quarta-feira, maio 28, 2008

"IMPRENSA" - REGIÃO DE TURISMO DA SERRA DE ESTRELA FOI EXTINTA !


Serra da Estrela passa a Pólo de Desenvolvimento Turístico, integrado na Área Regional de Turismo do Centro,

gerida a partir de Coimbra

EVOLUÇÃO ou REGRESSÃO ?

A Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE) teve o seu fim. Foi no dia 10 de Abril (deste ano), na sequência da publicação apresentada no Diário da República que veio alterar o regime jurídico das áreas regionais do turismo.

Foi com a chegada da nova legislação, que as Áreas Regionais passaram a ser só cinco, coincidentes com as NUTS II - Norte, Centro (gerida a partir de Coimbra), Lisboa, Alentejo e Algarve.

A principal novidade a acrescentar a este nova tematica prende-se com a criação de seis novos Pólos de Desenvolvimento Turístico, integrados nas Áreas Regionais. A estes organismos vai competir, segundo a tutela, a valorização turística e o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos das respectivas áreas.

Ao que parece, o governo tenta justificar esta nova medida alegando a necessidade de "dotar os organismos públicos, na área do turismo, das competências indispensáveis à afirmação de Portugal enquanto um dos principais destinos turísticos europeus".

O Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela


Com a entrada em vigor da nova legislação, o Pólo de Desenvolvimento Turístico da Serra da Estrela passa a integrar os municípios de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia (Serra da Estrela), Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal e Trancoso (Beira Interior Norte) e Belmonte, Covilhã e Fundão (Cova da Beira).

Já agora, vale a pena pensar nisto ...

surrealhumanity.blogs.sapo.pt

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SERRA DA ESTRELA COM AUTONOMIA
Até ao final do ano está concluído o processo da eleição dos responsáveis da nova entidade regional, que pode ter ou não a mesma denominação da região de turismo da Serra da Estrela , e que vai gerir o turismo na região.
Com a publicação em Diário da República, no passado dia 10 de Abril, do novo regime jurídico das áreas regionais de turismo, a região de turismo da Serra da Estrela (RTSE), como outras foram extintas. Inicialmente a proposta do secretário de Estado da tutela apontava para apenas para as cinco NUTII. Posteriormente o Governo criou onze entidades regionais que vão passar a gerir o território da cinco NUT II, uma delas é a Serra da Estrela.

Foi criada uma comissão instaladora para dar andamento ao processo de organização e eleição dos órgão. Integram esta comissão, o actual presidente da RTSE, o presidente da comissão vitivinícula da Beira Interior, a Turistrela, um município indicado pela respectiva associação nacional e um representante do secretário de estado do turismo. Para Jorge Patrão a criação da entidade regional da Serra da Estrela é uma batalha ganha. Uma luta que de acordo com este responsável não contou “ nem com os governos civis, nem com partidos da região, tendo havido demissões nas concelhias devido a este facto. E que não ganhou, não se vai juntar à festa porque enquanto aqui estiver não permito.”

Uma das principais consequências da nova organização jurídica é “o reforço da promoção desta região. Neste decreto a Serra da Estrela é um polo de entidade regional.”


Radiocovadabeira
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Serra da Estrela passa a Pólo de Desenvolvimento Turístico, integrado na Área Regional de Turismo do Centro, gerida a partir de Coimbra. Região de Turismo da Serra da Estrela foi extinta.

(...)Com a chegada da nova legislação, passam a existir apenas cinco Áreas Regionais, coincidentes com as Nomenclaturas das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos de Nível II (NUTS II) - Norte, Centro (gerida a partir de Coimbra), Lisboa, Alentejo e Algarve. A novidade é a criação de seis Pólos de Desenvolvimento Turístico, integrados nas áreas regionais. A Serra da Estrela, a par do Douro, Leiria-Fátima, Oeste, Litoral Alentejano e Alqueva são as zonas que receberam a nova designação. A estes organismos vai competir, segundo a tutela, a valorização turística e o aproveitamento sustentado dos recursos turísticos das respectivas áreas.(...)

O Interior

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