A empresa de informática tem vários secções como qualquer outra, no entanto, um dos departamentos tem uma particularidade que está a chocar alguns dos quadrantes mais conservadores da Grã-Bretanha. Aqui, os informáticos contratados são apenas aqueles que desejam trabalhar completamente nus.
O departamento naturista é para homens e mulheres e tem como objectivo permitir aos amantes do nudismo trabalhar como se sentem melhor, ou seja, sem roupa, lê-se no site da empresa, onde está publicado o anúncio. Apesar da exposição, a empresa garante que o trabalho na «Nude House» será igual ao de qualquer outra que venda soluções de software.
No anúncio de emprego é ainda dada a garantia de que existirão várias infra-estruturas de apoio à nudez, como por exemplo chuveiros, já que se pretende que o trabalho seja uma experiência agradável.
A empresa deixa um mail para onde devem ser enviados os currículos, mas ressalva ainda que quem pretender um trabalho mais convencional também pode enviar a sua candidatura.
sexta-feira, abril 08, 2011
Empresa contrata informáticos que trabalhem nus
quarta-feira, março 09, 2011
terça-feira, março 01, 2011
Daniel Casteleira_LONDON FASHION WEEK
Terminou uma das maiores e mais deslumbrantes festas da moda, a London Fashion Week Fall. O grande palco foi inaugurado pelo estilista Henry Holland com uma colecção repleta de letras, riscas e bolas, polvilhada com um sentido de humor aprimorado. Compondo uma mescla entre o irreverente e o campestre, este estilista ousou sobrepor cores e materiais invulgares que deram a esta colecção uma bela lufada de ar fresco para o próximo inverno.Mas, foi sem dúvida Vivienne Westwood quem mais impressionou os presentes: mudando-se de malas e bagagens para o Tribunal Superior de Justiça de Londres – onde apresentou a sua colecção -, mostrou uma mestria avassaladora ao Londrinos e deu jus à fama de ser a rainha das passerelles inglesas. Inspirada em Portobello Road, na jovial Alice do País das Maravilhas e na realeza inglesa, Vivienne deu vida aos seus coordenados com uma maquilhagem desconcertante, explosões de Cor, muitas penas e com adereços marcadamente excêntricos.
A semana passada foi agitada: todos os flashes estiveram apontados para os Grammy Awards 2011. Elegância e sensualidade e muita excentricidade, foram as palavras de ordem desta 53ª edição.
A irreverente Lady Gaga chocou a imprensa ao chegar numa cápsula. Serão estas transparências uma tendência?!
Na próxima coluna irei revelar algumas dicas que farão sentir o público feminino mais elegante: COR da cabeça aos pés, irá alongar imaginariamente a sua figura e afidalgar o seu corpo. Não tenha medo, na próxima estação… use e abuse da cor!
Informar, inspirar e orientar!
Daniel Casteleira
Black at White
cnoticias.net
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Coluna de Moda de Daniel Casteleira_cnoticias.net
E porque esta é a primeira entre muitas colunas, nada melhor que revelar já um cheirinho das novas tendências que se avizinham numa Primavera que se espera mais colorida, afável e de esperança.
De esperança está envolta a filosofia Hippie que regressa com largos e longos vestidos numa miscelânea de cores fortes aplicadas em motivos florais, com destaque para o verde-esmeralda, o encarnado-paixão e o azul, usado em todo o género de peças, de forma integral, misturado ou em largas riscas marítimas.
A moda reinventa-se, voltando à inspiração planetária, apostando em pormenores oriundos do Oriente e continuando nas diferentes estampas de animais selvagens.
Transparências, cabedais, néons e tecidos extravagantes saiem às ruas numa profusão e mistura perfeitamente admissível num próprio coordenado.
Etilista Libanês, o artista na mestria de confeccionar vestidos de gala, emprega em todas as suas criações uma verdadeira mistura de técnicas e matérias. Os seus vestidos são considerados verdadeiras obras de arte, cheias de detalhe e bom gosto.
segunda-feira, janeiro 31, 2011
segunda-feira, janeiro 17, 2011
segunda-feira, janeiro 03, 2011
quarta-feira, dezembro 15, 2010
terça-feira, dezembro 14, 2010
Julian Assange: Readers' Choice for TIME's Person of the Year 2010

Readers voted a total of 1,249,425 times, and the favorite was clear. Julian Assange raked in 382,020 votes, giving him an easy first place. He was 148,383 votes over the silver medalist, Recep Tayyip Ergodan, Prime Minister of Turkey.
But Assange wasn't the winner in all aspects -- Lady Gaga trounced him on Facebook, receiving 65,417 "likes" on Facebook to Assange's 45,643. See the top 10 readers' choices below, and view the full poll here.
