sexta-feira, setembro 25, 2009

Breves do "Notícias da Covilhã"





Entrevista a Vítor Pereira Notícias da Covilhã- Porque é que, quatro anos depois, se volta a recandidatar a presidente da Câmara? Vítor Pereira- O PS entendeu que eu era o militante mais bem posicionado para este combate. Convidou-me e aceitei, pois não sou homem de virar a cara à luta. É um grande desafio, do qual me orgulho. Aliás, tenho muito orgulho em todos quantos deram a cara pelo PS à Câmara no passado. Estou aqui para honrar uma candidatura que é livre, determinada, que pretende ser ganhadora.


´A CDU é precisa na Câmara´
Entrevista a Jorge Fael Notícias da Covilhã

Porque é que se candidata à Câmara da Covilhã? Jorge Fael- Porque a CDU considera importante renovar a confiança que depositou em mim há quatros anos atrás. Ganhei mais experiência, com trabalho autárquico intenso na Assembleia Municipal. Os eleitos da CDU lá são os que mais trabalham, que analisam os documentos com ponderação e rigor. A avaliação negativa que fazemos desta maioria também é um dos motivos para a candidatura. Sinto que posso, com o projecto CDU, contribuir para o desenvolvimento sustentado do concelho.(...)



Equipa já foi apresentada O futsal feminino regressou ao concelho da Covilhã, com a equipa apresentada esta época pela Associação Desportiva da Estação. Um projecto com a ambição de vencer todas as competições e de chegar à final da Taça Nacional. Rute Duarte, Catarina Rondão, Vanessa Nunes, Ana Vanessa ou Joana Santos são alguns dos nomes maiores da modalidade no distrito que pontificam nesta equipa. Todas elas campeãs. (...)



Taça de PortugalO Sporting da Covilhã defronta, a 18 de Outubro, em casa, o líder da Liga Sagres, o Braga, na 3ª eliminatória da Taça de Portugal.

Pela terceira vez consecutiva o Sertanense joga com o Porto, mas desta vez, no Estádio do Dragão. O Alcains viaja até ao terreno do União da Madeira.



Em Destak




Já estão na Covilhã Nervosismo e ansiedade são, regra geral, os traços que marcam as expressões dos alunos que ingressam no ensino superior. Este ano não é excepção, e a Universidade da Beira Interior, que recebeu na primeira fase de candidaturas 1186 alunos, está repleta de jovens com estas características.

“É uma fase de transição” dizem uns, procurando acalmar as suas próprias inseguranças; “temos de encarar tudo isto como um novo desafio” dizem outros mostrando-se mais optimistas. Ainda que a primeira meta (entrar na faculdade) esteja ultrapassada, há ainda muito que fazer, e é aqui que a verdadeira aventura começa. Desde as matrículas, que para que fique tudo devidamente tratado, um dia por vezes não chega, à procura de casa ou quarto, muitas são as arestas a ser limadas para que o ano lectivo que aí está possa arrancar sem percalços de maior.

O curto período que medeia a saída das colocações e o início das matrículas é responsável pela situação de incertezas que a maioria dos alunos vive acerca da sua estadia na Covilhã. Sem casa, ou quarto, sem saber o que fica mais em conta ou será mais compensatório, os alunos e os pais aguardam que a “maratona” das matrículas seja conquistada, para enveredarem nessa tarefa. David, de Idanha-a-Nova entrou na sua primeira opção (Electromecânica) e é uma excepção à situação acima descrita. “Já aluguei um quarto” diz por um lado contente por ter conseguido entrar no curso que queria, mas por outro um pouco nervoso com a fase de praxes que se aproxima.

“Estou um pouco apreensivo, especialmente por aquilo que às vezes se ouve falar ou se vê na televisão acerca das praxes, mas nada demais”, diz de sorriso no rosto. Já a mãe de David encara esta fase de forma serena, “desde que não hajam faltas de respeito, as praxes devem ser vistas como uma brincadeira”, diz. Quanto ao que tem de pagar pelo quarto, apesar de achar um pouco mais barato que nos grandes centros e de contar com a ajuda da bolsa a que o filho já se candidatou diz que “o que se paga nunca é pouco e que fará sempre diferença no orçamento familiar”.

Telma Morais, de Castro D’Aire, entrou também na sua primeira opção (Ciências Biomédicas) e ainda que ainda não tenha a certeza de onde vai ficar, tem já uma pequena ideia. “Tenho uma colega cá, no segundo ano, talvez fique a dividir a casa com ela. Assim talvez fique mais barato” diz decidida. Quanto às praxes, Telma não mostra nervosismo algum, “tem de ser, e estou preparada”.

1 comentário:

Anónimo disse...

Credo... Não havia nada de mais interessante para perguntar que não o óbvio: "Porque é que se candidata"? Que falta de imaginação.