Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, fevereiro 16, 2010

ALMOST ALICE -"VERY GOOD ADVICE"



"Very Good Advice" by Robert Smith taken from the upcoming Tim Burton movie & sountrack "Almost Alice"...

Here is the link to the official Almost Alice Music widget that plays :30 seconds from all the songs on the wide release of the soundtrack:

quinta-feira, janeiro 07, 2010

omissaoimpossivel.blogspot.com

Massive Attack - Heligoland

O duo britânico Massive Attack lança o seu próximo disco a 8 de Fevereiro, revelou a editora do grupo no nosso País. Quinto álbum de estúdio, o novo registo do duo de trip-hop leva o título de 'Heligoland' e contém uma dezena de temas. No disco, o duo conta com vários convidados, com destaque para Damon Albarn (Blur), que além de emprestar a voz toca viola-baixo no tema 'Flat of the Blade' e teclados em 'Splitting the Atom'. Outro dos convidados é Adrian Utley dos Portishead, que toca guitarra em 'Saturday Come Slow'.





Be the first to rate this [?]

quinta-feira, dezembro 03, 2009

feel like this...

Blur - All The People… Live in Hyde Park

03 07 2009






sexta-feira, novembro 27, 2009

Em 1989 uma banda de Aberdeen, Seattle, gravava com apenas 600 dólares o álbum de estreia: "Bleach". 20 anos depois esse disco é reeditado...

Uma anomalia: Kurt Cobain
por Vítor Belanciano

Em 1989 uma banda de Aberdeen, Seattle, gravava com apenas 600 dólares o álbum de estreia: "Bleach". 20 anos depois esse disco é reeditado. E sai em DVD o registo de um concerto, "Live at Reading", quando o mundo eram os Nirvana. A história deles e a nossa nunca foi a mesma.

Por falar em Kurt... Mais exactamente, Kurtz, o coronel renegado, interpretado por Marlon Brando no épico de Coppola "Apocalypse Now". O filme centra-se na missão liderada pelo capitão do exército americano Benjamin Willard (Martin Sheen), cujo objectivo é eliminar o enigmático Kurtz, que lidera, no interior da selva vietnamita, qual rei divino, uma milícia de dissidentes e nativos.

Porque é que o exército americano quer eliminar um dos seus? Porque Kurtz deixou de obedecer à linha de comando. Não porque tenha desistido da guerra ou deixado de acreditar nesses ideais. Pelo contrário: crê totalmente, mas por excesso. Sofre de sobre-identificação com a instituição militar. Foi ultrapassado pelos acontecimentos. Até à loucura. Transformou-se no desregramento a abater. Um incómodo.

Ele percebe-o. No final é Willard a matar Kurtz ou é Kurtz a preparar o terreno para que Willard o abata? A imolação de Kurtz, sequência que encerra o filme, é a tentativa de lidar com a desordem cosmológica. Um exaltado fotojornalista - Dennis Hopper - que Willard encontra na selva faz de arauto. É ele que nos diz sobre Kurtz: "The man is clear in his mind, but his soul is mad." Não poderíamos dizer o mesmo de Kurt Cobain?


O filme da sua vida foi outro, mas foi também o mesmo. Interpretou os princípios da contracultura, acreditou neles, excessivamente. Sofria de sobre-identificação com a ética punk-rock. Foi ultrapassado pelos factos. Via-se como criador alternativo mas os seus discos vendiam milhões. Em parte, por ele, música antes encarada como difícil foi cunhada e vendida às massas como "grunge".

A popularidade embaraçava-o. Queria fama, mas não estava preparado. Quem tinha 20 anos olhava-o como guia. Mas ele não queria ser guia. Sentia que estava tão perdido como os que queriam ser guiados. Nunca conciliou os seus princípios com o sucesso. O suicídio resolveu o impasse, antes que o rasto de integridade desaparecesse por inteiro.

