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quarta-feira, abril 01, 2009

Sporting e Benfica chegam a acordo_Final da Taça Carlsberg vai ser repetida

Os dois Presidentes chegaram a acordo e a final da taça da liga, vai ser repetida. O encontro está marcado para esta sexta feira, no estádio da Académica em Coimbra. Vai-se fazer justiça, foi o que o presidente do Sporting disse, acrescentando que o Benfica teve a atitude mais correcta, a favorecendo a verdade desportiva.

Já o Presidente do Benfica, não quer alimentar polémicas, nem ficar com uma taça no seu museu que não seja merecida, e daí chegou à conclusão com o Presidente do Sporting, uqe esta seria a melhor solução, e amis justa para os dois clubes a 2ª circular.

O jogo terá transmissão novamente na TVI, às 9:30 da noite, desta vez sem Lucílio Baptista. A comissão ainda não decidiu quem vai ser o novo árbitro.

sábado, dezembro 13, 2008

«Afinal quem é que encomendou a Campanha? Foi Carlos Pinto o Presidente da direcção da Rude a Carlos Pinto Presidente da Câmara Municipal da Covilhã»

Já lhe chamaram Rude(zas), já lhe chamaram o pequeno BPN da Covilhã, já lhe chamaram “o (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas”, socorrendo-me da memória, lembro-me até que em 1995 lhe chamavam “rude’s negócios”. O Bloco de Esquerda chamou a atenção, no dia da cidade, para o lençol de poeira que cobre a aplicação dos fundos do LEADER + pela Rude.

São fundos públicos destinados ao desenvolvimento rural que são desviados para promover a cidade, imagine-se à categoria de 5 estrelas, quando na realidade esses fundos públicos deveriam ser aplicados em iniciativas de desenvolvimento e promoção das zonas rurais, que tanto necessitam do investimento desses mesmos dinheiros público em carências básicas de vária ordem, de saúde, de educação, de emprego, de cultura.

Atentando nos órgãos sociais da dita Rude, muitos são os elementos presentes nesta sala que poderão vir, aqui e agora, esclarecer o funcionamento desta associação, o Próprio Presidente da Câmara que, não se pasme, porque já todos conhecemos as promiscuidades e as idiossincrasias deste senhor presidente, é o Presidente da Direcção; O Senhor Vereador Luís Barreiros, que quando foi questionado sobre os custos e a origem da campanha lá foi dizendo que no âmbito do programa LEADER “foi aprovada uma candidatura no valor de €40.112,92 pela Unidade de Gestão em regime de ‘overbooking’. A Junta de Freguesia do Ferro, os Presidentes de Junta Arménio Matias, membro da Direcção e Carlos Abreu membro da direcção e presidente do GAL (Grupo de acção local).

Não tendo a RUDE competência técnica para mediar uma campanha publicitária, a sua entrada em cena da pressupõe, inevitavelmente, uma parceria com a Câmara Municipal, com a intenção de um obtenção de um financiamento público LEADER +. Mas, pelo que se ouve por aí, a Entidade Gestora do LEADER considerou esta iniciativa não elegível, e o Ministério da Agricultura já disse: -“Não Pago!”

Ficam então questões em aberto.

Afinal quem é que encomendou a Campanha? Foi Carlos Pinto o Presidente da direcção da Rude a Carlos Pinto Presidente da Câmara Municipal da Covilhã; ou foi Carlos Pinto Presidente da Câmara Municipal da Covilhã a Carlos Pinto Presidente da Rude?

Vai a RUDE assumir o pagamento total da campanha sem recurso a fundos públicos? Vai a Câmara servir de suporte para liquidar o montante à RUDE? Explique lá Senhor Presidente, e não fuja à resposta. Mostre lá as actas das reuniões em que ficou decidido quem afinal vai pagar, Carlos Pinto o Presidente da direcção da Rude a Carlos Pinto Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto Presidente da Câmara Municipal da Covilhã a Carlos Pinto Presidente da Rude?

Na Home Page da Bus Consulting podemos ler “A Bus Consulting foi a consultora escolhida pela Câmara da Covilhã para o desenvolvimento da nova Marca Covilhã, tendo sido responsável pela criação da estratégia e da identidade de marca.”Covilhã. Cidade cinco estrelas”. E já agora, as duas empresas a quem efectivamente foi encomendada a campanha, e que dividiram o bolo de cerca de 100 000 euros, €74.878,96 + IVA a Executivemedia e € 24.944,50 +IVA a Zenki Marketing Networks, que não a Bus Consulting, são satélites desta mesma Bus Consulting?

Até pode esbracejar acusando a “esquerda radical” de apenas vir aqui fazer insinuações, a “esquerda radical” vem aqui questionar legitimamente o funcionamento desta associação, e as insinuações, ou como lhe quiserem chamar apenas existem porque os senhores desta maioria habitam o magma escuro da realidade e despertam dúvidas, questionamento, neste caso concreto sobre a má utilização dos dinheiros públicos por parte do executivo camarário e perdendo a possibilidade desses fundos do Leader+, recusados (e bem) pelo ministério, serem destinados a programas de desenvolvimento das áreas rurais, prejudicando as populações e dando um grande contributo para aumentar as suas dificuldades.

Ponha-se à tabela Senhor Presidente que a esta Câmara ainda lhe vamos ouvir chamar a pequena Maçonaria do astro em pentagrama.

A deputada municipal do Bloco de Esquerda
Ana Maria de Jesus Monteiro

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À hora da postagem na máfia do post enviado pelo Bloco de Esquerda da Covilhã, a imagem que a Bus Consulting tinha no site, é a imagem que podem observar em cima...ele há coincidências!!!

