
terça-feira, junho 07, 2011
ELEIÇÕES LEGISLATIVAS - E AGORA? por Marco Daniel Alves

segunda-feira, março 21, 2011
Ankyofnna_historiascc.blogspot.com

sexta-feira, fevereiro 25, 2011
"Quem nunca ouviu falar que antigamente o transporte do minério(nas Minas da Panaqueira) era feito nos carros de bois?"_sobraldesaomiguel.blogspot.com
No antigamente
"Quem nunca ouviu falar que antigamente o transporte do minério era feito nos carros de bois?
Neste caso o ti João Vicente Pinto foi um dos muitos trabalhador das Minas da Panasqueira mais conhecido pelo "Ganhão da Companhia". Trabalhava nas limpezas da área habitacional, transportando os lixos e a "trampa" que eram despejados nos aterros.
O "Ganhão da Companhia" trabalhou mais de 30 anos nas minas tendo ganho um relógio de pulso quando completou os 25 anos de trabalho."
revivernasminas.blogspot.com_"Reviver (n)as Minas, Aconteceu!"
"O maior mistério da humanidade é o mistério da vida. Nascer é um acto que está intimamente ligado à vida e, já agora, às ideias. Tal como na vida, uma ideia quando germina torna-se num mistério e através do seu desenvolvimento vai ganhando contornos ténues que depois, com o tempo e com a adesão, robustece, ganha autonomia e acontece. O acontecer é o parto das ideias!"
Fica aqui uma primeira série de fotos, que "roubei" por aí, no FB (João Pedro...), e dei-lhes um pouco de animação. Há muito mais para ver, mas tal como as ideias, também leva o seu tempo!
Nº 2 do Jornal Voz da TOPE_"Ferro 17 Fevereiro de 1960"
dizia-se nos anos 60 e transcrevo:
Que linda estrada temos
Do Ferro à Ponte Pedrinha
No Verão muita Poeira
No Inverno muita Cóvinha. (Continua)
O G.D.A.C. Bouça pretende implementar uma escola de Futsal
A implementação deste projecto tem como objectivos, os inegáveis benefícios que a prática regular da Actividade Física e Desportiva em geral e o Futsal em particular podem trazer ao nível do desenvolvimento na estruturação do comportamento motor e social, bem como o desenvolvimento multilateral e criação de hábitos de vida que fomentem a saúde através de uma prática desportiva continuada.
Neste sentidos os nossos jogadores irão aprender a jogar Futsal através de métodos de treino adoptados à sua idade, num ambiente de qualidade, divertido e saudável.
Este projecto tem início dia 16 de Fevereiro de 2011.
"A serra e o esqui"
O Público de ontem (segunda feira, dia 21) trazia uma notícia sobre João Marques, um jovem esquiador português (da Covilhã) que participou recentemente numa prova internacional de esqui. Nessa peça pode ler-se, a páginas tantas, o seguinte:
(...) apesar de a serra da Estrela ser "o melhor que temos, fica muito aquém das necessidades para um atleta de alta competição de desportos de neve". "Não por falta de vontade, mas por falta de neve", diz [João Marques].
Na serra da Estrela, o tempo para a prática das modalidades de Inverno está centrado, em média, em quatro meses, entre Dezembro e Março. "E mesmo assim nem sempre com a quantidade de neve necessária".
Ou seja, e mais uma vez, apesar de ser "o melhor que temos", a serra da Estrela não é grande coisa para o esqui.
Não pretendo com isto concluir que se deve fechar a estância de esqui. Apenas repito o que toda a gente que pratica esqui com alguma regularidade diz. E daí deduzo que enquanto continuarmos a basear o turismo da serra numa actividade que na serra não tem muita qualidade, continuaremos a ter este turismo desqualificado. Mas é pena, porque a serra merecia mais, e também porque poderíamos aproveitá-la mais lucrativamente
"Foto das minas da panasqueira. Gentes de Casegas"
Coro Infantil da Banda da Covilhã_1981_Calvário
I Feitiço_Festival de Tunas Femininas da Universidade da Beira Interior_26 Fev'11_21:30_UBI_Covilhã
HistóriaSCC comemora 2º Aniversário_A Máfia congratula o Blogue HistóriaSCC

O Blogue HistóriaSCC está a completar o segundo ano de existência, continuando a desenvolver um trabalho dedicado a perpetuar a história do Sporting Clube da Covilhã, esteja relacionada com os dias do presente ou seja referente a tempos muito longínquos. A nossa missão não tem sido fácil, principalmente por querer abranger anos com poucas memórias palpáveis, mas com a colaboração de jogadores, treinadores, directores, familiares de antigos atletas e diversas entidades, temos encontrado registos fotográficos que marcarão para sempre a grandeza do nosso clube. Para além do espaço na internet, o Blogue está a preparar outras iniciativas, esperando que algumas possam ser comunicadas aos nossos seguidores o mais depressa possível. E não se esqueçam que apenas temos um objectivo: divulgar a história do enorme Sporting Clube da Covilhã!
