terça-feira, outubro 27, 2009
tu keres ékus...tu keres ékus!
quinta-feira, outubro 15, 2009
Em vésperas de jogo grande na Covilhã...
Urbi: Considera que as infra-estruturas desportivas que a cidade tem para oferecer são as suficientes para uma procura tão grande, nomeadamente para a população universitária?
CP: O complexo desportivo vai responder às necessidades do concelho e do universo universitário. Vai ter uma pista de atletismo com oito corredores e um campo de futebol no meio, 13 mil lugares, piscinas de ar livre e piscinas aquecidas. Vai ser um complexo que responderá a tudo, enquadrado num terreno que já está a ser todo infra-estruturado, com 70 por cento dos trabalhos feitos, um terreno com 120 mil metros. Será a grande zona de atracção para a prática do desporto na nossa cidade.
Urbi: Quanto é que vai custar este complexo?
CP: No final vai custar cerca de 6 milhões de contos.
in Urbi et Orbi Novembro de 2001
No entanto e aparte de tudo isto o futebol joga-se dentro das 4 linhas e acho que devemos estar todos presentes no Estádio para apoiar a nossa equipa!
quinta-feira, maio 07, 2009
Recordar é Viver #20 ( e a propósito dos "novos autocarros")

Notícia de 09-05-2007
Covilhã: Transportes públicos novamente a concurso
A Câmara da Covilhã anulou o concurso público da rede de Transportes Urbanos da Covilhã ao qual concorreram quatro empresas, apurou a Kaminhos.
(...)
Assim, a autarquia decidiu abrir novo concurso público para a concessão dos TUC por um período de dez anos, mas com novas regras. De acordo com as condições gerais do actual concurso “todos os veículos afectos ao serviço público de transportes colectivos terão que ser novos”, dotados de dispositivos de protecção do meio ambiente, nomeadamente ao nível do ruído e da poluição atmosférica.
O novo concurso obriga ainda a empresa vencedora a realizar 20 circuitos obrigatórios - mais oito do que aquele que são realizados actualmente pela TransCovilhã.
O documento estabelece ainda que a empresa terá de dispor de mini-autocarros que possam circular na zona histórica exigindo, no mínimo, 25 lugares sentados.
A frota deverá estar equipada para transportar deficientes motores e visuais. Os veículos terão de possuir plataforma de acesso a pessoas com deficiência motora e espaços adequados ao transporte de pelo menos duas cadeiras de rodas, além de dispositivos sonoros que informem aproximação de paragens.
Kaminhos
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Recordar é Viver #19
Novo aeroporto “levanta voo”A ideia já vem de há algum tempo, o local, no Terlamonte junto ao acesso Norte à A23, também já era do domínio público, faltando só o anúncio do começo da empreitada. Passo que Carlos Pinto espera dar “nos finais de 2007, inícios de 2008”. Durante as comemorações do 136º aniversário da elevação da Covilhã a cidade, Pinto falou de forma muito pronunciada na área do turismo. Na perspectiva do edil social-democrata, “a região, e as potencialidades desta, não estão a ser devidamente aproveitadas”. Segundo este, não existe para a Serra da Estrela e para os concelhos envolventes “um plano turístico que sirva de pólo de atracção para as pessoas”. Nem os investimentos nesta área, anunciados pelos sucessivos governos, têm sido realizados. O social-democrata tomou como exemplo disso mesmo, “a recuperação do Sanatório dos Ferroviários”.
Na óptica de Pinto, o novo aeroporto vem servir de apoio a um plano turístico que tem de ser melhorado. Para além de que “apenas estamos a seguir no sentido do que está a ser feito por essa Europa fora”. A construção de estruturas aeroportuárias de menor dimensão, em cidades do interior é, para o presidente da autarquia covilhanense, o passo mais acertado. Segundo Pinto, o novo aeroporto vai ter uma pista de 2400 metros de comprimento por 50 de largura. A estrutura prevê também uma aerogare com capacidade para a movimentação de 100 mil pessoas por ano. Pinto espera pelo próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), que tem início em 2007, para financiar o investimento. O edil recorda que todo o processo “ainda só agora vai começar”. Entidades relacionadas com o ambiente, a aviação e outras áreas têm de ser consultadas e dar luz verde à construção.
in Urbi et Orbi de 24/10/2006
domingo, dezembro 14, 2008
terça-feira, novembro 25, 2008
«Ninguém se entende com a criação do novo Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela».....NINGUÉM DIRIA !!!

O presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, afirma que o município vai deixar a Região de Turismo. Segundo o edil, as autarquias da região «não foram ouvidas» no processo de criação do novo Pólo de Desenvolvimento Turístico.
Jornal O Interior
Ninguém se entende com a criação do novo Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela. A antiga Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE) passou a designar-se, desde dia 13 – quando foram publicados os estatutos do novo organismo –, de "Turismo da Serra da Estrela".
Em conferência de imprensa, o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto,disse discordar dos seus estatutos, que terão sido «instrumentalizados» para «perpetuar no poder quem lá está, pondo de parte sete municípios». Carlos Pinto afiançou que o grupo de Câmaras liderado pela Covilhã vai impugnar judicialmente os estatutos, classificados de «anti-constitucionais». De resto, a Covilhã anunciou a intenção de criar uma nova entidade promocional do turismo que irá ocupar as instalações da actual RTSE, propriedade do município.

O autarca não perdeu tempo. Em Pinhel, após a reunião da Comurbeiras, anunciou aos jornalistas a decisão, alegadamente tomada «pela maioria dos municípios – Sabugal, Covilhã, Fundão, Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Pinhel, Almeida, Manteigas, Trancoso, mais Gouveia [todos do PSD!] –, de não aceitar os estatutos da Turismo da Serra da Estrela e não tomar parte na estrutura». O edil acrescentou ter sido «mandatado pelos restantes autarcas para comunicar esta posição ao secretário de Estado do Turismo para que ele rectifique rapidamente o erro de ter mandado publicar estes estatutos, sob pena de surgir outra entidade entre estes municípios e o novo Pólo não passar do papel», avisou. Carlos Pinto foi mais longe e revelou também ter sido mandatado para mover uma acção judicial de impugnação dos estatutos.

O principal "problema" prende-se com a constituição da Assembleia-Geral (AG). A versão aprovada, diz Carlos Pinto, é «ofensiva da dignidade daqueles que são verdadeiramente representativos nos municípios, em termos institucionais e não pessoais». Por outro lado, refere que a escolha da Comissão Instaladora – à qual coube a tarefa de elaborar os estatutos – foi «pessoal e colada à imagem do actual presidente da RTSE, que tendo um mandato para uma comissão instaladora e para a feitura dos estatutos, que têm de ser consensuais com os 15 municípios da região, preferiu fazê-lo à revelia».
Para o presidente da Câmara da Covilhã, está em causa o facto dos municípios não terem a maioria na AG. Facto que Jorge Patrão nega terminantemente: «Carlos Pinto mente deliberadamente, como já nos tem vindo a habituar, porque sempre estiveram assegurados os 50 por cento da representatividade dos municípios», contrapõe. E quanto às críticas do autarca de que as entidades presentes na AG têm «um carácter aleatório e sem justificação possível», Jorge Patrão diz que o objectivo do presidente da Câmara é fácil de perceber: «Desde sempre que Carlos Pinto nos habituou a que só esteja nas instituições quando manda. Na Associação de Municípios da Cova da Beira, na Águas do Zêzere e Côa ou na questão dos resíduos sólidos, ele abandonou o barco por não ser ele a mandar». De resto, o presidente da ex-RTSE diz não acreditar que o Pólo esteja em risco: «Já contactei com, pelo menos, dois municípios – Trancoso e Manteigas – que me desmentiram a decisão comunicada pelo senhor Carlos Pinto», revela.Jorge Patrão refere ainda que há, na região, «presidentes de Câmara muito atentos, responsáveis e prontos a disponibilizar tudo para receber a sede desta instituição. Carlos Pinto tem conduzido a que a Covilhã possa perdê-la», avisa.
SIC NOTICIAS
Olhando para o trabalho desenvolvido pela Fundão Turismo, podemos afirmar que foi uma aposta ganha (no meu entender) a vários níveis, divulgação, eventos, levar o nome do fundão e da cereja até outras paragens, associar a Gardunha e o Fundão a uma determinada região, aos seus produtos e tradições (Aldeias de Xisto, Chocalhos, Feira da Cereja em Alcongosta, etc). Claro que toda a bela tem o seu senão, e 30 mil euros por mês fora custos das iniciativas, é o preço a pagar.
