopeia secular do seu povo, evadindo-se da sua ilha, ainda muito novo. Navega por todos os mares do mundo e convive com galdérias e prostitutas, malandros, candongueiros e chulos, marinheiros e outras gentes do mar. Define-se como “um preto bem vestido” e está sempre pronto a “mostrar o seu orgulho de macho, bem apetrechado”. Acompanhamo-lo então por Roterdão onde convive com os seus compatriotas emigrados, viaja de barco entre a Holanda e a Irlanda, onde encontra duas militantes revolucionáras da ETA e do IRA, estamos num bordel do Ferrol, na Espanha de Franco, “um fascista que nem ao menino jesus interessa”, atravessamos as ruas geladas de Vladivostoque, na Sibéria, então a Guantânamo soviética, onde o nosso herói é preso e torturado depois de ter feito amor, ao mesmo tempo, com três “meninas” russas, acontecendo-lho “uma erecção jamais vista”. Enviado sob escolta para Moscovo, aí é salvo pelos obreiros da independência da sua terra, antes “colónia dos fascistas tugas”. Vai ainda dançar o tango a Buenos Aires, numa Argentina sob o poder dos generais e finalmente chega à Baía de Todos os Santos, em São Salvador, onde se apaixona… Interpretada em tom de comédia, esta é uma peça de teatro em que os actores, num ecléctico e multifacetado jogo de personagens e utilizando uma linguagem crua e descomplexada, nos vão contando, às vezes com uma boa dose de cinismo, histórias deste aventureiro dos sete mares que, aparentemente, só nos fala e de uma forma despudorada, das suas picarescas proezas sexuais. Porém, as aparências (e o Teatro) iludem, porque a peça é, afinal, uma bela história de vida que nos fala de um grande amor perdido e de uma nova amizade conquistada. Ptolomeu aprendeu muito por esse mundo fora e dá-nos a conhecer episódios e acontecimentos políticos e sociais de que é testemunha. É por isso que o Teatro é um lugar de futuro, nele se encontra, também, a memória dos homens.

Dramaturgia e encenação: José Leitão

Interpretação: Flávio Hamilton e Valdemar Santos

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira, novembro 19, 2009

Às 21:30 no Auditório do Teatro das Beiras. “Shadow play” de Maila Dimas, Susana Nunes, Carlos Marques e Francisco Campos.

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ – 19 DE NOVEMBRO


Trata-se de um projecto de teatro que visou a criação de um texto original, escrito a partir de improvisações (devising) e de memórias individuais dos intervenientes, baseado num trabalho de pesquisa sobre as pessoas às portas da morte, sobre a velhice, e sobre o silêncio. A criação de uma família virtual, através de uma selecção de objectos íntimos, cheios de densidades afectivas, e de um álbum de recordações que, de uma forma sensorial, inspirem todo o universo do trabalho. SHADOW PLAY evoca um processo criativo em que se trabalharam duas peças alternadamente. Objectivo: criar dois mundos que se entrelaçam e se articulam num único espectáculo. Um, o dominante, sobre a família de D. Eduarda, com as suas personagens e os seus tempos; o outro, baseado num jogo de mentira, o jogo sombra.

Encenação: Francisco Campos

Texto e interpretação: Maila Dimas, Susana Nunes,
Carlos Marques e Francisco Campos

PROGRAMAÇÃO

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segunda-feira, novembro 16, 2009

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ – 16 DE NOVEMBRO Às 11:00 e às 14:30 no Auditório do Teatro das Beiras “Os Papões” Criação Colectiva

Todos temos papões. Os dela vivem dentro da cama, bem lá no fundo dos lençóis, onde os pés (ainda) não chegam e está muito escuro. Nunca os viu, mas imagina que estão lá, sossegados, à espera que a luz se apague para aparecerem. Serão bichos? Falarão? Terão pêlo, orelhas compridas e um monte de braços? Terão fome, boca sequer?! Como não os conhece, não consegue parar de se fazer perguntas… E não consegue dormir. Uma noite – enviado por Não-Se-Sabe-Quem, primo afastado do João Sem Medo e de outros famosos heróis corajosos das histórias antigas – ele vem para ajudá-la a conhecer o medo. Mas, cansado dos ultrapassados Homem-do-saco, Lobo Mau, velhas bruxas e fantasmas, fica fascinado pelo que ela diz haver no fundo da sua cama… A curiosidade e a coragem ultrapassam o medo e os dois embarcam numa (arriscadíssima!) viagem pelo escuro desconhecido do fundo da cama.

