Estado gastou mais 241 milhões do que o previsto
O Estado gastou mais 241 milhões de euros do que o previsto em cinco obras públicas. A denúncia é do Tribunal de Contas que considera ser necessário criar um observatório para controlar as derrapagens.
O Tribunal de Contas (TC) considera que é preciso criar um observatório para controlar as derrapagens nos orçamentos e prazos das obras públicas em Portugal. De acordo com um relatório do TC, o Estado gastou mais 241 milhões do que o previsto em cinco obras públicas fiscalizadas no ano passado.
As obras que estão em causa são a construção do edificio da Casa da Música, no Porto; da ponte Rainha Santa Isabel, em Coimbra; do túnel do Terreiro do Paço, em Lisboa; a ampliação do aeroporto Sá Carneiro, no Porto, e a reabilitação do túnel do Rossio, em Lisboa. Estes cinco casos são exemplos de empreendimentos públicos que para além de terem saído mais caros do que o inicialmente previsto, (só na Casa da Música houve uma derrapagem de 295% do orçamento), também ultrapassaram os limites dos prazos previstos.
Diário Económico
O Estado gastou mais 241 milhões de euros do que o previsto em cinco obras públicas. A denúncia é do Tribunal de Contas que considera ser necessário criar um observatório para controlar as derrapagens.
O Tribunal de Contas (TC) considera que é preciso criar um observatório para controlar as derrapagens nos orçamentos e prazos das obras públicas em Portugal. De acordo com um relatório do TC, o Estado gastou mais 241 milhões do que o previsto em cinco obras públicas fiscalizadas no ano passado.
As obras que estão em causa são a construção do edificio da Casa da Música, no Porto; da ponte Rainha Santa Isabel, em Coimbra; do túnel do Terreiro do Paço, em Lisboa; a ampliação do aeroporto Sá Carneiro, no Porto, e a reabilitação do túnel do Rossio, em Lisboa. Estes cinco casos são exemplos de empreendimentos públicos que para além de terem saído mais caros do que o inicialmente previsto, (só na Casa da Música houve uma derrapagem de 295% do orçamento), também ultrapassaram os limites dos prazos previstos.
Diário Económico





