quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Para memória (Plátanos) - Canhoso


3 comentários:

  1. Anónimo6:10 p.m.

    Este post merece-me três comentários :

    1) Aos mais esquecidos ou desatentos:
    Será certamente útil recordar que a remoção dos plátanos foi aprovada por larga maioria pelos eleitores da freguesia do canhoso, num referendo no qual houve uma pequena taxa de abstenção.

    2) Aos mal intencionados:
    A remoção dos plátanos não foi por capricho ou por estética. Prendeu-se com o facto de as raizes destas árvores estarem a danificar os passeios e o pavimento rodoviário por um lado, e por outro, pelo facto destas árvores serem de grande porte e os seus ramos danificarem os telhados e os prédios da Rua Humberto Delgado.

    3) Aos pseudo 'ecologistas' de ocasião:
    Acordem para a vida.

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  2. Anónimo10:06 p.m.

    É muito despachado, Sérgio. Mas olhe que a vida não é tão simples.

    Ficará certamente admirado se alguém lhe disser que os plátanos eram o único elemento digno de interesse na "sua" freguesia.

    Que, apesar de tudo, os plátanos conseguiam tapar as vivendas que diz prejudicarem, poupando-nos ao espectáculo.

    Que antes de plantar estas árvores deviam ter pensado nas consequências.

    Que depois das árvores serem adultas, as construções deveriam respeitar os afastamentos devidos à via.

    Atitudes destas, no Canhoso ou em qualquer outra destas freguesias, com ou sem referendo, demonstram os "valores" de quem lá vive.

    Que a presença das árvores no ambiente urbano tem muito mais importância do que aquela que o seu miserável comentário admite.

    Que, ao contrário do que pensa, as árvores não eram "vossas".

    Que por pensarem dessa maneira esta região se torna cada vez mais saloia, à vossa imagem.

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  3. Anónimo9:51 p.m.

    se esta gente (Canhoso) abrisse bem os olhos deitam o meio ambiente abaixo como tambem o Muro de um predio k pertence a um condominio.

    Tendo entao o presidente do Canhoso poder pela camara da Covilha a deitar e afirmar coisas da kual n pertencem a ele mas sim as pexoas k o compraram.

    Gostava k tentassem perceber a populaçao e n o k vem a cabeça.

    Como promessas e promessas das kuais nenhuma foi feita sem ser a destruiçao do muro da kual foi uma perfeita parvoice.

    Cumprs de um habitante do Canhoso revoltado com esta democracia existente

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