20 anos depois, na altura em que se assinala a edição do primeiro álbum dos Nirvana, "Bleach", o mistério sobre Kurt e a sua banda mantém-se. Ficarão para sempre com o nome gravado na História do rock dos anos 90 - mesmo se parecem ter constituído uma anomalia.

Aquela voz, de onde vinha?

Nesse período, do ponto de vista criativo, as linguagens da música de dança é que faziam a revolução. Mas para a indústria elas não representavam nada. No mercado mais rentável do mundo, o americano, o rock dominou sempre. Os concertos eram lucrativos e o culto da personalidade suplantava o anonimato das electrónicas.

Quem tinha vivido os anos 60, 70 e 80 dizia que já não havia mais nada para inventar. Dos Velvet Underground aos Stooges, tudo parecia ter sido feito. Mas o rock, velha carcaça, recusava-se a morrer.


Kurt Cobain nasceu em 1967. Lia fanzines rock. Escutava Vaselines, Daniel Johnston, Raincoats, TV Personalities, Black Flag. Rock independente, cultivado em caves escuras. Regia-se pela ética punk-rock. Pertencia a uma elite: aqueles que se zangavam a sério contra os valores burgueses. Era contra o capitalismo, a favor do "faça-você-mesmo". Contra o espectáculo, pela anarquia. Pelo regresso da sinceridade, mesmo sabendo que a história do rock está repleta de traições.

O rock, para Kurt, eram canções cruas, o visual de todos os dias, lutar contra o estabelecido, convencer seguidores a recusar o sexismo, a homofobia, o novo-riquismo. As canções, virulentas, punham a nu a vaidade e a opulência da América, do Ocidente, do princípio dos anos 90. Tornavam visível a esclerose, a gordura. O capitalismo, dizia Kurt, era "a gula."

Anotava as suas reflexões num diário. Cresceu na década de 90, a primeira, depois da década de 40, que viu duas gerações distintas - pais e filhos - a gostarem da mesma música. O rock, os Beatles, os Stones, com os quais os pais também haviam crescido.



Mas Kurt tinha raiva da geração dos pais. A cólera tinha que explodir. Em 1987, os Nirvana. E ele, esperançado, anotava: "Vamos lançar o álbum às nossas custas. Achámos uma fábrica que prensará 1000 discos por 1600 dólares, o que faz com que tenhamos que vender apenas 250 discos para recuperar o nosso investimento."

Acabaria por ser a independente Sub Pop a editar o primeiro álbum, "Bleach", registado em apenas seis dias. Kurt tinha 22 anos. Não se saiu mal. 80 mil exemplares. Mais de 1,7 milhões de cópias vendidas até hoje. O maior sucesso de sempre da Sub Pop.

Os Nirvana tornam-se líderes dessa coisa chamada grunge. Em Seattle outras formações praticavam música semelhante (Melvins, Soundgarden, Pearl Jam, Screaming Trees, Alice In Chains), mistura de Neil Young punk e Black Sabbath pop, desordem, melodias perdidas por entre guitarras cerradas e, no caso dos Nirvana, aquela voz, passando da dor à raiva, do apaziguamento ao caos. De onde vinha? Entre as influências citava "os divórcios, as drogas, os efeitos sónicos."

O desgosto formava o gosto

Ao vivo os Nirvana ganhavam reputação de grupo incontrolável. Em 1991, o rock precisava de sangue novo. Em quem apostar? Havia os Pixies, mas Frank Black era anafado. Não parecia Jesus como Kurt. Dir-se-ia mais um simpático caixa de supermercado do que outra coisa. E os Sonic Youth? Muito artísticos, muito nova-iorquinos, veteranos.

Restavam os Nirvana. Restava injectar visibilidade e dólares no grunge de Seattle. E o negócio abateu-se sobre a cidade. Visualmente era Kurt quem sobressaía. Loiro, ar torturado, desleixado como um roqueiro que se preze.

E os Nirvana assinaram por uma multinacional.


