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quarta-feira, outubro 10, 2007

Vanessa Fernandes nos Gato Fedorento

A 7 de Outubro de 2007, a atleta portuguesa Vanessa Fernandes conseguiu igualar o recorde da lendária Emma Carney no número de vitórias em provas da Taça do Mundo de triatlo, depois de ter vencido em Rodes, na Grécia. Desta maneira, a triatleta alcançou o seu 19.º triunfo global e sexto da época, numa temporada em que apenas não venceu uma das sete corridas em que participou: "Nunca falo de recordes, nunca. Não sei porquê, mas é algo de que nunca falo. Mas é bom vencer 19 taças do Mundo. Penso que é óptimo para Portugal e para mim ter apenas 22 anos e ter já este recorde. Tenho de estar contente", revelou a atleta portuguesa.
Vanessa Fernandes confessou estar "muito orgulhosa" com a prestação e, depois de ter cumprido o objectivo do título mundial, existe agora outra meta para atingir: "Tudo é trabalho para os Jogos Olímpicos (Pequim'2008)".

De regresso a Portugal, um contratempo atrasou a sua chegada por umas horas...

vanessafernandes

sábado, junho 30, 2007

Pinto da Costa: Gatos acusados

O grupo humorístico «Gato Fedorento» e o director de programas da RTP, Nuno Santos, foram acusados pelo crime de difamação a Pinto da Costa, na sequência do programa «Diz que é uma Espécie de Magazine», emitido a 5 de Novembro de 2006.

De acordo com informações recolhidas pelo PortugalDiário, a acusação partiu de Pinto da Costa e não foi acompanhada pelo Ministério Público, já que este não considerou o programa injurioso. No entanto, tratando-se de crimes particulares, a acusação é deduzida pelo queixoso e segue ainda que o procurador decida não a subscrever.

Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis são acusados de «cultivar o escândalo e o sensacionalismo» com afirmações e expressões «altamente difamatórias e injuriosas» e que o presidente portista afirma «não corresponderem à verdade». Agiram os arguidos «com o objectivo de denegrir a imagem» do queixoso «objectivo que conseguiram», refere a acusação.

Pinto da Costa «profundamente revoltado»

Segundo a acusação, os arguidos «sabem muito bem do prestígio, do sucesso e consideração de que goza» Pinto da Costa e o clube a que preside, acrescentando que o líder portista «é estimado por todas as pessoas que o conhecem como sendo um homem íntegro, honesto, honrado, pacífico, ordeiro e defensor dos mais elevados valores morais e sociais». Um «dirigente desportivo de renome nacional e internacional», acrescenta.

Pinto da Costa considera ainda que o conteúdo do programa «abalou profundamente» a sua «vida pessoal e profissional» pelo que ficou «profundamente revoltado e indignado» com o programa e «sentiu desse modo feridas a sua credibilidade, reputação, prestígio e imagem pública».

A acusação contra Nuno Santos é justificada com o facto de o episódio ter sido previamente visionado pelo director de programas, que «baixando o nível» pretendia «elevar o que lhe interessava», ou seja, «o share».

«Ganhava-nos sempre ao monopólio, o morcão»

Ao longo da acusação o queixoso descreve os vários momentos daquilo a que os humoristas chamaram «a história nunca contada na história nunca contada de Pinto da Costa».

Há um companheiro de escola a dizer que Pinto da Costa «ganhava sempre ao Monopólio, o morcão, mas tinha ajudas de fora, sempre que ia para tirar a carta «vá para a prisão», recebia um telefonema a avisar e safava-se sempre . . . sacana!».

Também o episódio do árbitro a entrar num quarto de hotel acompanhado de duas figuras femininas motivou a indignação do presidente portista. O referido árbitro afirma ainda: «Não conheço nem nunca falei com ele. Por que é que havia de falar com ele se não o conheço? Nunca me foi apresentado, nunca fui a casa dele, aquela que fica em Matosinhos, no 4º andar, entra-se pela garagem e à esquerda é logo o WC social (. . .) Pinto da quê? Pois, não me diz nada».

O queixoso entende que os arguidos cometeram um crime de difamação agravada por ter sido feita através da televisão. Neste caso, o crime é punido com pena de prisão até 2 anos e oito meses ou pena de multa não inferior a 160 dias. O queixoso não pede indemnização.

Pinto da Costa indicou como testemunhas o empresário Joaquim Oliveira, o médico Fernando Póvoas, bem como o seu motorista, Afonso Ribeiro, e os membros da SAD, Reinaldo Teles e Adelino Caldeira.

Segundo informações recolhidas pelo PortugalDiário, os arguidos pediram a abertura da instrução, uma fase destinada a apreciar a decisão de levar o processo a julgamento.

PortugalDiário