segunda-feira, outubro 13, 2008

CARLOS PINTO COMENTA CASO COVILHÃ SHOPPING

O presidente da câmara municipal da Covilhã, em entrevista à RCB, diz que a câmara foi benevolente no processo tendo em atenção o número de postos de trabalho que estavam em causa, até ao momento em que se sentiu enganada pelo administrador do edifício.

A autarquia deu um prazo ao proprietário do edifício, o empresário José Carlos Costa Pais, para regularizar um conjunto de situações que se encontravam inadequadas face à legislação que entretanto foi saindo sobre a matéria. O problema é que "o prazo terminou e as alterações não foram feitas". Segundo Carlos Pinto a câmara foi "compreensiva" tendo em atenção o número de postos de trabalho que estavam em causa, "quando constatámos que estávamos a ser enganados tomámos uma decisão".

Na passada semana a comissão de vistoria, constituída por elementos da câmara municipal, centro de saúde e bombeiros, mandou selar o edifício e segundo o autarca "tiveram que andar a fazer à pressa o que poderiam ter feito com calma". A mesma comissão que mandou selar o edifício retirou a ordem depois de verificar que tudo estava de acordo com a lei.

Confrontado com as declarações do administrador do hipermercado "Feira Nova" que acusou Carlos Pinto de estar a agir movido pelo conflito que tem com o empresário José Carlos Costa Pais, o presidente da câmara da Covilhã foi peremptório "a comissão não deveria ter exigido novas escadarias, um sistema de desligamento total da luz em caso de incêndio, nem ter exigido que fossem resolvidos os problemas de higiéne e salubridade em algumas parte dos edifício.." Para Carlos Pinto ninguém está acima da lei "exigimos licenças a quem constrói capoeiros e não exigíamos a estes senhores só porque têm uma insígnia pensam que estão acima da lei, com a câmara da Covilhã estão enganados".

RCB

1 comentário:

Anónimo disse...

Talvez o Costa Pais tivesse deixado de ser "benevolente" para com ele, ou com a Câmara, nunca se sabe.