Foram convidados a descer até Los Angeles para gravar o segundo álbum. Prudente, a Geffen prensou apenas 50 mil exemplares de "Nevermind". Foram vendidos mais de 10 milhões. Para quem tinha vivido a década de 80 foi a surpresa. O álbum transformava a impotência em energia, a inércia em dinamismo, mas ninguém acreditava que aquele som - descendente dos Husker Du, Dinosaur Jr ou Sonic Youth - teria hipóteses de seduzir. Seduziu.

Em parte, por um single, "Smells like teen spirit". Em 1991 ser jovem era aquela canção, aquela deflagração, rejeição de qualquer coisa inominável. O desgosto formava o gosto. Tornava-se êxito disforme, aberração dos tops habituados a acolher de braços abertos Vanilla Ice. As palavras eram confusas, mas tornava-se num hino de revolução adolescente, impulsionada por um vídeo sugerido por "Over The Edge", filme de Jonathan Kaplan, com Matt Dillon.

Mas de que espírito jovem falava Kurt nessa canção? Do punk-rock que queria acabar com a gula e o cinismo dos mais velhos? Ou do espírito dos adolescentes da América, dessa geração que obedeceu a Bush pai, adoptou valores reaccionários, correu aos cinemas para ver "Forrest Gump" ou às lojas de discos para comprar Bryan Adams?

Kurt horroriza-se com a debilidade dos seus pares. Com o estado do mundo. E com as suas próprias desventuras: porque é que se droga, arma zaragata, destrói hotéis como se fosse uma trivial celebridade rock? Porque é que se casa com uma estrela, Courtney Love, tão frágil como ele? Porque é que os dois adquirem uma casa como todos os casais conformistas que critica? Porque é que ele, no auge da glória, não pode, não consegue, mudar o estado das coisas?

Sim, tornara-se numa personalidade. A revista "Rolling Stone", outrora alternativa, agora símbolo do entretenimento, quer que ele pose para a capa. Ele não devia, escreve. A ética punk não lho permite. A ele, das "fanzines". Mas é estrela, a "Stone" é importante, tem que fazê-lo.
Para não passar por marioneta tem uma ideia: posa para a capa, mas de t-shirt, com a inscrição "corporate magazines still suck", forma de insultar a "Rolling Stone". É isso que pensa, mas a vida é mais complexa.

Ao aceitar essas condições a "Rolling Stone" dá provas de largueza de espírito. É admirada por isso. Kurt sofre. Pensava que se podia infiltrar no sistema para o fazer explodir, mas transforma-se no alibi do sistema, que o exibe: olhem para os Nirvana, indomáveis, rock com alarido, comprem os discos e estarão a comprar também uma atitude rebelde.

A partir de determinada altura percebe que os amantes de rock já não são aliados. Ele que se sentia diferente ao ouvir os Vaselines e que acreditava na atitude combativa, percebe que os dez milhões que o ouviam eram os mesmos que iriam ouvir, mais tarde, Limp Bizkit.

Não espanta que desconfiasse dos fãs de rock, sobretudo os da primeira geração, os renegados que, na sua visão, haviam traído ideais. "O leitor médio da ‘Rolling Stone' é um ex-hippie que virou hipócrita e que olha para o passado como sendo a época de ouro, mas absorveu o capitalismo com indulgência, moderação, numa palavra, acomodou-se." Porquê a animosidade contra os "hippies"? Não eram suficientemente radicais. Tinham-se vendido. Eram "yuppies".

Kurt e Eddie


Apesar de ser o número 1 mundial continuava um pequeno punk. No festival de Reading apresenta-se de bata e cadeira de rodas. Nos prémios MTV os Nirvana tocam uma canção chamada "Rape me". Kurt ainda acreditava. Mas intensificava-se a sensação que já não passava de um Dom Quixote a esbracejar no vazio.