É lógico que não se pede a um RTSE que promova a Covilhã em particular, nem seus produtos, mas sim promover uma região...a Serra da Estrela e os municípios envolventes. O certo e verdade é que provavelmente a Serra da Estrela de à 50 anos não é muito diferente de a que existe hoje....por mim tudo bem, mas alguém não anda a fazer os trabalhos de casa...
sábado, outubro 25, 2008
Get Physical, Physical....

"As obras já começaram há dois anos, mas o
Pavilhão do Desportivo da Mata ainda vai ter que esperar"
| | Alexandre S. Silva |
2003_Urbi@Orbi
quarta-feira, outubro 08, 2008
...as velhinhas escadas da quelha do "Tropical"
quarta-feira, julho 30, 2008
História de uma Piscina Praia V
Piscina-praia daCovilhã inaugura a 27 de Julho
O local foi escolhido pelo executivo camarário por ser o mais indicado para acolher este equipamento. Além de estar implementado na zona nova da cidade, o espaço já possui lugares de estacionamento, dois bares e um restaurante. A piscina-praia covilhanense tem 1.800 metros quadrados de espelho de água, envolvido por uma zona de areal, e uma capacidade para 2.800 pessoas, num projecto do arquitecto Marçal Grilo, o mesmo que concebeu a de Castelo Branco. O empreendimento foi adjudicado a um consórcio de empresas, liderado pela Constrope.
Além da construção de uma piscina de recreio e lazer, o equipamento terá ainda uma zona de vestiários, balneários e administrativos, bem como bar e esplanada.
Sic Online
sexta-feira, julho 25, 2008
História de uma Piscina Praia III
Obras da piscina-praia sem continuação à vista
“À frente dessa marca tem que vir outra equivalente e por isso não deram o visto favorável”, acrescentou Carlos Pinto, adiantando que as obras estão paradas e não se sabe quando irão recomeçar. “Seremos obrigados a lançar um novo concurso”, referiu o autarca.
A primeira pedra da obra foi lançada no Verão do ano passado e a empresa a quem foram adjudicados os trabalhos montou o respectivo estaleiro. Segundo Carlos Pinto, “embora o visto tenha sido recusado, os trabalhos realizados pela empresa, nomeadamente a desmatação e terraplanagens, serão pagos”. Prevista para uma zona confinante ao Jardim do Lago, a piscina-praia contempla a construção de um espelho de água, com mil e 800 metros quadrados e capacidade para duas mil e 800 pessoas num investimento que deverá atingir os dois milhões de euros.
Diário XXI
quarta-feira, julho 23, 2008
História de uma Piscina Praia II
01.07.2005 – CONCURSO PÚBLICO PARA CONSTRUÇÃO DA PISCINA PRAIA
Esta é mais uma realização que se enquadra no esforço que a autarquia tem vindo a desenvolver no sentido da criação de estruturas que melhorem a qualidade de vida.
Covilhã com piscina-praia em 2007
Carlos Pinto, presidente da autarquia covilhanense anunciou na passada sexta-feira, 17 de Março, que a construção da piscina-praia da Covilhã vai avançar dentro em breve. O social-democrata que preside à autarquia adianta a abertura do concurso para a construção daquela estrutura.
Segundo o autarca, o começo das obras está previsto para o mês de Junho. Uma estrutura que vai manter as características anunciadas em Setembro de 2005. A piscina, orçada em um milhão e meio de euros, ficará localizada perto do Jardim do Lago.
Segundo a autarquia esta estrutura, virada para o lazer, vai também possuir características “olímpicas”. Uma piscina que vai também contar com uma parte semelhante a uma praia, igual a certas piscinas que já existem na região.
Outro dos anúncios, nesta matéria, foi também o da construção do complexo de lazer do Teixoso. Uma obra que compreende a construção de uma piscina e de uma biblioteca naquela vila do concelho. Pinto adiantou que o retomar do concurso de construção desta estrutura também está para breve.
segunda-feira, julho 21, 2008
História de uma Piscina Praia I
Há muito tempo de facto, que a Covilhã anseia pela construção de uma piscina. Longe vão os tempos das belas tardes passadas na Piscina dos Penedos Altos, onde se gastaram fortunas para a sua cobertura e transformação em piscina de aprendizagem, até começar depois com as perdas de água, enfim andaram-se anos com a política da fita-cola nesta piscina. Depois, prometeram-se piscinas de dimensão olímpica para o Complexo Desportivo e aqui o processo também foi complexo. No local prometido para as piscinas está-se agora a construir um colégio privado, num terreno de 15 000 m2 que era para ser adquirido por mais de 400 mil euros e que posteriormente acabou por sair de borla à GPS(mas isto talvez seja motivo para futuro post).
