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terça-feira, fevereiro 15, 2011

Nós por cá! Nós por Celorico...

Hoje (dia 13 fev) no Jornal Correio da Manhã vem uma noticia relativa ao Taguspark.

Taguspark: Um milhão deixado em caixotes
Auditoria revela que projecto custou quase um milhão
de euros mas os sinais continuam num armazém no Prior Velho.

Noticia de primeira página um projecto de um milhão de euros com o material no armazém. Em Celorico também há projectos e contratos que custam milhares aos cofres da autarquia e resultados…zero.


Verifica-se neste quadro que projectos há muitos, mas obras?

103.460,00€ em material para a biblioteca e o material?? onde?

Mais milhares para centro escolar, alcatrão nas estradas e zonas industriais, onde? Quando? Estas obras cujos projectos terão que ser pagos, não serão realizadas nos próximos 2 anos e até colocamos em dúvida se alguma vez o serão, pelo menos com estes autarcas.

São 226.010,00€ que não vão ter resultado nenhum. É o rigor e transparência, palavras no dicionário dos socialistas cá do burgo, equivalentes a Mãos Limpas. Mesmo os projectos que passam para infra-estruturas acabam assim, neste exemplo de boa gestão do executivo liderado pelo Engº zeze…


Quiosque no Jardim de Santa Eufêmea, celebração do contrato em 05-2009 com o valor de 17.095,90 €.

Já alguém o viu a ser utilizado? 17.095,90€ ao abandono!! isto é gestão Celoricenses!!! E a Pousada de Linhares fechada por falta de 30.000,00€ para janelas e portas! Por um dia destes quando estiver degradado ou a necessitar de alguma intervenção a culpa será do outro…

Eles não falam…fazem

"Foi o que aconteceu, agora, com uma empresa irmã da Coficab...que acabou por se instalar na Covilhã"

"Apoio moral", disse ele

Quando conduzo ouço rádio (TSF , Antena 1 e Antena 2, conforme o meu estado de espírito). Hoje, porém, fui parar ao Rádio Altitude, quando distraidamente carreguei no comando que está ao lado do volante. Ainda bem, porque isso permitiu-me ouvir as declarações do director da Coficab, uma empresa tunisina instalada na Guarda. João Cardoso, o director, seco e directo, declarou que a Guarda não tem tido capacidade de atrair investimentos, ao contrário de cidades vizinhas. Deu exemplos elucidativos.

Contou que a sua empresa teve que pagar o terreno a "preços comerciais" e mesmo um ramal de ligação eléctrica até à subestação eléctrica da EDP, do IPG até Vale de Estrela. Disse ele que nunca teve apoio "físico" (leia-se dinheiro) da Guarda, reconhecendo, porém, que teve apoio "moral" (?). Comparou a Guarda com outras cidades, onde parece haver apoio à instalação de empresas. Foi o que aconteceu, agora, com uma empresa irmã da Coficab - mas na área alimentar- que acabou por se instalar na Covilhã, onde houve o tal apoio "físico". O apoio "moral", como sabemos, pouco interessa aos investidores capitalistas. Cardoso disse-o com todas as letras: A que propósito é que uma empresa se fixará na Guarda se não houver da parte da autarquia um apoio substancial? Especialmente se Covilhã, Castelo Branco ou Viseu têm práticas de contínuo auxílio ao investimento.

Cardoso é um daqueles gestores (competente, por sinal) que usam uma linguagem que está a milhas da que uso. Para eles, primeiro, o dinheiro. E depois as pessoas, meros instrumentos de acesso ao lucro (explicou que na Guarda "são mais baratas" do que, por exemplo, Salamanca, onde pensou instalar a "sua" empresa). E quando já não obtêm dividendos nesta ou naquela terra... partem para outra, tratando os trabalhadores como algo "descartável". Moral? Nenhuma.