Tenta curas de desintoxicação, com e sem Love. A 2 de Maio de 1993, uma "overdose" de heroína em Seattle. Prepara-se o sucessor de "Nevermind". Os Nirvana querem lançar um disco assumidamente difícil. Cobain deseja que tenha o título de "I hate myself and i want to die". Mas os imperativos do negócio falam mais alto. Chamar-se-á "In Utero" e trepará pelos tops. A 4 de Março de 1994, em digressão, mais uma "overdose", em Roma. Um mês depois, a 5 de Abril, suicídio. Ao lado do corpo: "É melhor apagar de uma vez que desaparecer aos poucos."

Tinha 27 anos. Infiltrou-se no sistema. Os Nirvana impuseram às massas a cólera face à gula. Para muitos, Kurt perdeu. Puxou de uma arma, mas apontou-a a si próprio. Para outros, não; foi grande. Esses normalmente tendem a compará-lo a Eddie Vedder, dos Pearl Jam, outro grupo seminal de Seattle, ainda activo. Faz sentido.

Enquanto Kurt sempre teve dificuldade em lidar com grandes audiências, e em palco quase não dizia nada, Eddie comporta-se como o irmão mais velho, aquele que se oferece para ser guia.

A voz de Kurt é coisa em bruto, expondo uma raiva incoerente, assente em letras pouco claras. Eddie conta histórias. As canções dos Nirvana são mais desafiantes, mas não oferecem calor. Quando muito são catárticas.



Eddie parece tentar chegar ao outro. Kurt quer que o deixem em paz. Aquilo que faz do primeiro um herói do rock - no sentido mais conservador do termo - é que é alguém que nunca desiste de lutar. "In Utero", o último grito dos Nirvana, é o oposto. É desistir, é o isolamento, o casulo onde Kurt se resguarda das contradições de ser um rebelde milionário.

Talvez Eddie seja um ser humano melhor. Mas segundo o mito romântico do criador, talvez Kurt seja melhor artista. Como o Kurtz de Brando: era lúcido. De uma lucidez disforme, incapaz de percepcionar a totalidade à sua volta. Ninguém se surpreendeu quando se suicidou. Mas mesmo assim a sua morte continua a inspirar as mais bizarras e diversas teorias conspirativas.

Quem matou Kurt Cobain? A resposta é óbvia. Kurt Cobain matou Kurt Cobain. Mas também foi vítima: vítima do mito de que para se ser autêntico, verdadeiro e comprometido, não se pode ser popular.

Links Relacionados

* Crítica de Disco
* Antes da tempestade
* De Twin Peaks ao último rosto da pop

terça-feira, novembro 03, 2009

CAE Portalegre - Especial Suécia


Integrado num ciclo inteiramente dedicado às novas músicas da longínqua Suécia, o Café-concerto do CAEP recebe em Novembro os Industri Royal, os The Kendolls, na primeira parte das sensuais Baby Shakes de Nova Iorque, e a finalizar em Dezembro, os Pistol Mob. Os espectáculos tem inicio previsto para as 23.00h e terão um preço fixo de 5 euros

www.myspace.com/industriroyal

www.myspace.com/babyshakes

www.myspace.com/thekendolls

www.myspace.com/pistolmob

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Praça da República, 39
7300-109 Portalegre
Tel.: +351 245 307 498
Fax.:+351 245 307 544
mail: geral.caep@cm-portalegre.pt
web: www.cm-portalegre.pt/caep
blog: www.caeportalegre.blogspot.com
MySpace: www.myspace.com/caeportalegre

quarta-feira, outubro 28, 2009

NORTON - EUROPEAN TOUR /// TOUR EUROPEIA

NORTON_ Tour Europeia
Dezembro 2009


Os Norton anunciam a sua primeira Tour Europeia para o final do ano.

Entre 3 e 13 de Dezembro a banda vai passar por cidades como Madrid, Barcelona, Bilbao, Santander, Hannover, Hamburgo, Berlim, Eindhoven, Luxemburgo e Paris.