Finalmente, chegou-se à conclusão que a piscina da Covilhã seria similar à de Castelo Branco e que se localizaria junto ao Jardim do Lago atravancada entre o final do Jardim e a linha de caminho de ferro.
Recordemos então a notícia do URBI et Orbi de Setembro de 2004
Desde essa altura, até à passada sexta feira, muitas histórias, locais, concursos e projectos viram a luz do dia. “Tudo menos a dita piscina”, como recorda Nascimento. Numa primeira fase, a actual piscina municipal no bairro dos Penedos Altos, que se encontra fechada ao público, foi alvo de remodelações. A cobertura do tanque a adaptação de um sistema de água quente conferiram às instalações, alguma actividade. Fissuras na piscina e roturas nos muro de suporte contribuíram para o seu “encerramento temporário”.
Com o aparecimento do Complexo Desportivo, surge também a intenção e o local para a construção de uma piscina nova. Proposta que Carlos Pinto reiterou no passado mês de Agosto, aquando da entrega de 12 fogos de habitação social no Bairro do Património, Covilhã. Por essa altura, Pinto explicou mesmo as características “olímpicas” da nova estrutura desportiva “e de lazer”. Para o edil, com uma estrutura dessa natureza, o município “fica servido com o que existe de melhor”. Nesta sexta feira, 17, logo após a votação que decide um novo local e uma nova piscina, Miguel Nascimento voltou à carga. Para o vereador da oposição “esta câmara está a navegar à vista”. O caso das piscinas que vão agora mudar de lugar, “é só mais um exemplo”.
Para desenhar o novo complexo de lazer da cidade serrana foi contactado o arquitecto Marçal Grilo. O mesmo responsável pela construção e ideia da piscina-praia existente na capital de distrito. Segundo as palavras do vereador do desporto, Joaquim Matias, a nova piscina “vai ser construída junto ao Jardim do Lago”. Um investimento orçado em milhão e meio de euros e que ainda não tem prazo de execução. O local foi visitado “durante a passada semana, pelo executivo, pelo vereador da oposição e pelo próprio arquitecto”, explica Matias. O vereador da Câmara da Covilhã adianta mesmo que foi o próprio arquitecto “a sugerir esta localização”. Uma ideia que encontrou o acordo dos responsáveis autárquicos.
Para os órgãos camarários é agora tempo de anular o concurso que já existia para a construção da piscina no Complexo Desportivo e abrir um novo concurso para a construção desta estrutura no Jardim do Lago. Para Miguel Nascimento, “é sim tempo para construir uma estrutura em condições de servir os munícipes”. O vereador socialista na oposição na Câmara da Covilhã sublinha que “para além dos habitantes não terem ainda uma estrutura de lazer adequada, a câmara já gastou mais de 100 mil euros em concursos e projectos, que ficam sem qualquer efeito”.
Matias promete que “desta é de vez” e a cidade vai ficar com uma piscina “em tudo semelhante à existente em Castelo Branco”. Uma estrutura de lazer que conjuga a piscina normal e uma parte com areia, onde “o próprio terreno e construção conferem semelhanças a uma praia”, explica o vereador do desporto. O local avançado pelo arquitecto Marçal Grilo, “por ter uma grande incidência solar e boas acessibilidades”, foi aprovado por todos. O concurso para construção vai ser lançado nos próximos meses.
in Urbi et Orbi Edição de 21 a 27 de Setembro de 2004
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Recordar é Viver #18
Voltamos hoje à carga na secção Recordar é Viver, para relembrar mais uma das promessas feitas, desta vez em Julho de 2006, em que na apresentação do futuro parque da Goldra se apontou o final de 2006 como a data de conclusão. Bem, como era de esperar, a obra continua por concluir, mas sinceramente acredito que ela fique pronta, assim mais próximo das eleições para proporcionar uma inauguração com pompa e circunstância...Baloiços, escalada e xadrez no Parque de Goldra
“Zona de lazer extraordinária, vocacionada para as diversas gerações”. Foi assim que João Esgalhado apresentou, no Sábado dia 8, o que vai ser o Parque de Goldra. O vice-presidente da Câmara Municipal da Covilhã diz ainda que vai ser criada uma tabela de basquetebol, paredes de escalada em material sintético e uma ponte de cordas, entre outros jogos e equipamentos de recreio.João Esgalhado anuncia que vai ser criada uma avenida desde o SMAS até ao início da calçada alta, que permitirá também o acesso a estacionamentos do parque. A meio da avenida será criado um arruamento, que atravessará o parque e que passará junto ao edifício do Museu recuperado pela UBI.