Carlos Miguel Saraiva
Nuno Miguel
Eugénio Lopes
Filipe Pinto
João Paulo Martins
terça-feira, fevereiro 22, 2011
New Blog on The Block_covilharevisitada.blogspot.com
Antigo aluno da Escola Frei Heitor Pinto e da Escola Campos Melo
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A ESCOLA TÉCNICA & C.,ª Lda.

Mas desde cedo as duas ribeiras deram à cidade a sua vocação fabril, conjugadas com os grandes rebanhos que os pastores levavam a apascentar na serra da Estrela ou pelas longínquas rotas da transumância. Essa vocação fabril talvez se tenha manifestado ainda desde tempos antes da monarquia. Imaginamos a beleza das primeiras fábricas, perfeitamente integradas nos leitos das ribeiras, colhendo as suas águas para mover os mecanismos. Algumas ainda existem. Ou se não são as mesmas devem ser parecidas.
Em conclusão, a cidade da Covilhã só não está situada no vale devido à castrense e medieval necessidade de defesa, devido às muralhas incrustadas no cimo de um monte. A cidade não tem vista para a serra, não foi essa a preocupação, os tempos não eram de turismo ou poesia. Ao tempo e à sobrevivência não interessavam as vistas. Decerto que no vale passava uma importante via romana, a mesma que ia servir as explorações mineiras da ribeira de Gaia, ali perto de Belmonte. Os romanos vieram para a Península fundamentalmente por causa da extracção mineira.
No tempo de fazer o castelo ainda houve engenho para talhar as pedras. Quando foi necessário construir a Real Fábrica (ao tempo da do Fundão e da de Portalegre) bastou destruir o castelo… Destruir não será bem o termo, porque o castelo já estava arruinado pelos tempos. Mas decerto a ruína humana interveio então consideravelmente. Tudo muito prático, sem sensibilidade pelo património. Também outras fábricas se aproveitaram das pedras, e até os particulares. Foi uma pilhagem consentida... (2)
A Covilhã abrangia o extenso vale que hoje chamamos Cova da Beira, nome que não é muito poético. Houvesse uma pequena ermida no vale, como há na nave de Santo António, e poderia muito bem chamar-se-lhe Vale de S. António, ou Vale das Duas Serras, atendendo a que é formado pelo vale da Serra da Estrela e da Gardunha, a maior serra e outra das maiores de Portugal. Cova da Beira não é lá grande nome… Até os chamados Covões da serra da Estrela são nomes mais soantes…
Depois do século de ouro da indústria dos lanifícios da Covilhã, o século XVIII (2), o nome que hoje nos aparece mais associado à indústria de lanifícios da Covilhã é o de Campos Melo, ou melhor, José Maria Veiga da Silva Campos Mello, o que não causa estranheza, pois quotidianamente (e desde a nossa juventude de estudantes) vemos a sua estátua de mãos estendidas em serviço pelos lanifícios, junto à Escola Campos Melo, vemos a placa de centenário de nascimento na casa onde ele nasceu, na rua que tem hoje o seu nome (Rua Comendador Campos Melo) e apreciamos o belo jazigo no cemitério da Covilhã:
«José Maria da Silva Campos e Mello — (Comendador) nasceu na Covilhan em 29 d’Agosto de 1808 e morreu no dia 3 de Março de 1866, legando á Mizericordia d’esta villa 1:500$000 reis.
Negociante opulento e chefe d’industria fabril, foi dos mais incançaveis filhos da Covilhan, que aproveitando a fecunda lei protectora de 10 de Janeiro de 1837ajudou a leval-a ao subido grau d’explendor e progresso.