Apesar da linguagem e das intenções da sua acção, Cardoso disse o que todos sabemos (e que às vezes não verbalizamos, para não contribuirmos para o desânimo): a Guarda deve procurar mecanismos de atractividade de empresas; a Guarda deve apoiar a criação de mais postos de trabalho. Junto, da minha lavra: a Guarda deve apoiar a instalação de empresas de gestão humanista e respeitadoras da dignidade dos cidadãos e das terras. Ao mesmo tempo que deve investir noutros sectores que melhorem a qualidade de vida.

quinta-feira, janeiro 13, 2011

«O estilo é de quero, posso e mando"...alguém deveria ter dito ao presidente da Covilhã que ele não é dono da Serra; nem ele nem a Covilhã»

Serra De Estrelas

"Anda para aí uma "guerra" entre o Presidente da Câmara da Covilhã e o Governador Civil da Guarda por causa da neve, de limpa neves e do centro de limpeza da neve. O presidente da Covilhã já veio, no estilo habitual, destratar Santinho Pacheco. O estilo é de "quero, posso e mando" mas, de vez em quando, o autarca covilhanense tem alguns revezes às suas pretensões.

Há muito que alguém deveria ter dito ao presidente da Covilhã que ele não é dono da Serra; nem ele nem a Covilhã. Todos sabemos que a maior parte do território da Serra se integra no distrito da Guarda. A Guarda tem desistido de afirmar que a Serra é, sobretudo, do seu distrito. E que a Covilhã deve ser tratado conforme a sua dimensão e a sua representatividade. Não bastava que a Covilhã se divulgasse como "cidade-neve"?!!! Se a Covilhã é isso, o que será a Guarda? Claro que a presunção publicitária da Covilhã só tem tido sucesso por manifesto baixar dos braços da Guarda, Gouveia e Seia, por exemplo.

Talvez seja hora de Carlos Pinto receber uma lição, a propósito da neve. Talvez seja Santinho Pacheco a explicar a Pinto que a Covilhã é, apenas, uma cidade, entre outras, da nossa Serra. Cidade que merece respeito mas que não pode ser dona do que não é dela. E que nem sequer deve ser tratada de forma especial.

PS. Raramente uso ou valorizo estes aspectos administrativos (distritos, concelhos, o meu território é maior do que o teu! Aqui neste quintal mando eu!)mas talvez seja a única argumentação que Pinto entenda. Claro que o ideal é que a Serra fosse vista de uma forma global (com um estratégia bem definida) mas, para isso, será necessário que os municípios não pensem, apenas, em si próprios! Quem me dera: a Serra vista como um todo, unindo as Câmaras!"

quinta-feira, junho 17, 2010

Pedido de sangue ( B- ) URGENTE_SPP-PSP COVILHA/CASTELO BRANCO

A Inês é uma jovem residente na freguesia de Manigoto, concelho de Pinhel, que precisa de um transplante de coração.


Pede-se a quem tenha este tipo de sangue que contacte com urgência:
4. Luís de Carvalho - 931085403 / 931085403
5. Pedro Leal Ribeiro - 222041893 / 222041893 / Fax: 222059125


Grupo de Amigos do Manigoto
Travessa Aida Roque Simões s/nº
6400-251 MAIGOTO
geral@manigoto.org
271411472
961955559

spppspcovilhactbranco.blogspot.com

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

CONCERTO: Long Way to Alaska no Teatro Clube de Alpedrinha, 05-03-2010


Long Way to Alaska



Serra da Estrela | Neve, Cultura e Natureza_serradaestrela-segredos.blogspot.com


Neve da Serra da Estrela deve ter vertentes cultural e natural

A neve «deve ser aproveitada de uma forma mais integrada», é a conclusão de um seminário sobre a importância natural, cultural e económica deste recurso natural, que decorreu em Seia.

José Conde, técnico superior do Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE), que organizou o evento em parceria com a associação ALDEIA, defendeu que «a neve é um recurso que deve ser explorado numa vertente cultural e natural» e não apenas «na vertente económica». Os oradores apontaram ainda «várias vias de investigação futura» no campo científico, nomeadamente nas áreas do clima e da geomorfologia da Serra das Estrela.

Por outro lado, José Conde salientou que, devido ao aquecimento global do planeta, tudo indica que, no futuro, «a quantidade de neve existente na serra poderá não permitir que se faça o tipo de desporto ou de actividade que se faz hoje, por muito mais tempo».

«Convém que a região encontre alternativas a este modelo que temos », afirmou para uma plateia de cerca de uma centena de participantes de vários pontos do país.

Também no campo desportivo e recreativo, a neve «tem muitos outros usos do que apenas o do esqui de pista», acentuou, para recordar que «há outras alternativas, respeitando sempre a natureza e procurando uma compatibilização com o território e com as pessoas que aqui residem».