Encenação: Sofia Cabrita

Interpretação: Filipe Seixas e Vânia Silva


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Do Imaginário – “ Canções de amor e raiva na selva das cidades” * 16 de Novembro às 11:00 e às 14:30 (Auditório do Teatro das Beiras)

sexta-feira, novembro 13, 2009

* 13 de Novembro às 21:30, no Auditório do Teatro das Beiras “Saloon Yé Yé, O Paraíso à espera” de Abel Neves

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ 2009


Em plena crise, num lugar inóspito, no meio do nada, uma empresa que não é fantasma – um Saloon! – tenta prosperar com a sua actividade de serviço público, mas o ambiente não está de feição e o saloon conhece sucessivos donos que, disputando o poder à boa maneira do oeste selvagem, tentam impor a sua lei, mas nunca por muito tempo: incorrigíveis corruptos cedo têm o destino que sabem que merecem. Catt Pingado, Kid Mocas, Débora Boy, Xerife Olívia, Susy Carioca, Teclas Man, Lulu Quem-me-dera, Speedy Meu, FredySnif e Lucas Rosinha, mais Cavaca, o cavalo com cornos de vaca, são as personagens desta história, destrambelhada, dos nossos dias... ao sabor do velho oeste americano.



quinta-feira, novembro 12, 2009

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ – 12 DE NOVEMBRO Às 21:30, no Auditório do Teatro das Beiras “Os dias felizes” de Samuel Beckett


DIAS FELIZES é um maravilhoso poema de amor, o canto de uma mulher que ainda quer ouvir e ver o homem que ama.” Winnie é uma personagem que cria o seu presente a partir de fragmentos de uma existência anterior. Está a afundar-se na terra. No Acto I está enterrada até à cintura, e passa o tempo entre a campainha que toca para acordar e a que toca para dormir tentando envolver Willie – o seu companheiro – na conversa, evocando memórias de uma vida anterior, em que a mobilidade era possível, contando histórias a si própria e remexendo nos seus objectos dentro do saco. O seu conflito interior reside no facto de o seu interlocutor lhe poder falhar e ter que passar a falar sozinha, coisa que não poderá suportar. Na condição em que se encontra, é absolutamente necessário que encontre forma de passar o tempo “à moda antiga”, de forma a minimizar as adversidades que enfrenta, dia após dia. Assim, não pode parar de falar, para se obrigar a não pensar no que a atormenta, como não pode prescindir dos seus objectos, recordações palpáveis do que ela já foi e pode (enquanto os puder usar) continuar a ser, vivendo assim um “dia feliz” de cada vez.


Encenação: Júlio Castronuovo

Interpretação: Isabel Bilou e Rui Nuno


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quarta-feira, novembro 11, 2009

* 11 de Novembro às 11:00 e às 14:30 (Auditório do Teatro das Beiras) Teatro d’O Semeador – “D.Quixote” de Miguel Cervantes

FESTIVAL DE TEATRO DA COVILHÃ 2009


O espectáculo D. Quixote, inspirado no romance de Miguel Cervantes narra as aventuras e desventuras de D. Quixote de La Mancha e do seu fiel companheiro Sancho Pança. D.Quixote imbuído de um profundo sentido de justiça e de ideais de amor e cavalheirismo parte em defesa dos fracos e dos oprimidos numa viagem em que a loucura e a imaginação se misturam com a realidade.


Adaptação dramatúrgica e encenação: Susana Teixeira

Interpretação: Ana Rodrigues, Adriano Bailadeira, José Soutino, Verónica Barata, Vítor Pires.



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