03 - Madrid (Spain) - Wurlitzer Ballroom
04 - Barcelona (Spain) - Deposito Legal
05 - Bilbao (Spain) - Dpto.06
06 - Santander (Spain) - Festival Cuva
08 - Hannover (Germany) - Cafe Glocksee
09 - Hamburg (Germany) - Prinzenbar
10 - Berlin (Germany) - NBI
11 - Eindhoven (Netherlands) - TAC
12 - Luxembourg (Luxembourg) - D:Qliq
13 - Paris (France) - Espace B

Norton - European Tour - Promo from Norton on Vimeo.


terça-feira, outubro 20, 2009

..: NORTON :.. Live @ Lux - Lisbon_22 out'09_Vencedores do Passatempo

A Máfia vai ao LUX a Lisboa, ao "Match Your Sound", e ofereceu dois convites duplos aos participantes do passatempo "Match Your Sound". Os Norton tocam às 22:30 dia 22 out (quinta feira), por isso não cheguem tarde. Obrigado a todos os participantes, os vencedores foram avisados por e-mail.

De onde são originários os Norton?
Castelo Branco

Em que ano lançaram o 1º Álbum?
2004 (pictures from our thoughts)

Que versão conhecida dos anos 80 tem passado nos rádios,
interpretada pelos Norton estes últimos tempos?
Pump up the jam (technotronic)



Os Norton são a 1ª banda a tocar, às 22:30 dia 22 out
(quinta feira-LUX-LIisboa), por isso não chegues tarde.


More Infos at: www.matchyoursound.pt
Tickets Available at: www.ticketline.pt

Your Balcony from Norton on Vimeo

segunda-feira, outubro 19, 2009

..: NORTON :.. Live @ Lux - Lisbon_22 out'09_Passatempo

A Máfia leva-te ao LUX a Lisboa, ao "Match Your Sound", e tem dois convites duplos para te oferecer, para isso baste enviarem até às 12:00 de terça-feira, um e-mail para mafiadacova@gmail.com, a resposta às seguintes perguntas:

De onde são originários os Norton?

Em que ano lançaram o 1º Álbum?

Que versão conhecida dos anos 80 tem passado nos rádios,
interpretada pelos Norton estes últimos tempos?

More Infos at: www.matchyoursound.pt
Tickets Available at: www.ticketline.pt

Your Balcony from Norton on Vimeo

quarta-feira, outubro 07, 2009

Au Revoir Simone adoraram invasão de palco na Aula Magna [veja os vídeos]


Banda de Brooklyn oficialmente apaixonada pelo nosso país. Annie Hart, uma das três ninfetas, não perdeu tempo e fez declaração de amor no YouTube - veja aqui os vídeos de que se fala




Que as Au Revoir Simone nutrem forte apreço pelo nosso país não é segredo - ainda na entrevista publicada no mais recente jornal Optimus/BLITZ , elas garantiram que a paixão que sentem por Portugal as faz desejar viver neste rectângulo à beira mar plantado "e dar concertos todos os dias".

Esta semana, o enamoramento subiu de tom com os concertos das Au Revoir Simone no Clubbing Optimus da Casa da Música, no Porto, e na Aula Magna, em Lisboa. A invasão de palco no final deste espectáculo é mesmo documentada por uma das cantoras e teclistas da banda, que se apressou a colocar no YouTube um vídeo daquele momento.

"Há muitas razões para as Au Revoir Simone adorarem Portugal - e esta é uma delas" , começa Annie Hart por anunciar neste vídeo:




Eis um vídeo filmado por um espectador
na mesma memorável ocasião:






Os piropos das Au Revoir Simone a Portugal não são exclusivamente para consumo interno: em entrevistas a publicações internacionais, Annie, Heather e Erika afirmaram que "o público dos concertos em Portugal recebe-nos sempre com muito amor" , ou que todos os concertos que [deram] em Portugal foram muito divertidos" .