2. Recep Tayyip Ergodan
3. Lady Gaga
4. Jon Stewart and Stephen Colbert
5. Glenn Beck
6. Barack Obama
7. Steve Jobs
8. The Chilean Miners
9. The Unemployed American
10. Mark Zuckerberg
segunda-feira, dezembro 13, 2010
afinal o sr da net em Portugal também plagia!!! artigo e plágio by paulo querido
Este fim de semana na RTP2, João Canavilhas professor de Ciências de Comunicação da UBI, falava no imediatismo da informação, da velocidade a que se propaga, os meios de propagação, a sua replicagem e a filtragem a dar para que essa mesma informação nos chegue a mais clarividente e verdadeira possível, criticando de certo modo, os denominados "novos jornalistas": os blogger's.
Não considero os blogger's (e penso que nem o Prof. João Canavilhas) novos jornalistas, nem os blog's são webjornais. O Blog é apenas mais uma ferramenta "for sharing text, photos and video."
Posted: 12 Dec 2010 09:30 AM PST
O Armando Alves tuitou em 9 de Dezembro: #Wikileaks is to the #news business what #Napster was to the #music business.
Eu hoje escrevi um artigo no Ondas intitulado O WikiLeaks está para a democracia como o Napster esteve para a indústria musical.
O Armando empertigou-se e “respondeu” queixando-se que eu não lhe atribui crédito (pelo pensamento? Pela frase? Pela iluminação?).
Eu prezo o Armando Alves. E precisamente por isso lhe respondo. Em público, porque foi na esfera pública que o Armando se queixou.
Em primeiro lugar, Armando, se tinhas um reparo a fazer-me, fazias diretamente. Os laços nas redes sociais valem o que valem, bem sei. Mas eu tinha-te (e continuarei, apesar do incidente e do que quer que faças a este respeito; é uma prerrogativa minha, escolher quem prezo) num tipo de consideração que vai para além dos followings e dos likes e dos links.
Depois, e como penso que fica bem patente na pequena diferença das frases, chegámos os dois a um raciocínio semelhante partindo do mesmo tipo de experiência e conhecimento. Mas semelhante não é igual. Tu achas que o efeito do Wikileaks é sobre a indústria dos media, eu seguia outra linha de pensamento, a política.
Nada tem de extraordinário duas pessoas com experiência e presença numa determinada área, ou contexto, tão marcada como é o Twitter, com a “limitação” dos 140 caracteres, acabarem treinadas nas frases curtas e secas, de impacto. Eu, pelo menos, estou longe de achar que sou o único a construir frases especificamente para impactar no Twitter. E não considero tal uma habilidade especial que mereça proteção legal, direitos ou salamaleques pela utilização.
É uma técnica, digamos, assaz comum.
Termino dizendo que não acredito que tu achas que eu não te citava se o meu artigo tivesse por base a leitura do teu tweet. Que não tinha lido até à infelicidade de teres sido aproveitado para terceiros me dirigirem insultos.
Wikileaks..."A revolução", por Leonel Moura
O caso Wikileaks é revelador da derrocada moral do velho poderOs mesmos que ontem criticaram ferozmente a China por ter desligado o Google, exigem agora que se "assassine" (sic) Julian Assange. Aliás, a Casa Branca proibiu os funcionários públicos de consultar o Wikileaks, ou seja, seguindo o mesmo método censório chinês que desativou o site logo em 2007. E, já agora, mantendo a comparação, é difícil ver alguma diferença relevante entre a justiça chinesa que condenou o recém-nomeado prémio Nobel Liu Xiaobo por delito de opinião e esta justiça inglesa e sueca que se presta à aviltante farsa de prender Assange porque fez sexo sem preservativo. Crime de gravidade tão colossal que nem teve direito a caução. Definitivamente, o velho poder perdeu a compostura. Vergonha nunca teve nenhuma, como se sabe.
E afinal porquê tanta agitação e ódio? O verdadeiro jornalismo sempre teve por missão revelar os segredos dos poderosos e dessa forma contribuir para atenuar a sua prepotência e garantir alguma transparência pública. Onde está então a diferença de tantos outros casos?
Wikileaks é o ponto alto de uma guerra, surda e suja, que os velhos poderes do mundo conduzem contra a Internet. A Internet gerou uma nova cultura assente na liberdade e sobretudo na liberdade de expressão. Uma liberdade que não se fica pelos enunciados, como é corrente nos discursos do velho poder, mas que se pratica ativamente, se distribui, interage, evoluí, como um organismo vivo. Um verdadeiro vírus, perigoso e subversivo para aqueles que acima de tudo têm pavor da liberdade, da criatividade, da imaginação e do talento de indivíduos livres.
Quando todo esse potencial libertário serve para fazer dinheiro eles adoram, mas quando coloca em questão a arquitetura do poder estabelecido eles detestam e atacam. Ora não existem duas internets. Uma coisa vem com a outra. Estas cabeças ainda não o perceberam.