Em 28 de Março de 1864 o Governo de Sua Magestade, em attenção ás excelentes qualidades d’este respeitável Portuguez e dos eminentes serviços por este prestados á industria nacional o condecorou com o gráu de commendador da Ordem de Nosso Senhor Jesus Christo. Reedificou pelos annos 1852 a denominada Fabrica Velha, sita na ribeira da Carpinteira:
Fabrica Velha:
Gosava dos mesmos privilégios da fabrica de Cascaes, em virtude da Régia Provisão de 11 de Dezembro de 1800.
Manufacturava fazendas de lan e ultimava e tingia fazendas de particulares.
Pessoal:
Mestres . . . . . . 3
Aprendizes . . . 2
Officiaes . . . . . 15
Serventes . . . . 8
Total . . . 28
«ESCOLA INDUSTRIAL «CAMPOS MELLO» — Pelo decreto de 3 de janeiro de 1884 foi creada esta escola, que foi aberta em 9 de dezembro do mesmo anno, e, mais tarde, 2 de agosto de 1885, solemnemente inaugurada no edifício que occupa, na rua de Santa Marinha, offerecido pela Camara Municipal.
Movimento d’esta escola desde a sua abertura até fins de 1897:
Frequencia: —Desenho, 1: 142 do sexo masculino e 75 do feminino; mathematica, 212 m.; francez, 405 m. e 2 f.; chimica, 94 m.; tecelagem 95 m. —Total, 2:025.
Examinados: —Desenho, 346 m. e 27 f.; mathematica, 48 m.; francez, 130 m. e 1 f.; chimica, 11 m.; tecelagem, 37 m. — Total, 607.
Actualmente há apenas dois professores: um de chimica e outro de desenho e mathematica, tendo um total de uns 50 alumnos.» (1)
Se não viveu muitos anos, Campos Melo soube cuidar do seu destino em vida e quanto à sua última morada, pois no cemitério da Covilhã, no corredor central, segundo patamar, pode apreciar-se a beleza do seu jazigo, de portas de três arcos de volta perfeita com colunas de capitéis adossadas. Partilhou-o, sobretudo, com um seu irmão mais velho (que dá o seu nome a outra grande artéria da Covilhã, a rua Visconde da Coriscada):
«Francisco Joaquim da Silva Campos Mello (conselheiro e primeiro visconde da Coriscada) — nasceu na Covilhan em 5 de Janeiro de 1824 e morreu a 13 de Maio de 1876. Foi presidente da Camara Municipal de Covilhan, valoroso industrial, escrivão e provedor da Misericordia d’esta cidade, á qual deixou em testamento 1.500$000 reis em acções do Banco da Covilhan.
Em 1871 recebeu o titulo de Barão da Coriscada, que depois se mudou no de visconde. Promoveu o desenvolvimento da industria covilhanense e ligou o seu nome a muitas instituições de caridade e de progresso.» (1)
É evidente que a herança industrial de Campos Melo se situa hoje nas fábricas que souberam acompanhar a evolução técnica dos tempos, como as fábricas de Paulo Oliveira ou de Brancal, mantendo o nome da Covilhã na primeira fileira da produção de lanifícios do mundo.
(2) Barata, J. Reis- Covilhã-Nascimento e Consolidação (2006)
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
"Assim falava...O deputado José Sócrates, hoje primeiro ministro, há quase vinte anos: "
(clique para aumentar)
Não nos lancemos precipitadamente à crítica fácil! Devemos compreender que, nos últimos vinte anos, se vêm afirmando as teorias corporativistas que defendem o ordenamento estatal da iniciativa empresarial. O que em 1992 muito considerariam um monopólio injustificável e indefensável, é hoje em dia visto com bons olhos e um modelo aplicado em cada vez mais sectores da economia. Aliás, está para breve a refundação da saudosa Câmara Corporativa (que, aliás, deve ter dado parecer para a constituição deste "monopólio do deixa-andar")! Tudo coisas que um jovem deputado como José Sócrates nunca poderia, há vinte anos, ter previsto!
Sim!, aplique-se em todos os sectores da economia o modelo que tanto dinamismo tem trazido ao turismo na serra da Estrela! A bem da Nação!
CORTES DESESPERA PELA ESTRADA DAS PENHAS
Uma situação lamentada por Paulo Rodrigues, em entrevista ao programa "Radiografias" da RCB o autarca fez o ponto de situação do projecto "os capitais próprios da junta e da câmara da Covilhã já foram investidos nesta obra, mas continuamos a aguardar a aprovação de uma candidatura apresentada pela câmara da Covilhã no dia 28 de Janeiro de 2010, há precisamente um ano, no valor de um milhão 823 mil euros, ao programa Proder, mas até à data sem qualquer resposta".