Veja aqui as fotos e a reportagem do concerto das Au Revoir Simone no Clubbing Optimus da Casa da Música, no Porto.

Foto de Cristina Pinto Pinto

BLITZ

sexta-feira, setembro 25, 2009

Banda irlandesa regressa a Portugal em 2010_U2 em Coimbra de 35 a 155 euros

Cinco anos depois de terem encerrado em Lisboa a sua ‘Vertigo Tour’, os U2 regressam a Portugal, novamente para fechar uma digressão.


O derradeiro espectáculo de ‘U2 360º’, que serve de promoção ao recente álbum, ‘No Line on the Horizon’, está marcado para 2 de Outubro de 2010, no Estádio Municipal de Coimbra, onde já actuaram os Rolling Stones (2003) e George Michael ( 2007).(...)

Correio da Manhã

sexta-feira, setembro 18, 2009

Dazkarieh nos Chocalhos 2009

Se a chuva deixar, concerto a não perder logo à noite em Alpedrinha.

segunda-feira, julho 27, 2009

Radiohead live @ Saitama, Japão, 2008

Vão buscar o vosso significant other (caso o tenham), equipem-se com as vossas drogas recreativas de eleição, e preparem-se para hora e meia de concerto inesquecível.


Escolham a opção HD e vejam em full screen com o som das colunas no máximo. Melhor só lá estando.

fhf.blogspot.com

quarta-feira, julho 01, 2009

omissaoimpossivel.blogspot.com

Beirut - Live at the Music Hall of Williamsburg (2009)

Verdadeiro cometa indie, Zach Condom a.k.a. Beirut aparece do nada para tornar 2006 o seu ano. Combinando uma imensa variedade de estilos que iam da música cigana de leste à folk mais contemplativa e melancólica, o miúdo prodígio de Santa Fé, Novo México, à data com 20 anos, deixou perplexo e maravilhado meio mundo com o seu álbum de estreia Gulag Orkestar.
A história, ou pelo menos parte dela, foi sendo desvendada com o tempo. Neto do guitarrista de jazz Eddie Condom, Zach tem o primeiro contacto com a música no início da adolescência e cedo começa a gravar temas no seu quarto. Aos 17 anos viaja com o irmão para Paris. Durante os 4 meses que lá passa toma contacto com as sonoridades dos Balcãs, música popular entre os estudantes parisienses. Esta descoberta e subsequente exploração da apelidada música do mundo revelar-se-á preponderante na sonoridade que 3 anos mais tarde apresentaria ao mundo. Se 2006 foi o ano da descoberta, 2007 trouxe a confirmação, primeiro com o EP Long Island e depois com o longa duração The Flying Club Cup.
Nele ganha preponderância a chanson francaise, situação a que não será estranha a grande estima que Zach Condom afirmou ter por nomes como Jacques Brel, Serge Gainsbourg e Yves Montand. Aclamado pela crítica, sucesso comercial, o projecto Beirut não parou mais de crescer. Esta história de sucesso tem agora novo capítulo. Culpa de March Of The Zapotec + Holland.
Este duplo EP contém um primeiro disco baseado na recente viagem de Condom a Oaxaca, México, e um segundo, electrónico, apelidado de Holland, sob o pseudónimo de Realpeople.
Em March Of The Zapotec o ukelele e o trompete continuam, na boa tradição beirutiana, a reinar. Banda sonora de um qualquer road movie no México, é um EP melancólica e perdidamente romântico. Já os 5 temas que compõem Holland são uma surpresa.
Recuperando uma faceta pré-beirut, Zach Condom cria música electro-acústica. Gravação caseira, em que o papel de destaque vai para os beats sintetizados e teclados, está muito próxima do universo dos Magnetic Fields.






omissaoimpossivel.blogspot.com

BBC HD - Glastonbury 2009 - Blur - Par Life_Girls and Boys



from @omissaoimpossivel




from@scorpio mab

from@scorpio mab


from@scorpio mab