“Fazer esta obra foi e é uma dificuldade imensa. Havia aqui 25 famílias, havia edifícios fabris, comerciais, gente que tinha contratos de arrendamento e foi preciso negociar isto tudo. Havia gente que tinha cá nascido e que tinha 80 e tal anos e que se não se põe fora com pontapés, mas com muita ponderação e cuidado”, salienta João Esgalhado. E especifica que “nos casos humanos é uma luta que está completamente resolvida”. No apresentação do parque esteve também presente Carlos Pinto, presidente da Câmara Municipal da Covilhã.
A construção desta obra está orçada em “quase um milhão e meio de contos”. Prevê-se que a obra esteja concluída no final do ano.
terça-feira, setembro 18, 2007
Porque recordar é viver #17
Centro de Hemodiálise abre em Junho

A unidade de hemodiálise da Covilhã, com capacidade para tratar 120 doentes e possibilidade de ampliar as instalações para dar resposta a 180 hemofílicos, deve entrar em funcionamento em Junho. Inicialmente a estrutura vai receber os 84 doentes que existem nos concelhos da Covilhã e Fundão, que têm de se deslocar três vezes por semana à Guarda, Coimbra, Portalegre ou Abrantes. Mas outras pessoas podem a vir ser tratadas aqui. O projecto é um investimento privado na ordem dos dois milhões e meio de euros, resultado de uma parceria entre a Iberoimagem, propriedade de Brito Rocha, Fernando Jorge e Ernesto Rocha, e a empresa líder de equipamentos do sector, a alemã Fresenius Medica [ Care.
Construído em frente à futura Faculdade de Ciências da Saúde, que estará pronta no final do ano, o Centro de Hemodiálise ocupa uma área de 1700 metros quadrados e, segundo os responsáveis, vai ser uma estrutura ao nível das melhores do País e do mundo, com os melhores equipamentos. Ernesto Rocha, responsável pelo projecto e nefrologista no Hospital Amato Lusitano, em Castelo Branco, diz que no distrito há 150 doentes activos a fazer tratamento e que a tendência é para esse número aumentar, porque se trata de uma população idosa que já não tem hipótese de transplante.
Por isso frisa que esta unidade está a ser criada não só para as necessidades actuais como também para as futuras, uma vez que existe a possibilidade de aumentar a capacidade de pessoas a tratar. Ernesto Rocha calcula que entre cinco a sete anos o número de doentes nos concelhos da Covilhã e Fundão passe de 84 para 120. E salienta a vantagem de as pessoas terem onde se tratar perto de casa. O que, sublinha, se traduz também em benefícios para o Estado, que "vai poupar milhares de contos nas deslocações destes utentes". O Ministério da Saúde vai financiar os tratamentos.
A preocupação com a qualidade da água, que é de uma "importância capital para o tratamento dos doentes", é também tida em conta. A autarquia vai instalar um sistema de monitorização permanente em todo o concelho, que dispara assim que detecta alterações na cloragem. A inevitável central de tratamento de águas é também uma realidade, composta por três depósitos. (...)
Urbi et Orbi
terça-feira, agosto 21, 2007
Recordar é Viver #14
Após algumas semanas de paragem voltamos hoje à secção recordar é Viver, desta vez relembrando uma obra divina que teima em não estar concluída. Falamos da Igreja da Estação, uma igreja única no país com estacionamento subterrâneo e tudo. Em março de 2002 foi lançada a primeira pedra e passados pouco mais de 5 anos, a "moderna " Igreja ainda se encontra por concluir, como que à espera de algum milagre...O novo templo da cidade, a erguer na zona da Estação, em frente à rotunda do Tribunal, pretende ser um marco importante no âmbito da cultura e formação das pessoas. Para D. António dos Santos, que, na intervenção que precedeu a bênção do espaço, fez questão de lembrar os nomes de todos os que, ao longo dos anos, "lutaram pela edificação do espaço", com destaque para o padre José Baptista (ver caixa), "é necessário agora que todos copiem o amor que existe entre os elementos da Santíssima Trindade", de forma a valorizar realmente o nome escolhido. O presidente da Câmara Municipal, Carlos Pinto, por sua vez, recordou a importância das igrejas na cidade e na vivência dos seus habitantes e sublinhou: "Nesta área urbana, em pleno desenvolvimento, é imprescindível que surja uma obra destas".