No final, José Conde concluiu que a região da Serra da Estrela ficará a ganhar «se a neve for encarada de uma forma global e não apenas numa perspectiva excessivamente orientada para a exploração do esqui de pista».





sábado, fevereiro 20, 2010

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Lali Puna - Our Inventions



Pouco a pouco estão sendo divulgados detalhes de “Our Inventions”, o novo álbum dos alemães Lali Puna, que sai para o mercado no mês de Abril. O sucessor de “Faking The Books”, vai ser lançado pela editora Morr. Remember” vai ser o single apresentação do álbum.





quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Seminário - “A Neve – importância natural, cultural e económica”, 20 e 21 de Fevereiro de 2010_CISE_SEIA


“A Neve – importância natural, cultural e económica”

A serra da Estrela constitui a região do território português em que, por regra, se registam as precipitações mais elevadas e os valores de temperatura mais baixos, sendo, naturalmente, o local onde a queda de neve é mais regular e abundante.

Embora a neve e as paisagens nevadas sejam consideradas, em grande medida, apenas um suporte físico para a realização de desportos de Inverno ou como um meio de diversão, não deve ignorar-se o facto de que na forma sólida se encontram armazenados cerca de três quartos da água potável do planeta Terra e que a sua fusão permite a recarga lenta e gradual dos aquíferos, linhas de água, lagos e barragens. Por outro lado, as condições adversas dos climas de montanha têm um profundo impacto na ecologia, fisiologia, comportamento e distribuição dos seres vivos, bem como sobre os modos de vida das populações humanas que habitam nestas regiões.

Assim, a realização deste encontro tem como objectivo principal abordar aspectos ambientais, científicos e económicos dos ecossistemas de montanha e, em particular, do recurso neve, e deverá considerar temáticas tão diversas como a Geomorfologia, a Climatologia, a Botânica, a Zoologia, a Antropologia, o Desporto e o Turismo.



cise-seia.org.pt

via cafe-mondego.blogspot.com

Serra da Estrela | Tendas da Mongólia _serradaestrela-segredos.blogspot.com



Aguentam até 30 graus negativos, são instaladas em cima de estacas (e por isso são móveis) e estão no Parque de Campismo de Vale do Rossim, a 1500 metros de altitude, na Serra da Estrela. Com estas tendas da Mongólia, a empresa Trilhos e Lagoas, concessionária do espaço, quer atrair mais turistas. Numa primeira fase foram instaladas seis tendas, que foram inauguradas no sábado de Carnaval. As tendas, com capacidade para acolher um casal com um filho ou dois, estão equipadas com casas de banho e aquecimento.

Reportagem da Agência Lusa sobre as tendas da Mongólia existentes no Vale do Rossim Eco Resort




segunda-feira, janeiro 25, 2010

XXIV CONCURSO FOTOGRÁFICO DE MANTEIGAS


blogmanteigas.blogspot.com

Categoria I

Tema «Manteigas e o Espaço Envolvente»
Categoria II
Tema «(Re)cantos e Encantos»
Categoria III
Tema «Rostos e Figuras»

Prémios por Categoria
1.º Prémio - 300 € + Certificado
2.º Prémio - 150 € + Certificado
3.º Prémio - 120 € + Certificado

Informações e Inscrições
Município de Manteigas - Câmara Municipal
Rua 1.º de Maio - 6260-101 Manteigas
Telefone: 275 980 000 - Fax.: 275 982 092
E-mail :
cultura@cm-manteigas.pt
Entrega de Trabalhos
Até ao dia 12 de Março de 2010

Entrega de Prémios
Dia 24 de Abril de 2010



REGULAMENTO

11.ª EDIÇÃO DO CONCURSO LITERÁRIO - PRÉMIO DR. JOÃO ISABEL




Prémios
1.º Prémio - 500 € + Cerificado
2.º Prémio - 300 € + Certificado
3.º Prémio - 150 € + Cerificado

Informações e Inscrições
Município de Manteigas - Câmara Municipal

Rua 1.º de Maio - 6260-101 Manteigas
Telefone: 275 980 000 - Fax.: 275 982 092
E-mail: cultura@cm-manteigas.pt