Covilhã 5 Estrelas - Verbas não pagam publicidade

O ministro da agricultura assegura que as verbas do programa do “Leader” afectas ao desenvolvimento do mundo rural não podem ser utilizadas para financiar campanhas de publicidade de câmaras municipais

Em causa, as dúvidas levantadas a propósito da campanha “ Covilhã, cidade cinco estrelas” que a autarquia candidatou à associação Rude, embora sem garantia de comparticipação. Confrontado com o assunto, Jaime Silva, ministro da agricultura, pescas e de desenvolvimento rural, é peremptório “não faz parte do programa Leader fazer-se publicidade, pode fazer-se promoção mas daquilo que se está a valorizar que são os produtos transformados da agricultura”.

O ministro garante que as entidades gestoras do programa”Leader” vão fazer cumprir a lei “as instituições têm leis para fazerem cumprir. Há despesas que são elegíveis e têm que ser pagas a tempo, as despesas não elegíveis não será pagas, naturalmente”, explica o governante.


Rádio Cova da Beira

terça-feira, dezembro 02, 2008

Campanha “5 Estrelas“ debaixo de fogo

Dúvidas, muitas dúvidas - é o estigma que pesa sobre a nova campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’.

A polémica estalou na região por esta publicidade surgir ‘colada’ ao LEADER, programa comunitário destinado ao desenvolvimento dos meios rurais. E também pelo facto de o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, presidir à Rude, associação responsável pela execução dos fundos LEADER na Cova da Beira. O autarca da Covilhã candidatou esta campanha para financiamento do programa comunitário, mas o gestor do LEADER já lhe pediu esclarecimentos, não tendo ainda obtido resposta.

A campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’ está a ser massivamente divulgada através de cartazes por toda a cidade, anúncios no estádio municipal e em publicações como o ‘Público’, ‘Visão’, ‘Caras’, ‘Lux’, ou mesmo a revista de bordo da TAP. Todos os anúncios ostentam o logótipo do LEADER e da Rude, sendo pouco claro se se trata ou não de publicidade camarária.
Presidida pelo autarca da Covilhã, a Rude é uma das 52 associações criadas em Portugal no âmbito do LEADER, que contam com fundos comunitários para acções de valorização do mundo rural (€4 milhões a €5 milhões foi a verba atribuída a cada associação no último Quadro Comunitário de Apoio).
Estranhando a falta de relação directa entre a campanha da Covilhã e os objectivos do programa comunitário, o gestor do LEADER já solicitou esclarecimentos a Carlos Pinto.

“Não pagamos essa campanha”

Enviada a 13 de Setembro, a carta do director-geral da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (organismo que superintende as associações LEADER em Portugal) não teve ainda qualquer resposta por parte do presidente da Rude e da Câmara da Covilhã.

“Não pagamos essa campanha. Aguardamos esclarecimentos por parte da Rude”, garante Rui Baptista, chefe do LEADER a nível nacional, adiantando ter sido recebida uma candidatura da Rude no valor total de €800 mil, incluindo a campanha da Covilhã e várias acções na Cova da Beira. “O nosso sistema alertou-nos para a situação e bloqueámos o pagamento. É pouco habitual este tipo de despesas e não faremos transferência financeira enquanto não tivermos resposta ao nosso pedido de esclarecimento”, salienta o responsável do programa, frisando que “nenhum pagamento foi feito para esta campanha”.

No pacote de €800 mil da candidatura da Rude, a campanha da Covilhã foi a que “saltou à vista pelo tipo de acção”. São consideradas elegíveis para financiamento pelo LEADER as despesas da Feira de São Tiago, na Covilhã, que incluiu concertos de Luís Represas, João Gil, António Pinto Basto e João Braga, e apesar de não ter nenhum «stand» agrícola. “Mas as feiras funcionam muitas vezes como actividades de dinamização das zonas rurais”, faz notar Rui Baptista.

Numa avaliação das 52 associações de desenvolvimento rural financiadas pelo LEADER, a Rude figura em último lugar, com a pior taxa de execução de todas. “Tem sido sempre assim, desde o início”, refere o chefe do programa em Portugal. Em Junho, quando esta avaliação foi apresentada, a Rude tinha por executar €906 mil, o equivalente a 69% do Vector 1 e a apenas 24% do Vector 2 do Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA).

Avizinhando-se um novo quadro comunitário, estes fundos ficariam ‘perdidos’ se não fossem aplicados até ao final de 2008. Foi depois desta apresentação pública, em Junho, que foi lançada a publicidade ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. A campanha está a ser fortemente contestada na blogosfera, onde lhe chamam “O (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas” e inclusivamente acusam a associação Rude de funcionar como “um BPN pequenino”.


Quanto custou a campanha?

É um mistério, ao qual a Câmara da Covilhã não dá resposta. Sobre a nova campanha da cidade, o EXPRESSO tentou contactar Carlos Pinto, presidente da associação Rude e da Câmara da Covilhã, cujo gabinete informou que este se encontrava ausente toda a semana, mas que delegava o assunto no vereador Luís Barreiros. O vereador só quis responder ao EXPRESSO por correio electrónico e, questionado sobre os custos e a origem da campanha (se foi lançada pela Câmara ou pela Rude), apenas referiu que no âmbito do programa LEADER “foi aprovada uma candidatura no valor de €40.112,92 pela Unidade de Gestão em regime de ‘overbooking’, isto é, sem garantia de qualquer comparticipação comunitária, não tendo o município até à data recebido um euro de comparticipação”.


in Expresso

via Kaminhos