Mais do que os gadgets, o entretenimento, as promoções, as múltiplas parvoíces, a Internet permitiu que o conhecimento e a informação passassem a ser o domínio de muitos milhões e não já, como era habitual, só dos privilegiados e poderosos. Hoje, 2 biliões de pessoas, ou seja, cerca de um terço da humanidade, pode divulgar, partilhar e manipular qualquer tipo de saber ou informação. E isso configura uma revolução que altera não só a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos, mas que exige uma profunda mudança na organização política e social das nossas sociedades. Em vez de evoluir o velho poder resiste, perseguindo os mesmos esquemas brutos e estúpidos de sempre. Imaginar, por exemplo, que é possível matar o mensageiro, quando existem muitos milhões de potenciais mensageiros, é no mínimo pouco inteligente. E muito desesperado, diga-se de passagem. Podem prender ou mesmo assassinar o Assange do momento, mas outros se seguirão. Disso não restam dúvidas. Basta pensar que na sequência dos ataques neste momento já existem mais de mil sites que "espelham" o Wikileaks. Vão prender toda a gente?
A velha cultura deste poder instalado à sombra de democracias formais, resistente à mudança, corrupto na sua essência, hipócrita e secreto nas suas práticas, tem pouca viabilidade numa sociedade cada vez mais transparente. A consequência é o descrédito absoluto em todo o planeta na classe política e também no modelo económico vigente que, em boa verdade, comanda as operações.
A revolução da Internet exige uma nova democracia, mais livre, mais transparente, mais honesta, mais criativa, já que a atual está gasta e senil como se pode constatar.
jornaldenegocios.pt
O WikiLeaks está para a democracia como o Napster esteve para a indústria musical...por paulo querido
sábado, dezembro 11, 2010
From Indymedia to Wikileaks: What a decade of hacking journalistic culture says about the future of news
The first time I ever heard the words “mirror website,” I was sitting at a debris-strewn desk, hunched over a desktop computer, on the second floor of a nondescript office building on East 29th in Manhattan. I’d recently started volunteering with the New York City Independent Media Center, an organization that would turn out to be one of the first “citizen journalism” organizations in the United States — though certainly no one would have called it that at the time. The IMC was in its third day of participant-powered coverage of protest actions taken against World Economic Forum (WEF) meetings in New York. It was less than five months after September 11; the city was cold and bleak, and people were tense. Really tense. And our website, NYC Indymedia, had slowed to a crawl.“It’s going to crash,” I muttered. (...)
Artigo na íntegra
niemanlab.org
O Homem Mais Perigoso do Ciberespaço Por Nathaniel Rich_WikiLeaks
Jacob Appelbaum – o hacker norte-americano por trás do WikiLeaks – luta contra regimes opressores no mundo inteiro. Agora, está fugindo do governo de seu próprio paísJacob Appelbaum no coletivo de hackers de Noisebridge, que ele fundou antes de o FBI começar a segui-lo.
Jacob Appelbaum no coletivo de hackers de Noisebridge, que ele fundou antes de o FBI começar a segui-lo
Artigo Completo
rollingstone.com.br
quinta-feira, dezembro 09, 2010
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Luís Patrão quer visitas guiadas aos monumentos
"O turismo tem tudo a ganhar com a actividade cultural. Nós temos um bom produto, a História, o clima, o património, mas não somos ainda capazes de explorar devidamente estas potencialidades", avaliou Luís Patrão perante uma audiência composta por agentes do sector da cultura e do turismo."O que temos em Portugal é a autenticidade e a História, que deve ser contada no próprio local", sustentou, defendendo uma maior aposta nas visitas guiadas aos turistas que visitam o país.
Recordou dados de um inquérito realizado em Agosto deste ano, que apontava para a avaliação positiva de 91% dos inquiridos que tinham visitado Portugal, 44% dos quais com expectativas acima do esperado.
Luís Patrão recordou que, desde a criação do Turismo de Portugal, em 2007, tem vindo a apostar numa área nova de actividade: a da ligação entre turismo e cultura, através de projectos que estabeleçam pontes entre os dois sectores.
"O turismo não pode andar a pedir a chave à senhora que mora ao lado do castelo porque umas vezes ela está e outras não", exemplificou, entre as dificuldades o sector enfrenta em Portugal.
Luís Patrão apontou ainda que "há casos em que são exigidas obras, outros em que só falta animação e vontade" para realizar iniciativas de atracção turística.
"Uma visita guiada a um monumento durante a qual se conta a sua história pode ser inesquecível", salientou o presidente do Turismo de Portugal, apontando ainda que o país está na lista dos 20 maiores destinos turísticos do mundo, mas não na lista dos 20 maiores destinos turístico culturais.
Joss Croft, diretor regional europeu da Visit Britain, um organismo que promove o Reino Unido como destino turístico, referiu que 50% das pessoas que visitam o país passam apenas por Londres.
O grande objectivo desta entidade financiada pelo Governo britânico "levar os turistas a explorar o país".
Nos estudos de mercado que têm efectuado, descobriram que "poucos visitantes se classificam como turistas culturais, mas os seus interesses vão habitualmente lá parar".
Joss Croft indicou que o Reino Unido é sobretudo procurado pelos museus, pelos pubs (bares populares), pelo futebol e pela história.
(ES)