Entrega de Trabalhos Até ao dia 02 de Abril de 2010

Entrega de Prémios Dia 15 de Maio de 2010

XVIII Edição 12 Kms Manteigas - Penhas Douradas_7 mar'10


Programa
09:00 Horas - Partida da Categoria Caminheiros
10:00 Horas - Partida da Categoria BTT - Up Hill
10:30 Horas - Partida da Categoria Atletas
15:00 Horas - Entrega de Prémios

Organização
Município de Manteigas - Câmara Municipal
CCD dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Manteigas

quinta-feira, janeiro 07, 2010

omissaoimpossivel.blogspot.com

Massive Attack - Heligoland

O duo britânico Massive Attack lança o seu próximo disco a 8 de Fevereiro, revelou a editora do grupo no nosso País. Quinto álbum de estúdio, o novo registo do duo de trip-hop leva o título de 'Heligoland' e contém uma dezena de temas. No disco, o duo conta com vários convidados, com destaque para Damon Albarn (Blur), que além de emprestar a voz toca viola-baixo no tema 'Flat of the Blade' e teclados em 'Splitting the Atom'. Outro dos convidados é Adrian Utley dos Portishead, que toca guitarra em 'Saturday Come Slow'.





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quarta-feira, dezembro 30, 2009

omissaoimpossivel.blogspot.com

Eels – End Times


"End Times", este é o nome do novo álbum de estúdio da banda norte-americana Eels. As gravações foram realizadas em Los Angeles, no estúdio particular do vocalista e líder do grupo Mark Oliver Everett, ou apenas Mr. E, como é conhecido.O novo disco trará 14 faixas e o lançamento está agendado para o dia 19 de Janeiro de 2010. "End Times" é o oitavo trabalho dos Eels.





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terça-feira, dezembro 29, 2009

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Beak> – Beak>

Os Beak> formaram-se em Janeiro de 2009 por três músicos de Bristol, Billy Fuller, Matt Williams e Geoff Barrow. Billy Fuller trabalhou em tempos na mítica loja de discos de Bristol, a Replay Records onde aprendeu muito e conheceu muita gente. Hoje, no seu currículo conta com participações em estúdio e palco, com, entre outros, Massive Attack, Robert Plant e Malakai. Matt Williams começou a tocar um teclado Yamaha aos três anos e desde aí, nunca mais parou. É o mais improvisador do grupo e muito eclético a nível musical. Geoff Barrow é um músico e produtor mais conhecido por ter formado e produzido o popular grupo Portishead. É um dos donos da editora INVADA RECORDS. Segundo ele, "este novo projecto é um regresso ao início, e é bom criar música com condições muito diferentes de outros tempos". Dito isto, o álbum de estreia dos Beak> só pode ser um grande disco. Este disco tem muitas influências do krautrock, um dos géneros que começa a ser explorado por muitos projectos.






terça-feira, dezembro 15, 2009

Câmara de Manteigas rescindiu contrato com a Turistrela_Pistas do Sameiro

A Câmara Municipal de Manteigas rescindiu o Contrato de Concessão celebrado com o Consórcio «Turismo da Serra da Estrela, TURISTRELA, S.A.» e «CERTAR, Sociedade de Construções, S. A.» para Concepção, Construção e Exploração da Pista de Esqui Sintética da Relva da Reboleira, na Freguesia de Sameiro.

A decisão foi tomada na reunião do dia 25 de Novembro do Executivo Municipal, presidido por Esmeraldo Carvalhinho. “Decorridos vários anos de exploração pelo consórcio e na sequência de um longo procedimento negocial para correcção e regularização das inúmeras deficiências que se foram acumulando no Complexo da Pista de Esqui, o Município de Manteigas deliberou, por unanimidade, a rescisão do contrato de concessão”, explica a autarquia em comunicado.

A Câmara Municipal de Manteigas recorda na mesma nota que, em 2 de Dezembro de 1998 lançou um procedimento concursal com vista à «Concepção, construção e exploração de uma pista de esqui sintética» a implantar na Relva da Reboleira, em Sameiro, Manteigas e em reunião ordinária de 26 de Maio de 1999, deliberou pela adjudicação às sociedades «Turismo da Serra da Estrela, TURISTRELA, S.A.» e à «CERTAR, Sociedade de Construções, S.A.», constituídas em Consórcio.


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Turismo e qualidade de vida no topo
da agenda de Manteigas