Urbi et Orbi
2 anos depois...
Construção da nova Igreja da Estação deve arrancar dentro de dois meses
Os trabalhos para a construção da nova Igreja da Estação deverão começar dentro dos próximos 60 dias. Assim assegurou Carlos Pinto na reunião do executivo, da última sexta-feira, 6. De acordo com o autarca, estão criadas todas as condições para que o projecto arranque para que “rapidamente se retome aquela obra”. Estando já refeito e reformulado, Pinto revela que o projecto “é completamente novo, distinto”.
A igreja, que antigamente tinha lotação para cerca de 750 lugares sentados, fica agora com uma capacidade mais reduzida. “Chegámos à conclusão que uma igreja de 750 pessoas, estava sempre vazia mesmo que estivessem 300 a assistir à missa”, sendo que, considera, “para aquele bairro, era uma capacidade excessiva”. Deste modo, a igreja fica, então, com cerca de 300 a 350 lugares, não deixando por isso de ter todos os serviços. “ O silo-auto fica por baixo e a igreja vai ficar mais estilizada relativamente à zona da estação e aos prédios envolventes”, adianta, orgulhoso, o edil.
De acordo com Carlos Pinto, a construção da nova igreja está já nos termos do acordo estabelecido entre a fábrica da igreja e o empreiteiro. Uma construção que vai ser executada, como afirma o edil, “daquilo que faltava ainda executar do próprio contrato”. Ou seja, o subsídio que a autarquia tinha prometido vai “custear o novo projecto patrocinado pela Câmara”. “Tinha prometido, quando se lançou a primeira pedra, um apoio de 30 mil contos”, diz o autarca, acrescentando que “esse valor vai chegar e sobrar para estas operações do projecto e da demolição dos cuidados, ficando algum para a própria obra”. Ainda segundo declarações proferidas, o presidente frisa que “a redução de 750 para 350 lugares permite que o diferencial que não está embarcado dê para acabar a obra”.
Convicto de que esta é uma obra já há muito necessária porque “já não serve hoje a população da zona nova da cidade”, o edil assegura que, depois de construída, a igreja vai ficar “bonita, moderna e adequada”.
O presidente prepara-se agora para seguir a minuta do protocolo para mais tarde assinar com a fábrica da igreja e o empreiteiro. A assinatura do protocolo está prevista para o próximo dia 19, quinta-feira, às 15 horas na Câmara Municipal.
Urbi et orbi
Amén!
segunda-feira, julho 23, 2007
Porque recordar é viver #16
Casino nas Penhas da SaúdeDesde 1998, ano em que a autarquia covilhanense e a Turistrela, concessionária de exploração turística da Estrela avançaram com o Plano Integrado de Desenvolvimento do Turismo nas Penhas da Saúde, que se fala na abertura de um casino de montanha. Desde então que a autarquia covilhanense e outros parceiros tentam fazer valer esta ideia junto do Governo. Agora com o executivo social-democrata em regime de gestão, o decreto-lei que aprova a criação desta zona foi finalmente aprovado.
Carlos Pinto, autarca covilhanense, mostra-se bastante confiante na decisão. “Uma medida que permitirá acelerar a economia regional, seja pelos postos de trabalho que cria, seja uma razão das receitas directas que gera e dos efeitos que induz em outras áreas de actividade”, sublinha o autarca.
Para Artur Costa Pais, representante da Turistrela, “a data é histórica”. Na perspectiva deste empresário, o casino era a peça que faltava para “lançar definitivamente o turismo da região”. Declarações que vão encontrar sentido nas ânsias do edil covilhanense. O social-democrata, Carlos Pinto, espera agora que qualquer que seja o Governo eleito, “o casino tenha continuidade”. Pinto espera ter a estrutura a funcionar em 2007 e atrair “cerca de 3 milhões de pessoas” para a região.
in Urbi et Orbi
quarta-feira, julho 04, 2007
Porque recordar é viver #15
Voltamos esta semana a mais uma secção de Recordar é Viver, desta feita relembrando algumas promessas feitas em 2003 e 2004 no que respeita à requalificação da zona da Estação e da Linha da Beira Baixa...