Segundo o autarca, a estrada, reivindicada há anos, é uma alavanca para o turismo e a mais importante obra para a freguesia "haverá outras importantes mas esta obra é necessária para Cortes do Meio como pão para a boca".
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ocantarozangado.blogspot.com
Faço esta pergunta aos Loriguenses e peço aos das Cortes do Meio que a façam também. Estudemos soluções que já experimentámos, avaliemos os resultados que se obtiveram, antes de afirmarmos que o que é preciso é mais estradas. Para desenvolver o turismo é preciso mais do que meramente estar no caminho para a Torre (e as Cortes do Meio, tal como Loriga, nunca estarão no caminho natural para a Torre, por mais estradas que rasguem serra acima). Direi mesmo mais: hoje em dia, é preciso *não* estar no caminho para a Torre (com todo o lixo, ruído e desordenamento que caracteriza as áreas dos trajectos já existentes) para que se possa desenvolver um turismo equilibrado e verdadeiramente lucrativo, como o que se pratica nas outras montanhas da Europa.
(*) Na verdade, isto não é bem uma notícia, é mais o eco de um estado de espírito do presidente da Junta de Freguesia das Cortes do Meio, que apresenta os seus desesperos particulares (sejam eles verdadeiros ou meras jogadas tácticas, não é essa a questão agora) como desesperos da freguesia a que preside. É também mais um exemplo de como muitos jornalistas locais entendem que não é função deles fazerem mais do que servir de correio para estes estados de espírito.
"A minha última opinião !!! " tortosendo.blogspot.com
Tentei com este blog despertar o interesse de todos os Tortosendenses para a sua terra o que não consegui. Consegui sim foi arranjar meia dúzia de inimigos anónimos e o olhar desconfiado de outros tantos.
Continua a ser uma terra onde a maioria das pessoas só sabe criticar os outros e nada mais…para esses deixo aqui umas últimas palavras: " Ide para a p... que vos pariu !"
Fecho este blog com a consciência tranquila de que o meu “trabalho de casa” foi feito.
Por fim, não posso deixar de agradecer a todos os que passaram por aqui assiduamente… o meu muito obrigado…
António Moreira
PS: O blog continuará aberto, pois creio que o conteúdo se justifica, mas deixarei de postar."
Campanha de Apoio a Estudantes Carenciados_capelao@ubi.pt
Brevemente iremos fazer circular uns mealheiros para recolher os donativos materiais de quem quiser colaborar na ajuda dos estudantes que já estamos a apoiar, bem como dos que vierem ainda a surgir depois de feita esta triagem.Desde já gratos pela atenção dispensada e pelo acolhimento generoso que esta causa merece.
Pe. Henrique Manuel Rodrigues dos Santos
Capelão
Pe. Henrique Manuel Rodrigues dos Santos
Tlm.: +351967707684
Email da Capelania
capelao@ubi.pt
terça-feira, fevereiro 08, 2011
Leixões SC 0 - SC Covilhã 1
O Leixões entrou na segunda parte claramente ao ataque, empurrando os serranos para terrenos recuados, mas sem criar acções demasiado perigosas, exceptuando um livre directo de Fábio Espinho aos 58 minutos, que ficou a escassos centímetros das redes de Serginho. A pressão local foi perdendo objectividade e até foram os visitantes que estiveram perto de dilatar a diferença em dois lances: aos 70 minutos, Rincon não conseguiu aproveitar a sua excelente posição na área adversária; e aos 77 minutos, o recém entrado Bruno Severino apontou um livre para boa defesa de Fonseca. Os leixonenses voltaram a acelerar o ritmo nos instantes finais, colocando por inúmeras vezes a bola na área do Covilhã, mas a boa organização serrana e duas atentas intervenções de Serginho permitiram segurar uma preciosa vitória por 0-1. Com estes três pontos, o Sporting da Covilhã deixou os lugares de descida de divisão, desejando-se que a recuperação possa continuar na próxima jornada, quando se realizar a recepção ao Estoril.
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Festa de Comemoração do 3ºAno AJF_Ferro
