Requalificação da estação começa no próximo ano
A intervenção na área está englobada num plano mais vasto, nos terrenos anexos à estação da cidade. Está prevista a construção de um complexo habitacional, equipamentos e serviços com estacionamento e cave, com cerca de 17 mil metros quadrados e a criação de novas áreas verdes, arruamentos e espaços públicos, numa área de 27 mil metros quadrados.
Para além da zona envolvente as infra-estruturas estão também na mira do projecto. Uma nova estação ferroviária, a criação de um interface rodo-ferroviário com estacionamento público e uma passagem inferior pedonal ao caminho-de-ferro, junto à nova estação de passageiros, fazem também parte do projecto, a concluir num prazo de quatro anos.
O custo das obras cifra-se nos 15 milhões de euros e serão financiadas através de uma parceria entre a REFER e a autarquia covilhanense.
Urbi et Orbi
Nova localização para a estação de comboios
A REFER, empresa responsável pelas infra-estruturas portuguesas é, como sublinha, “a empresa que está constituída para esse efeito de gestão do património”. Neste momento, o projecto encontra-se em negociações. No entanto, até ao final deste mês, já deverá haver mais informações sobre a nova estação. “Estamos numa fase de negociação e está em estudo a gerência desta nova execução e eu julgo que até ao final deste mês, vamos ter uma resposta da REFER sobre as intenções da Câmara”. Para o edil, esta é “uma solução com outra dimensão de futuro”.
3 meses depois...
Pinto garante electrificação da linha até 2006
Urbi et Orbi
terça-feira, junho 19, 2007
Porque recordar é viver #14
Voltamos esta semana a mais um Recordar é viver, recordando uma vez mais algumas das promessas deixadas pelo nosso edil em 2003 numa sessão de "Câmara em Directo"."Em directo com a Câmara"
Periférica à Covilhã é principal novidade
A nova via terá quatro faixas de rodagem e cerca de dez quilómetros de extensão. A estrada terá início no Parque Industrial do Canhoso, subirá até Cantar Galo e passará pelo Bairro da Biquinha onde deverá ser construído um túnel. A periférica à Covilhã deverá ainda passar junto à reitoria da Universidade da Beira Interior desembocando no Bairro de Santo António.
Carlos Pinto espera que o projecto de execução da periférica esteja concluído até ao final do próximo ano para que seja possível lançar o concurso público para a construção ainda em 2004. "A estrada dificilmente estará concluída neste mandato", sublinha.
"Tirar o trânsito do centro da cidade e criar novas zonas de desenvolvimento" são segundo o autarca os principais objectivos da construção da nova via cujo valor pode ascender aos 30 milhões de euros. Pinto acredita que esta seja uma obra suportada pelo Orçamento de Estado.
A presença no Bairro de Santo António foi aproveitada para recordar algumas obras integradas no programa Polis. Neste domínio, o presidente da edilidade anunciou a intenção de construir uma Ponte Pedonal entre o Monumento de Nossa Senhora da Conceição e a Rua marquês d' Ávila e Bolama. "Será uma espécie de emblema da cidade", refere Carlos Pinto. "Uma forma de melhorar as acessibilidades sem recorrer à utilização de transportes". A nova ponte está orçada em dois milhões e 500 mil euros. O edil acredita que o projecto estará concluído até ao final do ano para que a obra esteja pronta antes do fim de 2004.
http://www.urbi.ubi.pt/030401/edicao/165cov_camara_directo.html
Parece que em 2003 tudo estava pronto antes de 2004 ou não se estivesse a um ano de eleições autárquicas...
quarta-feira, junho 13, 2007
Recordar é Viver #13
Voltamos esta semana a recordar mais uma pérola digna de um tesourinho deprimente e que se reporta a Fevereiro de 2003 e nomeadamente a declarações do vereador João Esgalhado, que promete para a nossa cova as maiores pontes pedonais do mundo que estariam prontas em 2005!!!As maiores pontes pedonais do Mundo
Uma vai ter 250 metros de comprimento, a outra 150. Pelas suas dimensões, as pontes pedonais a construir na Carpinteira e Goldra, no âmbito do Polis serão das maiores do Mundo.
As maiores pontes pedonais do Mundo vão ser construídas na Covilhã. É esta a novidade adiantada ao NC pelo coordenador do Programa Polis na Cidade Neve, João Esgalhado.
A autarquia serrana convidou dois dos mais prestigiados arquitectos do País, Covilhã Graça e Adão da Fonseca, um famoso projectista de pontes pedonais, que desenharam duas pontes, as que vão atravessar a Ribeira da Goldra e a da Carpinteira, que segundo Esgalhado "são únicas no mundo, quer pela sua dimensão, quer pela profundidade dos vales que atravessam e pela altura do tabuleiro em relação à base do vale. Serão das maiores pontes pedonais do Mundo" assegura o também vereador da Câmara da Covilhã.
Esgalhado diz que o desafio colocado aos arquitectos foi desenharem pontes que tivessem viabilidade técnica, exequível e compatível com as verbas a dispender, numa altura em que a maioria dos Polis do País atravessam dificuldades financeiras, às quais a Covilhã não escapa. De todos os estudos realizados chegou-se à conclusão que "não era viável nem técnica nem financeiramente" fazer pontes desta dimensão apenas em madeira, pois as condições climatéricas da região obrigariam a uma apertada manutenção das mesmas. Assim, a alternativa passa pela utilização de madeira apenas nas extremidades das pontes, que terão uma espécie de túneis de acesso. Estes serão revestidos, no seu interior, em madeira, tal como o pavimento das mesmas. As estruturas ficarão no entanto assentes em pilares de betão armado, mas especial e que garante "uma beleza diferente do betão tradicional". Já os tabuleiros serão em aço, mas com um revestimento de tom acastanhado que se associará à paisagem envolvente. As duas pontes serão iluminadas em todo o seu percurso.
Para a Carpinteira, a ponte de maior dimensão, está idealizada uma estrutura com cerca de 250 metros de comprimento e uma altura de 40 metros. Já na Goldra, o comprimento da ponte é 150 metros e a profundidade ronda os 25. Apesar de estarem a ser projectadas três pontes, segundo João Esgalhado, "só há dinheiro para fazer duas". O orçamento previsto é de quatro milhões de euros para as duas estruturas. Contudo, o vereador deixa claro que o estudo "não está fechado" e que o que a população pode ver é apenas uma vizualização "próxima daquilo que será o aspecto final".
Prontas em 2005
A autarquia serrana vai mesmo levar a efeito uma visita aos trabalhos de desassoreamento da Ribeira da Goldra e abrir, no edifício Arte e Cultura, uma exposição das pontes pedonais.
Segundo Esgalhado, as pontes ainda estão numa fase embrionária, mas pensa-se lançar concurso no segundo semestre de 2004. Quantos aos financiamentos, o coordenador do Polis diz que o Ministério do Ambiente prometeu verbas e que as duas pontes, se tudo correr como o previsto, já poderão ser utilizadas pela população em 2005.
Acho que aqui o ex-professor de educação física devia era andar a ensinar a fazer a ponte aos miúdos em vez de andar com este tipo de alucinações!! Com promessas destas é que dá vontade de um gajo se atirar de uma ponte abaixo!!
segunda-feira, maio 28, 2007
Porque recordar é viver #12
Projecto do Museu até 2004
A proposta de localização foi apresentada por uma equipa técnica constituída por Elisa Pinheiro, directora do Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior (UBI), António Pinto Pires e Paulo Monteiro. Para a concretização da ideia apresentada a autarquia irá nomear "um arquitecto de renome", assegura o presidente da edilidade.
Ainda não está definido que tipo de monumentos irá expor a área museológica, mas Carlos Pinto assegura que "será um repositório da história da cidade e da sua etnografia". Segundo o presidente da Câmara "há edifícios que podem ser recuperados e podem surgir outros de raiz, mas isso dependerá dos projectistas". O Verão de 2004 foi o prazo fixado pela autarquia para a finalização do projecto. Pinto considera que dentro de dez anos "teremos uma zona histórica de grande nível".
Miguel Nascimento, vereador da oposição na autarquia covilhanense partilha desta objectivo, mas lembra que neste momento está a falar-se da concepção do projecto e não na construção. O socialista defende a existência de "um museu polinucleado, com uma articulação entre a autarquia e a UBI". O objectivo seria criar um percurso que levasse os turistas a percorrer a história dos têxteis na cidade. "A existência de um museu intra muralhas seria uma espécie de cereja no cimo do bolo para a criação de uma dinâmica turística", conclui.
http://www.urbi.ubi.pt/030708/edicao/179cov_museu.html
Não sei em que pé está este museu (de pé não está de certeza!), mas posso deixar já a sugestão para uma sala onde figurem as promessas não cumpridas do nosso autarca (ou será que só uma sala é pequena para tanta promessa por cumprir??)




